Carlos Drummond de Andrade


"Se procurar bem, você acaba encontrando não a explicação duvidosa da vida, mas a poesia inexplicável da vida."

Carlos Drummond de Andrade, contista, cronista e poeta brasileiro. Nasceu em 31 de Outubro de 1902, Itabira, Minas gerais e faleceu em 17 de Agosto de 1987, Rio de Janeiro com 84 anos de idade. Famoso cronista brasileiro que trata de assuntos sérios com espírito aberto e humor.

Nasce e passa a infância numa fazenda. Entra para o jornalismo no Diário de Minas em 1930 e lança seu primeiro livro, Alguma Poesia. Estuda em Belo Horizonte e em Nova Friburgo RJ.

Forma-se em farmácia 1925 em Ouro Preto, mas não exerce a profissão. Em Belo Horizonte, integra o grupo que funda A Revista, publicação literária de tendência nacionalista que se torna o veículo mais importante do modernismo mineiro. Assume a chefia de gabinete do Ministério da Educação, no Rio de Janeiro, em 1934. Permanece no serviço público até a aposentadoria. Ligado ao Partido Comunista Brasileiro no início dos anos 40, escreve poesias de fundo social, como Sentimento do Mundo 1940 e A Rosa do Povo 1945. Mas a indignação com as desigualdades sociais não lhe tira o profundo lirismo, o senso de humor e a emoção contida.

A partir de Claro Enigma 1951 volta a registrar o vazio da vida humana e o absurdo do mundo. Em 1954, passa a escrever crónicas no Correio da Manhã e, em 1969, no Jornal do Brasil. Entre seus livros de crónicas estão Lição de Coisas 1962, Os Dias Lindos 1977 e Boca de Luar 1984. O seu livro O Amor Natural é publicado postumamente.


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