arcano do aleph

“Alho e safiras na lama...” T.S. Eliot, Quatro quartetos, 1943

Thiago Castilho

Advogado e escritor, um homem de leis e letras. Acredito que a arte pode “ensinar a viver”. Ensinar a viver significa ensinar a lutar pelos seus direitos e a amar melhor a si e a toda humanidade. Adquirir o conhecimento e transformá-lo em sabedoria de vida no palimpsesto do pensamento. Eis meu ideal intelectual que busca realizar a experiência do autoconhecimento, não sei até se do absoluto e talvez do Sublime aplacando assim minha angústia existencial, sem soteriologia, porque ao contrário de Heidegger não acho que somos seres-para-a-morte, mas seres-para-a-vida e seres-para-o-amor.

FELICIDADE FREUDIANA

O que é a felicidade?


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O que é a felicidade?

Pode ser tanta coisa,

um beijo apaixonado na pessoa amada depois duma absurda ausência,

um diálogo recheado de idéias filosóficas e psicanalíticas,

a liberdade de ser quem eu sou,

a metamorfose de um inimigo em amigo,

tudo que engorda: chocolate, sorvete e Leite Moça,

uma xícara de café acompanhada de um bom livro numa doce,

fria e avermelhada tarde de domingo,

uma taça de vinho no sábado a noite ou duas ou três com pizza,

um churrasco com familiares e amigos ao som de músicas antigas,

o sorriso inesquecível de nossa mãe,

o sono suave de nosso filho,

o olhar do nosso cachorro amoroso e leal,

uma canção nova do Chico Buarque sobre o velho amor.

Mas o que é a felicidade?

Pode ser tanta coisa...

Uma coisa é certa: nunca é tarde para ser feliz de verdade.


Thiago Castilho

Advogado e escritor, um homem de leis e letras. Acredito que a arte pode “ensinar a viver”. Ensinar a viver significa ensinar a lutar pelos seus direitos e a amar melhor a si e a toda humanidade. Adquirir o conhecimento e transformá-lo em sabedoria de vida no palimpsesto do pensamento. Eis meu ideal intelectual que busca realizar a experiência do autoconhecimento, não sei até se do absoluto e talvez do Sublime aplacando assim minha angústia existencial, sem soteriologia, porque ao contrário de Heidegger não acho que somos seres-para-a-morte, mas seres-para-a-vida e seres-para-o-amor..
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