O lixo de Tim Noble e Sue Webster

O Cláudio enviou um mail a chamar a atenção para o trabalho de Tim Noble e Sue Webster que é, no mínimo, invulgar. Este consiste em juntar uma pilha de objectos (lixo) de uma forma aparentemente aleatória e de seguida ilumina-la com um foco de luz. O resultado é incrível.
No meio da amálgama de lixo estão escondidas formas que somente se revelam em forma de sombras projectadas numa parede. Ambos os autores trabalham em Londres, tendo o seu trabalho sido já integrado em exposições de Arte Contemporânea da Royal Academy.
Obrigado Cláudio.




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16 comentários
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Excelente!
Isso é de artista!
Para verem as trapalhadas que se passam em Portugal vão aqui:
Abraço
Tiago
Tiago em 2 de julho de 2007
Frequência Jovem em 2 de julho de 2007

De fato, essa forma de arte é no mínimo original.
Achei fantástico.
Pedro em 3 de julho de 2007

fantástico
graça sá em 2 de agosto de 2007

nossa super legal, incrivel...
parabens
beijos
suzany em 6 de novembro de 2007

Simplesmente fantastico bela Instalação ....muito bem bolada!
Paulo Mauricio em 14 de fevereiro de 2008

ESTÁ ALTAMENTE
ABDUL MAGIDE em 10 de fevereiro de 2009

Gostei. Me fez lebrar das sombras da caverna ... O que é real e o que é imaginário.. Qual destes escolher? A realidade sem cinza (o lixo) ou as sombras e onírico?
R.C. Quaresma em 23 de abril de 2009

Gostei. Me fez lebrar das sombras da caverna ... O que é real e o que é imaginário.. Qual destes escolher? A realidade sem cinza (o lixo) ou as sombras e onírico?
R.C. Quaresma em 23 de abril de 2009

Arte contemporânea assim, sim!
Pedro Elias em 26 de abril de 2009

Uau!
Anne de Araújo Baliza em 25 de junho de 2009

Que marávi! bela sacaDA!
mila goudet em 18 de agosto de 2009

Maravilhoso trabalho..isso é um artista que sabe mecher não somente com a estética da lúz, mais com o objetos atraves dela.
Tchélo Figueiredo em 7 de dezembro de 2009

Impressionante...
Sem palavras..
Mario em 16 de dezembro de 2009

Um LUXO!
Sue em 31 de dezembro de 2009

Ate onte vai a criatividade humana? fantastico esse processo do artista que consegue ver criação onde poucos nao veem nada! otimo!
Robson Lopes em 2 de janeiro de 2010
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