O tempo das banheiras


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No final dos anos 50 era assim que a América via o estereótipo do carro familiar: dimensões megalómanas, litros e litros de cilindrada, grelhas agressivas, traseiras em asa de avião, toneladas de cromados, mudanças na coluna de direcção e lugar para 3 passageiros à frente, linhas horizontais, cintas brancas nos pneus... Este cartaz de propaganda do Dodge modelo de 1959 versão convertível dá bem conta disso; também era comercializado nas versões hardtop e descapotável. A Ford, Cadillac, Oldsmobile, Buick, Chevrolet, etc. afinavam pelo mesmo diapasão. Por cá, em tom de inveja mal disfarçada, chamávamos-lhes banheiras.

Por lá era apenas o tempo do Rock and Roll, da brilhantina, das Juke-boxes e dos batidos de morango e chocolate; o tempo da prosperidade e do consumismo desenfreado; o tempo de Elvis, Dean e Brando... Um tempo de nostalgia com um sabor a paraíso perdido que a América nunca antes tivera nem voltará a ter. Os automóveis foram um símbolo dessa sua época não de ouro, mas de crómio...

Chuck Berry, Johnny B Goode

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