
O Requiem de Mozart, composto em 1791, foi a sua obra derradeira. Tornou-se controversa porque até aos nossos dias não se sabe até que ponto estaria acabada à data da sua morte nesse mesmo ano ou não teria sido concluída por outra pessoa. Seja como for, é uma obra paradoxal porque é triste e séria ao contrário do tom jovial e quase infantil da maioria das suas composições mas a sua beleza é extraordinária. Ouvi-la hoje, no aniversário do seu nascimento, é mantê-lo vivo.
Wolfgang Mozart, Requiem KV 626 - Lacrimosa
deixe o seu comentário
Os comentários a este artigo são da exclusiva responsabilidade dos seus autores e não veiculam a opinião da obvious sobre as matérias em questão.
comments powered by Disqushfm
Bela homenagem!
Dina
Não é o meu preferido, mas é digno da minha total admiração.
E pronto, bom f-d-s.
Bárbara Quaresma
Linda...esta composição!
Pianoman
O Requiem NÃO foi acabado por Mozart. Ele morreu antes de o poder fazer. Isso é certo e seguro. A versão que hoje em dia mais frequentemente ouvimos (da qual faz parte o "Lacrimosa" aqui apresentado) é a completada pelo seu aluno Süssmayr.
seven
Sim, também sei desse facto embora não tenha encontrado nada que garantisse a sua veracidade. Tanto quanto consegui saber há apenas conjecturas...
Pianoman
Pedindo antecipadamente desculpas por discordar, digo que em relação ao facto de Mozart ter terminado ou não o Requiem não há conjecturas. Facilmente se consegue ao fragmento de partitura que Mozart efectivamente escreveu. Eu tenho-a (pdf). Ele apenas escreveu completamente a 1ª e 2ª partes (o requiem e o kyrie). Como exemplo posso dizer que em relação ao lacrimosa só escreveu 8 compasso. Em outras partes escreveu apenas alguns instrumentos.
seven
Não sabia disso e agradeço-lhe o esclarecimento. Não precisa de pedir desculpa por discordar; está no seu pleno direito. Obrigado e volte sempre