a grande gruta da pretensiosidade

Verbovirilidade verminante. Pragmatismo prolífico pretenso.

Felipe Pergher

Graduando em Artes Visuais. Leva o pragmatismo a sério e a vida de um jeito pretensioso. Talvez um pouco demais

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    (mais um) motivo para o abandono do facebook

    É esperado que haja, sempre que algo na internet se populariza ao ponto de tornar-se um consenso, certo abandono desse serviço por uma parcela de seus usuários. Seja por acharem alguma opção melhor para o que tal serviço tem a oferecer, por uma suposta marginalização de seu conteúdo, ou mesmo por declínio de interesse. Recentemente, juntei-me a essa parcela.

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    Conselho de um escrevedor para si mesmo (ou como vencer crises de produtividade)

    Em algumas ocasiões, nem mesmo a disciplina mais estrita é capaz de levar-nos a produzir. E antes que possamos perceber, já estamos imersos em ciclos de procrastinação. Mas não estou aqui para te ensinar a parar de procrastinar. O que vou apresentar são algumas coisas que funcionam para mim. Completamente subjetivas. Talvez para você sejam um tanto contraprodutivas. Pensando bem, não acredite em mim.

  • Muros
    Pequenos diários de viagem

    Diários de viagem costumam soar, a menos que se domine a arte de escrevê-los, todos monótonos. Talvez haja um jeito melhor de retratar impressões de certos lugares em certas épocas. Trago alguns contos curtos concebidos durante alguma viagem, além de fotografias do lugar. Mais do que memorandos, acabam por refletir as influências do lugar sobre quem o vê.

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    Notas de um falecimento

    Meu pai faria cinquenta anos de idade no dia dez de novembro. Ele morreu no mês de dezembro do ano de 2012, em uma quinta feira ensolarada (que precedeu outra semana e meia de sol e calor). Nunca tirei algum tempo para escrever sobre o assunto. Leia-se esse texto como uma espécie de homenagem.

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    O mesmo céu

    O texto a seguir tem caráter reflexivo mais que informativo. Embora eu seja dos primeiros a atestar a incontestabilidade de evidências, fatos e estatísticas, não recorro aqui a elas. Não trago respostas, antes mais perguntas.

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    Em Oslo, há mais barcos que prédios.

    Registro das impressões que causa uma cidade a quem vem de sua exata contraparte. Pequeno ensaio sobre o céu da cidade de baixos prédios e horizontes longos. O que acontece quando a arquitetura torna-se a paisagem ao invés de ocultá-la.

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    Fábula urbana contemporânea, ou "naturalismo otimista"
    Era perto do meio dia, num início de outono com seu típico frescor. Por todo o lado pululavam pessoas, o usual cenário de uma esquina movimentada. Eu estava indo almoçar com Natalia, como de costume. Algo me chama a atenção (e quando se está ...
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    Andando pelos Jardins: as Delícias (parte 2)

    E se o famoso tríptico Jardim das Delícias Terrenas, de Hieronymous Bosch, subitamente se tornasse material, palpável? Se pudesse ser explorado em todas as suas minúcias? Durante o terceiro relato, o leitor é convidado a conhecer um pouco da cultura nativa dos Jardins.

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    Andando pelos Jardins: as Delícias (parte 1)

    E se o famoso tríptico Jardim das Delícias Terrenas, de Hieronymous Bosch, subitamente se tornasse material, palpável? Se pudesse ser explorado em todas as suas minúcias? Na segunda parte da belíssima jornada, são exploradas a fauna/arquitetura do Jardim Das Delícias, parte central do Tríptico.

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    Andando pelos Jardins: o Éden

    E se o famoso tríptico Jardim das Delícias Terrenas, de Hieronymous Bosch, subitamente se tornasse material, palpável? Se pudesse ser explorado em todas as suas minúcias? Em um dinâmico diário de viagem escrito por um de seus privilegiados visitantes, várias dessas minúcias são exploradas e reveladas: detalhes esses que podem facilmente passar despercebidos pela grandeza do quadro como um todo.