Linguagem Arquitectónica IV


Citando o ilustre Seven, "Não há arquitectura sem projectos, não há projectos sem obras, não há obras sem operários e não há operário da construção civil que se preze que não mande um piropo quando passa uma mulher em frente ao estaleiro. Devemos, pois, considerar este modo de expressão particular do pedreiro e do trolha como um ramo da linguagem arquitectónica que merece ser analisado e estudado nas suas mais diversas manifestações."

Aqui ficam mais alguns desabafos (via epicentro) desses seres que povoam os estaleiros:

-A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu

-Só queria que fosses uma pastilha elástica para te comer o dia todo.

-Tens um cú que parece uma cebola! É de comer e chorar por mais!

-Oh boa, com um cú desses deves cagar bobons!

-És como um helicóptero: gira e boa! (esta é linda)

-Um dia pensei Levar-te no meu coração Mas depois topei Que era muita areia para o meu camião...

-Usas cuecas TMN? -É que tens um rabinho que é um mimo!

-Belas pernas! A que horas abrem?

-Ó Fevera! Junta-te aqui à brasa!

-Ó joia! Anda aqui ao ourives.

-Ó morcôna, comia-te o sufixo! (Esta é, sem dúvida, a melhor!!!)

-Ó linda, sobe-me à palmeira e lambe-me os cocos...

-Sabes onde ficava bem essa tua roupa? Toda amarrotada no chão do meu quarto!

-Contigo filha, era até ao osso!


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There are those that look at things the way they are, and ask why? I dream of things that never were, and ask why not?
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