SAMUEL ANTUNES

Igual a você, vivo por aí a duras penas.

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    NÓS DOIS ATÉ AQUI

    Depois de nos acharmos, depois de nos perdermos em tanta gente – passado que sugeria futuro – a gente se encontrou.

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    COMO RECEBER ALGUÉM NA SUA VIDA

    Certas pessoas entram em nossas vidas quando a gente menos espera, apenas para que aprendamos a lidar com isso.

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    JÁ VIU ESSE? ELA

    Mais do que vencedor do Oscar na categoria de melhor roteiro original em 2013, Ela (Her), de Spike Jonzie, é um olhar atento sobre os relacionamentos humanos.

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    DESCULPE O TRANSTORNO, MAS PRECISO FALAR DA IRONIA

    Talvez tudo seja culpa dessa época irônica que nos obriga a sermos pessimistas. Dizemos 1 e fazemos B. Temos verdades na ponta da língua, mas longe das mãos. Gritamos Fora Temer, sem devolver o troco que, por engano, veio a mais.

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    URGÊNCIA EM PARTIR, ANDAR.

    Todo ser humano pensa, em algum momento, que a vida já não é tão boa ou colorida quanto antes. Sinais em todas as partes lhe dizem que tudo o que é seu agora não basta: o trabalho se arrasta e as pessoas ao redor parecem tubarões; é hora de arrumar seus armários e procurar coisas novas.

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    O AMOR É A SOMA DO QUE SE SENTE

    Amor não é um sentimento igual aos outros. A ele somam-se raiva, ciúmes, insegurança, incertezas e além. Entender isso faz com que saibamos apreciá-lo enquanto dure, pois mesmo que seja fugaz, pode atravessar décadas.

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    JÁ VIU ESSE? O EXORCISTA

    Em 1973 estreava nos cinemas a obra cinematográfica que se tornaria um clássico do gênero terror: O exorcista.

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    E ASSIM NASCE UM AMOR

    O passado é presente se a gente oferece, mas é âncora quando a gente se distrai.

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    PAPEL DE CARTA

    Quando éramos crianças, colecionávamos papéis de carta. Hoje não nos lembramos mais da textura, nem do seu papel. Sua assinatura, as letras trêmulas que denunciavam quando o sorriso era máscara e não condição.

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    A EMPATIA PARA O NOVO MILÊNIO

    Vivemos na época do engano. Nós, a geração do avesso, ferimos por vício, viciamos por prazer e achamos prazer no hábito. Achamos graça na morte e a compartilhamos nas redes sociais, ao invés de abraços. Não ouvimos, não esperamos e quase nunca nos atrevemos. Somos fé cega e faca amolada.