Mercado de Comunicações



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A Anacom autorizou, de forma condicionada, a oferta grossista de banda larga (wholesale) da PT Comunicações, a partir de 19 de Maio próximo. Mas o regulador exige que a PT baixe os preços máximos mensais do acesso local com agregação ATM, independentemente da classe, dos actuais 9,5 para 7,5 euros. Também impôs a extensão da gratuitidade aos prestadores dos pedidos de alteração de débito, qualquer que seja o modo de agregação e independentemente de se tratar da alteração de um prestador de serviço. A PT tem um prazo de 10 dias para incorporar estas alterações. Miguel Horta e Costa tinha anunciado a 8 de Abril que a PT pretendia quadruplicar a oferta grossista de banda larga sem custos adicionais para os utilizadores, de 512Kbps para 2Mbps, enquanto os clientes com acesso internet de 1Mbps passariam para 4 Mbps. Além disso a PT pretende estender a oferta aos 4 Mbps e aos 8 Mbps por todo o país, tendo como objectivo terminar o ano com uma oferta de 20 Mbps. Zeinal Bava adiantou que a PT pretende investir ao longo deste ano, cerca de 250 milhões de euros no desenvolvimento tecnológico, parte dos quais aplicados na rede ADSL.

A Oni, por seu lado, está descontente face à solução escolhida pela Anacom relativa à oferta grossista de ADSL da PTC. O operador receia “que a presente deliberação possa vir a contribuir para o reforço de uma posição dominante do grupo PT que já não tem paralelo em mais nenhum país da UE. No entanto, a Anacom recebeu comentários da Oni e da Sonaecom onde dizem que “a nova proposta traduz melhoria significativa face à anterior”.



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