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A vida é mesmo uma coisa efêmera

Ana Karoline

Estudante de psicologia , aos 21 anos tive a minha primeira publicação em jornal. Apaixonada pelo comportamento humano e fascinada por neurociência. Sonhadora, desbravadora e as vezes exagerada. Ridiculamente bem humorada, e amante da vida e de pessoas resilientes.

A morte faz parte da vida

A partida é dura, não somente para quem vai, mas também para aqueles que permanecem aqui.


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Não escolhemos o dia de nascermos, nem tão pouco o dia de morrermos, não temos a opção de escolhermos nossos irmãos, e os demais entes queridos. Quando nascemos a única certeza que carregamos nos nossos corações é de que um dia vamos ser tirados daqui, as vezes de forma abrupta, irremediavelmente, ou as vezes de forma lenta, dando oportunidade para que o sujeito realize uma boa dose de autorreflexão do que ele fez enquanto teve oportunidade de vida.

Enquanto em vida, é concedido ao sujeito várias chances, no entanto, tratamos o dia da nossa partida como algo que acontecerá em um futuro bem distante, e então passamos a procrastinar muitas coisas que deveríamos realizar no presente, o qual temos por certeza, esse ato de protelar, acontece justamente por acharmos que temos tempo suficiente para tudo.

A partida é dura, não somente para quem vai, mas também para aqueles que permanecem aqui, as lembranças, e a tristeza é a nova caricatura de quem perdeu um alguém que não pertence mais este plano. O enlutado agora passa por um processo doloroso que será ou não superado de forma subjetiva, dependendo portanto, da forma como aquele sujeito vai interpretar aquela situação. O luto é importante quando vivenciado no momento oportuno, pois quando o enlutado demora um tempo bem maior do que o tempo considerado saudável para aceitar a situação, o processo é mais lento e doloroso.

De acordo com a psiquiatra Elizabeth Kubler- Ross, as fases do luto consistem em:

Negação 1) Seria uma defesa psíquica que faz com que o indivíduo acaba negando o problema, tenta encontrar algum jeito de não entrar em contato com a realidade seja da morte de um ente querido ou da perda de emprego. É comum a pessoa também não querer falar sobre o assunto.

Raiva2) Nessa fase o indivíduo se revolta com o mundo, se sente injustiçada e não se conforma por estar passando por isso.

Barganha3)

Essa é fase que o indivíduo começa a negociar, começando com si mesmo, acaba querendo dizer que será uma pessoa melhor se sair daquela situação, faz promessas a Deus. É como o discurso “Vou ser uma pessoa melhor, serei mais gentil e simpático com as pessoas, irei ter uma vida saudável.”

Fase 4) Depressão

Já nessa fase a pessoa se retira para seu mundo interno, se isolando, melancólica e se sentindo impotente diante da situação.

Fase 5) Aceitação É o estágio em que o indivíduo não tem desespero e consegue enxergar a realidade como realmente é, ficando pronto pra enfrentar a perda ou a morte.

Fontes: Psicologia MSN. Com


Ana Karoline

Estudante de psicologia , aos 21 anos tive a minha primeira publicação em jornal. Apaixonada pelo comportamento humano e fascinada por neurociência. Sonhadora, desbravadora e as vezes exagerada. Ridiculamente bem humorada, e amante da vida e de pessoas resilientes. .
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