A gastronomia em Astérix #2


Consolidada a série, com os seus personagens, estilo e tiques, começam a surgir as grandes histórias. As referências gastronómicas, essas continuam e refinam-se. N' O escudo de Arverne o motor da história é o chefe Abraracourcix, o seu excesso alimentar e a consequente crise de fígado. Goscinny explora o assunto como só ele sabe e logo nas primeiras páginas temos um roteiro gastronómico devidamente comentado. Mais à frente há uma cena inversa em que a dieta é constituída por alguns legumes cozidos e por... um bago de uva!

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A aventura Astérix nos Jogos Olímpicos abre com uma série de derivações sobre a melhor forma de preparar cogumelos (pergunta-se o que isto terá a ver com resto): sopa, omelete, salada ou simplesmente salteados, para não perderem o sabor...

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Já na grécia, durante os treinos, há o episódio em que os atletas espartanos - que se alimentam exclusivamente de caroços de azeitona e banha, nas palavras dos próprios - se revoltam ao inalar o cheiro proveniente dos festins dos seus comparsas romanos...

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Toda a história Astérix e o caldeirão se baseia na caça aos sestércios que se encontravam dentro do dito cujo e que foram roubados misteriosamente. Mas atenção: trata-se de sestércios que cheiram a cebola pois foram ocupar o lugar de uma suculenta sopa de cebola que lá se encontrava antes.

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É em Astérix na Hispânia que surge um dos personagens mais risíveis e também mais carismáticos da série: Ordalfabétix, o negociante de peixe (nem sempre fresco segundo dizem). E não podia surgir da melhor maneira, com uma sequência antológica de compra/aluguer e arremesso de peixes e zaragata obrigatória:

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