Camila Cacau

Apaixonada por Marketing e Comunicação. Às vezes, entende as coisas no sentido literal como o Bob, de Fantástico Mundo de Bob. Acredita nas pessoas, nas amizades e em um mundo mais colaborativo. Tem o sonho de fazer um documentário sobre o seu pai, estudar ciências do consumo, escrever um livro e, quem sabe, empreender na área social. Gosta de estudar mudanças no comportamento do consumidor, das boas reuniões com a família e os amigos e de andar por aí. Tem entre suas paixões compartilhar poesia de rua no @vozesdacidade e conhecer novas realidades e pessoas interessantes. Acredita que a realidade é o melhor lugar para sonhar!

Sobre o amor que não acaba

Este tipo de amor não acaba. Mesmo que o relacionamento termine. Que a sintonia e os planos mudem. Que cada um queira uma direção diferente. Que os dois venham a conhecer e gostar de outras pessoas. Mesmo assim, este amor não acaba.


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Quando é amor, a gente sabe e sente. O amor está nos pequenos detalhes. Em entrar no carro, ouvir uma música na rádio, lembrar da pessoa e sorrir sozinho. Em ser pego por um olhar de admiração do outro em um momento qualquer e se emocionar com isso.

Há vários tipos de amor. O amor de Cazuza que “a gente inventa pra se distrair e quando acaba a gente pensa que ele nunca existiu”, o amor de verão que não sobe a serra, o amor de escola, o amor genuíno, o amor por conveniência, o amor de carnaval e tantos outros. E tem o amor que não acaba.

Quem tem este, tem sorte. Não importa se o relacionamento vai durar 10, oito, cinco ou um ano. O amor que não acaba não acaba mesmo. Mesmo que o relacionamento termine. Que o amanhã de Lulu não seja nada disso. Que a sintonia e os planos mudem. Que cada um queira uma direção diferente. Que eles não voltem. Que os dois venham a conhecer e gostar de outras pessoas. Mesmo assim, este amor não acaba.

Às vezes, ele não pode ser vivido por motivos tão abstratos que são difíceis de expressá-los em palavras. É quando alguém te pergunta “mas por que vocês terminaram?’’ e você não consegue explicar ao certo. Ou "mas se vocês se gostam, por que não fazem dar certo?’’ e você não sabe dizer o motivo.

Mesmo assim, esse texto não é sobre “se você sabe que é um amor dessa magnitude, vai lá, corre atrás dele” porque, muitas vezes, ele, infelizmente ou felizmente, não pode ser vivido no momento presente.

As razões do término, muitas vezes, não cabem nem no peito de quem as sentem de tão profundas que são. Mas continua sendo amor. Não se transforma em amizade ou raiva ou qualquer outra coisa. Ele apenas fecha os olhos em um cochilo acolhedor. E continua lá, forte e vivo.

Não há amor sem admiração. Se você deixa de admirar o outro, deixa de amar um pouquinho também. O sabor de um amor verdadeiro é algo que só os dois podem sentir. Uma foto no facebook não consegue expressá-lo. Só representa como você quer ser percebido pelos outros. Mas a verdade, o dia a dia, só os dois sabem.

Este tipo de amor se constrói, se fortalece, mas não se aprende, pois simplesmente existe.

E quando este amor pode ser vivido: Que mágica, que encontro, que enlace. É uma dança que só os dois podem dançar e sentir.

Quem pode viver envolto de um amor como este, sabe.

É lindo e genuíno. Tem tanta ternura, sentimento, simplicidade e bênçãos. E é tudo isso e tanto assim...

... Que só nos resta sermos gratos!


Camila Cacau

Apaixonada por Marketing e Comunicação. Às vezes, entende as coisas no sentido literal como o Bob, de Fantástico Mundo de Bob. Acredita nas pessoas, nas amizades e em um mundo mais colaborativo. Tem o sonho de fazer um documentário sobre o seu pai, estudar ciências do consumo, escrever um livro e, quem sabe, empreender na área social. Gosta de estudar mudanças no comportamento do consumidor, das boas reuniões com a família e os amigos e de andar por aí. Tem entre suas paixões compartilhar poesia de rua no @vozesdacidade e conhecer novas realidades e pessoas interessantes. Acredita que a realidade é o melhor lugar para sonhar!.
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