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A vida é mesmo uma coisa efêmera

Ana Karoline

Estudante de psicologia , aos 21 anos tive a minha primeira publicação em jornal. Apaixonada pelo comportamento humano e fascinada por neurociência. Sonhadora, desbravadora e as vezes exagerada. Ridiculamente bem humorada, e amante da vida e de pessoas resilientes.

O autismo é parte deste mundo, não um mundo a parte.” Educando en la vida.


Thumbnail image for Thumbnail image for Thumbnail image for autismo-remer-terapias.jpg Comportamento estereotipado, dificuldade de interação social, sensibilidade extrema a barulhos, resistência a mudanças, sobretudo ambientais, ausência de empatia são alguns dos típicos sintomas de crianças quem possui este tipo de transtorno. “O termo autismo vem do grego auto que significa em si mesmo. Faz referência a um sujeito retraído que evita qualquer contato com o mundo exterior e que pode chegar inclusive ao mutismo” (ROUDINESCO; PLON, 1944, p. 57).

O autismo acomete crianças com idade de aproximadamente três anos, porém já pode ser observado no período de 18 meses de idade. Esse período de três anos de idade se torna primordial, sobretudo para um possível diagnóstico, pois é nessa faixa etária em que as crianças começam a interação social com os seus pares, e geralmente a criança acometida por esse transtorno claramente irá demonstrar indícios da doença.

É de suma importância que os pais se façam presente na vida dos filhos, para que a doença não passe despercebida, e que a escolha de um tratamento adequado ocorra o mais rápido possível, proporcionando ao sujeito uma melhor qualidade de vida, pela redução dos possíveis sintomas.

Atualmente de acordo de acordo com o DSM -V o manual dos transtornos mentais, o (TEA) transtorno do espectro autista, pode ser subdividido em leve, moderado ou severo. Portanto, os sintomas variam de sujeito para sujeito, e de acordo com a intensidade que a doença se apresenta. A família juntamente com a escola constituí-se como componentes primordiais para a identificação do transtorno. Comumente a criança autista, apresenta um comportamento bem atípico, sendo possível um fácil diagnóstico, no entanto, é necessário que haja uma intervenção de um profissional qualificado para que não venha ocorrer possíveis rotulações, pois nem toda criança que apresenta dificuldade de interação, apatia, necessariamente vai possuir o transtorno, porém esses sintomas não podem ser ignorados.

Assim, mediante o diagnóstico, e o grau da doença a criança será acompanhada por vários profissionais, dentre eles, podem ser citado o psicólogo, e o fonoaudiólogo. Esses cuidados interdisciplinares e multiprofissionais são de suma importância para promover uma melhoria da qualidade de vida, e a redução dos sintomas. Dentro da psicologia podemos citar a Análise do Comportamento que se constitui como uma abordagem bem significativa e que oferece resultados explícitos para o autismo. Essa abordagem trabalha diretamente com o comportamento, reforçando comportamentos adequados, ensinando novos comportamentos (Modelagem), e extinguindo comportamentos disfuncionais.


Ana Karoline

Estudante de psicologia , aos 21 anos tive a minha primeira publicação em jornal. Apaixonada pelo comportamento humano e fascinada por neurociência. Sonhadora, desbravadora e as vezes exagerada. Ridiculamente bem humorada, e amante da vida e de pessoas resilientes. .
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