Há poucos dias, depois de despretensiosa conversa com um amigo, criei por brincadeira uma postagem associando o signo de Áries a um trecho da música 'Meu Amigo Pedro'. As pessoas foram tão receptivas, e algumas das reações tão curiosas, que terminei dando sequência às postagens, correndo a ordem do zodíaco. E ora compartilho um pouco da ideia com vocês.
]]> Ler o artigo completoSejamos honestos: por mais que nosso coração altruísta e esperançoso tenha desejado um feliz e caloroso natal para todos, a vida demanda muitos outros esforços para 'que tudo se realize no ano que vai nascer'. Acostumados à nossa ineficiência, ao nosso descompromisso, aos níveis de corrupção que assistimos e praticamos a diário, mais das vezes pensamos que desejar ao outro um sincero feliz natal é o único que podemos fazer. Sem acreditar no poder de nossas ações, nos deixamos embarcar num jogo perigoso. De que necessitamos para trocar esse faz de conta, por um enfrentamento digno de nossos talentos em 2017? Como andam nossas perspectivas? Reafirmam nossos medos ou nos preparam para o combate? Negam nossos abismos ou trabalham para construir pontes que nos ajudem a começar uma jornada que valha a pena? Mais importante: o que poderá nos indicar – em termos práticos – um princípio forte o suficiente, para que construamos um ano 'novo' de fato?
]]> Ler o artigo completoEram as vésperas de um Dieciocho, como carinhosamente chamam os chilenos às celebrações que comemoram a separação do seu país da coroa espanhola, dada em 18 de setembro de 1810. Um amigo mapuche me enviou um artigo cujo título perguntava de que independência falavam, afinal, os chilenos. Meu coração de estrangeiro adotado experimentou, de uma só vez, uma torrente de sentimentos bem distintos.
]]> Ler o artigo completoNão é fácil fazer valer nossa individualidade, ainda mais quando a colocamos a serviço de objetivos comuns. Mas, honestamente, tampouco há nada mais gratificante que somar forças, talentos e ideais, na construção de um legado comum. Todos #porLatinoAmerica!
]]> Ler o artigo completoNão somos caminho nem chegada
Nem o trabalho nos define
Menos ainda um sobrenome
Nem as luzes ou o picadeiro
Nem vícios ou virtudes
Ou sim?
Será um faz de conta
Isso de ‘somos’?
Um delírio ou precipício
Um lago cruz ou ponta
De infinito
Quem sabe sonho ou castigo?
Ícaro talvez
Ou seu íntimo labirinto?
Texto rápido, contaminado pela genialidade de PAUL WATZLAWICK, doutor em Comunicação, arauto do Construtivismo, autor de vários livros-convites a novas perspectivas e percepções.
]]> Ler o artigo completoA ideia é mais antiga do que pensamos, e pese a ser coisa muito nossa, não é exclusividade brasileira ou latina. Usar de artifícios mágicos para 'trazer o amor de nossa vida' é coisa mais comum do que se admite, e algo moralmente justificável para muita gente. Você? Já encomendou sua mandinga de amor?
]]> Ler o artigo completoFoi Simone de Beauvoir quem disse, 'Querer ser livre é também querer livres os outros'. Por que frases desse tipo ainda nos soam tão distantes? Para uns, não fazem qualquer sentido; para outros, soam a utopia, quando deveríamos tomá-las como sentença fundante para nossas relações. Como reverberam em você?
]]> Ler o artigo completoO cheiro importa. O frasco de perfume não. Os olhos importam, a maquiagem não. O sabor da boca revolve todo o mundo, as palavras bonitas boiam. Importa deixar-se tocar pela vida e tocá-la. Despi-la e despir-se. Importa que nos perdoemos quando perdemos de foco o que importa. Importa que aumentemos quando encontramos o que importa. Importa seguir.
]]> Ler o artigo completoQuantas vezes experimentamos de amores? Isso mesmo, substantivo minúsculo plural preposicionado, nada do Amor imperativo, maiúsculo, distante – sem fim – protegido pelo triste séquito de solidões, desamparos e loucuras. Já pensou de onde brotariam os instintos de guerra, se construíssemos um amor em cada esquina?
]]> Ler o artigo completoNoutro dia, em meio aos ruídos das torcidas pró e contra impeachment para a presidente Dilma, uma amiga pegou carona numa sentença de Ruy Barbosa, para responder à parcela dos manifestantes que vê, na insatisfação com as políticas do governo, boa seara para reaquecer as mofadas cinzas intervencionistas, que tanto nos caracterizam. Mas até que ponto nossas defesas à democracia nos ajudam a formar democracia?
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