doença de alzheimer

publicado em outros por jr em 22 set 2007 | 44 comentários

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A Doença de Alzheimer é uma doença degenerativa, progressiva e irreversível que compromete irremediavelmente o cérebro causando alterações comportamentais profundas, dificuldade no raciocínio e na articulação do pensamento e diminuição da memória, com efeitos devastadores sobre o doente e sobre a família. Estima-se que no ano 2040 12 a 14 milhões de americanos serão portadores de doença de Alzheimer.

Em Portugal são 60 mil as vítimas de Alzheimer, cujo Dia Mundial foi assinalado ontem, sendo o número de pacientes no Brasil estimado em 1,2 milhões e 4,5 milhões nos EUA, onde a doença é responsável por 100.000 óbitos por ano e constitui a quarta causa de morte em adultos. Em função do envelhecimento mundial global este número aumentará dramaticamente e em 2050 existirão 100 milhões de portadores e, destes, 2/3 habitarão países em desenvolvimento, contra os actuais 26 milhões, 40% dos quais em fase avançada.

A Doença de Alzheimer pode manifestar-se muito cedo, com casos não documentados de Alzheimer aos 28 anos de idade, mas é mais usual a sua eclosão a partir dos 40 anos de idade, com a incidência a aumentar de forma exponencial a partir dos 60. Sabe-se que a partir dos 65 anos 10 a 15% da população será afectada, e que a partir dos 85 anos praticamente metade dos indivíduos apresentará a doença.

Os sintomas mais comuns passam pela perda gradual da memória, principalmente memória recente, declínio no desempenho de tarefas quotidianas, diminuição do senso crítico, desorientação temporo-espacial, alterações da personalidade, dificuldade na aprendizagem e dificuldades na área da comunicação inter-pessoal. Segundo dados estatísticos, nos EUA 70 a 80% dos pacientes são tratados no domicílio, o que demonstra cabalmente a importância do ensino e da orientação da família nas questões relativas aos cuidados e à gestão desses pacientes. Os doentes restantes permanecem ao cuidado de clínicas especializadas.

Como se trata de doença que acarreta grande impacto no seio familiar, e estimando-se em média 3 familiares directa ou indirectamente envolvidos, o número assustador de mais de 13 milhões de pessoas nos EUA, 4 milhões no Brasil e 200 mil em Portugal, são de alguma forma atingidas por esta verdadeira epidemia. As alterações geradas dentro da família são de tal modo dramáticas que se impõe a necessidade urgente de se implementarem medidas de apoio, tanto para o doente como para seus familiares. Ao contrário de certos países europeus e dos EUA, nem Portugal nem o Brasil têm planos para enfrentar esta grave questão, registando-se apenas algumas iniciativas tímidas, isoladas e sem um elemento coordenador e aglutinador que, dada a dimensão do problema, se impõe ser o Estado.

Importa salientar que só nos EUA existem mais de 1.000 grupos oficiais de suporte familiar e 207 associações com acções regionais. Quer em Portugal quer no Brasil existem, no entanto, algumas, muito poucas, organizações que desenvolvem um trabalho de investigação, de divulgação do Alzheimer e de apoio ao doente e à família que tem sido extraordinariamente meritório, como o caso da Alzheimer Portugal e da Associação Brasileira de Alzheimer.

Mas urge urdir rapidamente um plano e uma rede concertada de divulgação e apoio aos doentes de Alzheimer que permita ultrapassar mais uma vez as insuficiências gritantes do Estado, que sempre que o negócio ameaça mexer no seu bolso se demite curto e grosso das suas responsabilidades. Por este motivo as Associações que lutam contra o Alzheimer necessitam do nosso apoio, do seu apoio: ajude-as e ajude-se a si próprio a preservar o seu futuro.

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44 comentários

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Sou uma simples rapariga de 14 anos que não dava muita importância aos meus familiares mas quando soube que a minha avó tinha a doença de alzheimer fiquei muito preocupada com ela começando-lhe a dar mais importância (tinha medo que ela morresse)...!?!?
Agora que estou dentro da doença e já sei do que se trata, para mim foi muito dificil aceitar tudo isto tento ajudar a minha avó em tudo o que consigo mas ela quanda vez ta a ficar pior e não sei o que fazer...!?!?
Preciso rapidamente de ajuda por favor alguem me ajude!

Cátia Marques em 11 de janeiro de 2008

eu não ligava muito a doenças, era como se não existissem, mas quando fiquei a saber que o meu avô tinha alzheimer, fiquei preocupada e com medo que acontecesse alguma coisa.... aconselho a todas as pessoas que tenham atenção a este tipo de doença, porque é muito grave....

marcia em 22 de janeiro de 2008

olá Catia sei pelo que esta´s a passar, porque eu já passei pelo mesmo pois a minha mâe faleçeu com essa doença..aconçelho-te a ter paçiencia e dar-lhe todo o carinho que possas e todo o apoio, não dizes qual a idade da tua avó, mas presumo que já tenha idade avançada.... se assim for já sabes não há cura...muitos beijos para ti e tenta distrair-te, para que tanbem não fiques afectada psicologicamente....

odete martins em 25 de fevereiro de 2008

Bem eu tenho uma tia com essa doença e é horrivel como essa doença deu cabe da minha tia ela n sabe quem é nem fala nem sente por vezes tenhO medO que mais alguem venha a sofrer disso sabendo que essa doença pode passar de familia =(

sónia Filipa em 9 de abril de 2008

so agora soube que a minha mae tinha alzheimer e quando se soube já estava em estado avançado eu penssava que era normal da idade agora está a ser muito dificil para mim e para o meu filho que neto vela dia para dia ficar cada vez pior

cristina serra em 9 de abril de 2008

O meu avô também sofre desta doença e tem uns dias melhores e outros piores, mas acabei de ler uma noticia que me deixa com um bocadinho de esperança. Ainda não é dada como certa, mas parece que os cientistas ingleses estão a ter algum sucesso na procura da cura para esta doença cada vez mais abrangente. Se estiverem interessados em ler um bocadinho sobre esta "descoberta", cá vai o link: http://blog.uncovering.org/archives/2008/04/a_cura_da_doenc.html

Espero que seja verdade,porque o meu avô é demasiado importante para o perder.
Saúde a todos.

Catarina em 21 de abril de 2008

Tenho um Famíliar com a doença alzheimer por vezes quando vamos jantar esse Famíliar está sempre a repetir a mesma conversa e por outras vezes nós dizemos já contou e daqui a bocado fala outra vez do mesmo assunto.

**** A todas as pessoas que teêm alzheimer, FORÇA!****


tenho 10 anos.

Mariana silveira em 1 de maio de 2008

Alguém me sabe informar se será possível experimentar este tratamento no nosso Portugal?

cristina vicente em 17 de maio de 2008

TENHO MEU PAI COM A DOENÇA DE ALZHEIMER JA NÃO SEI COMO LIDA COM A SITUAÇÃO. OS MEDICOS DE FAMILIA NÃO ME ORIENTA NÃO TA ESCRITO EM NENHUMA ASSOCIAÇÃO E NÃO DA MEDICAÇÃO PARA ISSO JA NÃO SEI O QUE FAÇO ME AJUDEM POR FAVOR

ROSANGELA NEVES MOURÃO em 29 de maio de 2008

Para os interessados, eis um vídeo bastante emocionante sobre alzheimer:

"Testamento de um doente com Alzheimer"
http://www.youtube.com/watch?v=IPV8DBdTnEg

pinkci em 8 de junho de 2008

eu nao esto muito informada sobre esta doença mas tenho alguem na minha familia que apresenta alguns sintomas e eu gostava de saber se a perda de sensibilidade tambem esta relacionada com esta doença???

catia guerreiro em 30 de junho de 2008

m mae tem alzheimer ja ha 4 anos,setembro ano passado teve 1 avc,foi-se logo abaixo,ta acamada,ja n conhece ninguem e ja n fala,e ser que mais amo neste mundo,sei que mais tarde ou mais cedo ela vai,pois ta fase terminal...espero que ainda fique mts anos ao pe de mim,pois so sorriso dela(que sao muitos)me faz mt feliz!

fatima em 30 de junho de 2008

a minha avó ja tem diagnosticada a DA á 13anos,e desde essa altura está na minha casa,temos passado todo o tipo de fases,lembro-me que ao fim de uns anos deixou de falar e fazer qualquer acção por iniciativa e houve um dia que tinhamos acabado de jantar e estava um bolo em cima da mesa e uma faca e ela pegou e cortou,mas em seguida nada fez,mas eu e os meus pais ficamos a sorrir felizes so porque tinha feito algo...hoje em dia estamos a caminhar para a fase terminal,ja nao faz nada sozinha e começa a ter os membros superiores a ficarem rigidos...começo a sentir um aperto no coração,mas sempre com um sorriso para a minha "neta",pois ja á muito que sou eu a avó! :-)
Bem haja para todos e muita força mesmo quando so a tristeza nos atormente.

patrícia em 15 de julho de 2008

minha mae morreu fez em junho 1 ano depois de estar 3 anos acamada e sem me reconhecer.Pensava que a tinha tratado muito bem mas hoje ao ler sobre este assunto tenho um nó na garganta e acho que podia ter feito melhor, dar mais carinho e compreenção.deixei-me afectar demais e quase fiquei doente.amanha posso ser eu a ficar nessa condição e gostava de contar com toda a compreesão dos meus filhos.Ainda tenho o meu pai e a minha sogra para cuidar, vou tentar compensá-los a eles.Descansa agora querida mae.

maria josé em 18 de setembro de 2008

Exmos Senhores.
Tenho 48 anos, de algum tempo a esta parte, venho notando em mim algo de anormal, como por exemplo a perda de memória, o esquecimento, a falta de vontade de fazer coisa triviais, a vislumbração de objectos ou coisa em movimento, sombras, a falta de lembrança de nomes e a perda sistomática de periodos de conversa.
perante o que aqui relato serão estes sintomas da doença de alzheimer, isto esta a deixar-me um pouco apreensivo e daí a relatar-vos o meu problema na ansia de ser esclarecido.
por vergonha ou medo da realidade, ainda não puz esta questão ao meu medico.
por esta razão tambem solicitava a V.ex o emcaminhamento para um medico da vossa confiança.
Desde ja envio os meus sinceros agradecimentos.
o meu muito obrigado
aguardo noticias Vossas.

fernando loureiro em 21 de setembro de 2008

ola!!!tb compreendo todos, tenho uma avó que infelizmente sofra dessa doença...
e esta acamada, nao convivo mt com a minha avó devido a ela estar longe de mim...
força para todos..

daniela castro em 24 de setembro de 2008

Cientistas vinculam ómega 6 a doença de Alzheimer

Um novo estudo sobre a doença de Alzheimer encontrou evidências de que um ácido gordo presente nos ovos, nozes e óleos vegetais - ómega 6 - pode prejudicar a função cerebral da memória.

O ómega 6 tem vindo a ser promovido como parte de uma dieta saudável porque reduz colesterol, mas investigadores do Instituto para Doenças Neurológicas Gladstone (Gind, em inglês), na Califórnia, encontraram indícios de que a substância destrói células do cérebro de ratos de laboratórios.

Num artigo publicado na revista Nature Neuroscience, os cientistas dizem que o ómega 6 interferiu na membrana que protege o cérebro de toxinas. O resultado foi que as células responsáveis pela memória nos ratos foram destruídas.

O estudo sugere que a redução da quantidade de ómega 6 pode, portanto, impedir o desenvolvimento da doença de Alzheimer.

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&id_news=354793

Octavio Ferreira em 10 de novembro de 2008

Ola a minha avo(materna) sofre dessa doença, eu vivo só com a minha mãe e nunca nos apercebemos que ela tinha essa doença.ela sabia o que tinha ma como não convivíamos muito com ela (nos vivíamos na mesma localidade mas estávamos mais interessadas no trabalho e na escola e não lhe ligávamos muito). Ate que no dia 7 de Junho ela lembrou-se de por um banco em cima de uma cadeira e subiu e o resultado foi que la caiu e partiu um pé.
como nos éramos a única família que ela tinha a viver perto dela ela teve que vir viver para nossa casa... ao principio foi muito "fixe" mas com o tempo apercebe-mo-nos da situação dela. ela repetia muitas vezes a mesma coisa , esquecia-se onde estava, estava sempre a falar de coisas antigas e não se lembrava do que tinha feito no dia anterior! foi horrível passarmos 3meses com ela nunca tínhamos lidado com esta situação e não sabíamos como reagir! agora ela esta na régua com o outro filho, porque eu e a minha mãe entramos num estado lastimável,tivemos as 2 com uma depressão, a minha mãe entrou em atestado no principio de Outubro e ainda não conseguiu ir trabalhar! Eu confesso não tenho muita paciência para estar com ela muitas vezes fico triste mas não sei porque, tento-me controlar ao por um sorriso mas a tristeza vence, eu não sei mais o que fazer, como agir com ela. sei que um dia ela vai partir e e isso que tenho mais medo, ela e minha avo e seria muito duro perde-la.
Chamo-me valeria e tenho 13 anos.

Valéria Teixeira em 10 de novembro de 2008

Que vos posso dizer? A minha mãe sofre de Alzheimer há 7 anos e sou só eu e meu marido a cuidar dela.Não temos filhos.Eu tenho 47 anos e sou funcionária da Ad.Publica. O meu marido que é mais velho entrou na pré-reforma. Fomos sempre muito felizes mas com a doença de minha mãe a vida modificou-se por completo desde termos de sair da nossa casa que é pequena para ir para a dela.Desenraizamo-nos. Tenho uma senhora que trata dela até eu chegar do emprego mas aos fins-de-semana não tenho ninguém. Lutarei até ao fim das minhas posses para lhe dar a dignidade que merece e todo o amor, muito amor que necessita- como ela sempre me deu. No entanto, sinto que estou a perder forças de dia para dia. Estou esgotada e de toda a alegria de vida que sempre tive, tudo desapareceu. Na frente de minha mãe coloco a máscara da alegria mas quando estou só estou mesmo muito só. Deixei de falar, de cantar, deixei de ter vida, perdi a minha vida. Os cuidados a ter são caros, os medicamentos também mas a minha mãe continuará na sua casa até deixar de saber onde se encontra. Não sei quando isto acontece nem sei se partirei primeiro. tenho uma irmã mas esta doença é muito dificil e estou só.Sinto uma profunda tristeza ao olhar para minha mãe e lembrar-me da grande mulher que foi toda a vida. Porquê chegar a tal degradação? É verdadeiramente penoso tratar um doente de Alzheimer.

Maria Clara Dias Marques em 15 de novembro de 2008

chamo me isabel.pertenco a uma aldeia de santa comba dao.fui criada com os meus avos,meus pais eram emigrantes.em 2005 foi diagnosticado alzheimer na minha avo,ja em estado avancado.hoje ja nao reconheco minha avo,ja nao come sozinha,usa fralda ,ja nao conhece quase ninguem.ela e como minha mae,tenho muito medo de a perder.hoje estou na suica e quando telefono a minha mae,peco pa falar com ela.ja nao fala muito,mas eu nao quero que ela me esqueca porque eu tenho a no coracao e no meu pensamento pa toda a minha vida.custa me ve la assim quando la vou de ferias.

isabel ramos em 16 de novembro de 2008

convivo com esta horrível doença há mais de cinco anos, cada dia a minha mãe fica pior. Está sendo muito penoso para o meu pai, não temos nenhuma ajuda psicológica, muitas vezes não sabemos o que fazer. Se existe essa possibilidade de cura por favor apressem, seria um milagre maravilhoso ver a minha mãe vivendo a sua vida normal novamente. no dia que esse medicamento se tornar uma realidade faremos o possível e o impossível para adquiri-lo não importa o preço.

Lucy Lopes

lucy lopes em 7 de janeiro de 2009

Lucy, resta-nos esperar que a cura seja breve. Muita força.

Author Profile Page bjr em 7 de janeiro de 2009

Encontro-me a estagiar num lar de terceira idade e deparei-me pela primeira vez com uma idosa portadora da doença de alzheimer.Reparei no imprecionante facto de essa senhora apenas recordar as suas irmas, pai e mae, da sua infancia, vida de casada...
Agora tenho de defender uma tese e o tema escolhido é precisamente este...
cada vez mais me apercebo de que o alzheimer é uma doença muito inconstante e bastante complicada para quem toma conta do doente... varia muito de pessoa para pessoa... cada caso é 1 caso

joana soares em 16 de janeiro de 2009

Para Joana Soares,
Tem razao quando diz que cada caso é um caso, mas provavelmente essa idosa que agora apensa se lembra do passado também o irá esquecer...a minha avó tambem numa fase so falava do passado,agora nestes longo 14 anos já nem uma palavra diz, nem um som, nada.
Tem razao que é bastante complicado para quem toma conta do doente, pois só quem cuida 24h, todos os dias é que sabe o quanto inconstante é.

Patricia em 16 de janeiro de 2009

Sou portuguesa, no meu país os doentes de Alzheimer que recebem tratamento adequado para o tipo e grau da doença que o afecta tem de possuir algum rendimento. Os medicamentos são caros e, para manter a dignidade do doente é necessário muita despesa.
A minha mãe sofre de Alzheimer há cerca de 9 anos. Há 9 anos que estou com ela. A minha vida foi mudando, fui ajustando às necessidades dela e neste momento eu não tenho vida.
Sou casada e tivemos de deixar a nossa casa para casa da mãe que é maior que a minha e a édica não queria que a mãe saisse do seu ambiente a que estava habituada. Tenho um marido maravilhoso que me tem ajudado muito mas ele é genro e eu é que sou a filha. Quem cuida e ajuda o cuidador? Eu também necessito de ajuda porque precisamente estes doentes apresentam facetas diferentes de dia para dia. Tenho lido muito, dou todo o amor que tenho porque eles necessitam muito de amor mas e nós que cuidamos dos nossos doentes? Que sacrificamos a nossa vida com custos muito elevados e por vezes sem retorno. Não tenho possibilidades de a colocar num lar próprio. Os preços são incomportáveis. Os lares que vejo são depósitos e com pessoal não preparado. Nunca colocarei a minha mãe em tais sitios mas sei que a minha vida ficará cada vez pior.
Não tenho um fim de semana com o meu marido, não tenho disposição para ler coisa que tanto gosto. Tenho perdido toda a vontade de viver.
A minha mãe terá tudo o que necessitar, não lhe faltará nada mas esta doença destrói tudo. A todos peço que não deixem de os acarinhar sempre. É tudo o que mais os faz feliz até ao dia em que a indiferença chega para ficar de vez. Enquanto levantarem o olhar para nós é maravilhoso.
Sofro muito por ela e pela minha vida que foi muito feliz mas perdeu-se.
Clara Marques

Maria Clara Dias Marques em 16 de janeiro de 2009

eu também sofri quando a minha mãe adoeceu, ela tinha 49 anos. esteve 5 anos doente, faleceu em 3 de Março de 1993.
Eu na altura tinha 19 anos, as pessoas que me ajudaram foram o médico de familia e uma enfermeira nossa vizinha.
chorei muito, sofri o que podem imaginar, porque tive de deixar o meu emprego para cuidar dela, da casa e dos meus três irmãos.
Dos 5 irmãos que eram 3 já faleceram com a doença e tenho uma tia acamada já à vários anos, só a mais nova por enquanto está bem.

Rosa Fernandes em 24 de março de 2009


Olá! Meu pai teve recentemente o diagnóstico de Mal de Alzheimer. Nós filhos estamos ainda sob o impacto da notícia. Faremos tudo para que ele tenha toda nossa compreensão e o carinho necessário a fim de que conviva com essa triste realidade.Eu tinha muita esperança de que aquele diagnóstico que nos foi revelado no início de fevereiro/2009 pudesse não ser verdadeiro. Porém, hoje não há dúvidas, nosso paizinho está cada vez mais apresentando os sintomas próprios da doença. Nos resta a esperança de os avanços da medicina possam o mais rápido possível descobrir a cura ou um maior controle desse Mal que está atingindo pessoas tão queridas das famílias brasileiras e do mundo inteiro. Quero compartilhar este momento com vocês que concerteza sabem muito bem o que estamos sentido ao lado de nosso amado pai.
Barbara Guedes

Barbara Vieira Guedes em 25 de março de 2009

Hoje vim ver algo sobre Alzheimer e vejo que como eu existem milhares de pessoas.Há coisa de 2 anos para cá vim assistindo a uma queda assentuada da memoria de meu marido de Dezembro2007 vim a saber que além da diabetes também estava com Alzheimer.Não foi facil aceitar pois e uma doença que deita abaixo quem está com eles diariamente Chorei sem parar quem me diria que eu não podia contar com o meu companheiro de 34 anos de casada que passava de esposa para mãe dele.
Tento dar-lhe uma vida digna o mais possivel. estar preso em casa isso não.
vai para um Lar durante o dia e á noite regressa pois eu ainda trabalho. As noites são dolorosas chega a não dormir toda a noite.
As pernas ficam no dobro e não á nada que o faça dormir.Não se pode deixar nada à mão dele que destroi tudo.usa já fralda todo o tempo tirá durante a noite e faz tudo para o chão.É preciso muita paciencia e muito Amor e peço a Deus que me deia muita saude para cuidar do Amor da minha vida.

Evangelina Sousa em 26 de março de 2009

preciso de esclarecimentos sobre essa doença,pois tenho uma pessoa na família q está com perda dea coordenação motora do lado direito(perna e braço).obrigada pela atenção.

cristiane em 5 de maio de 2009

tenho minmha mãe com sintomas e comportamentos que concluo serem atitudes de quem tem a doença de Alzheimer. Já não reconhece ninguém em casa e ela propria as vezes diante de um espelho, confunde a sua imagem com uma irmã sua. Muitas vezes ela se minja e até mesmo de borra. Pega na comida que lhe dão e deita na pia. Enfim recorda-se de gente morta há mais de 15 anos e ponhe-se a chorar como se acabassem de morrer naquele instante... enfim.

Casimiro Manuel Julia em 15 de maio de 2009

boa tarde tive a ler os vossos comentários pois ao fim de 20 anos sem mais nem menos apareceu a minha avó mãe do meu pai já falecido com esta doença e como o marido dela não quer tomar conta dela nem vela nós tivemos pena e ficamos a tomar conta mas têm sido muito dificil pois ela não dorme de dia nem de noite é muito agressiva ,eu não conhecia esta realidade o que me está afectar o sistema familiar pois não conseguimos ter descanso é muito complicado apenas peço a deus para nos ir dando paciência para a situação em si , podem pensar o que quiserem mas eu não tive contactos na vida com esta avó ela como sempre foi muito individualista os meus sentimentos para com ela são apenas de pena porque está mulher nunca sobe o que era ser mãe ou avó. obrigado pois fiquei a conhecer melhor a doença nós estamos a fazer o melhor para ela ter um final digno. OBRIGADO

Ana Costa em 29 de agosto de 2009

ola a todos .tenho a minha avo com essa doenca .foi lhe diagosticada em 2005,ela tinha apenas 59 anos.muito nova pra sofrer desta doença.esta a morar em casa da minha mae.eu morei 1 ano com ela,pois emigrei.custame muito ve la assim.ela e como minha mae.pois morei com ela ate aos 16 anos,meus pais eram emigarantes.aos 16 anos fui pro pe deles pra frança.nao chegou a 2 anos depois tivemos d vir todos pra portugal.minha avo andava com comportamentos esquisitos e fazia coisas sem sentido.meu avõ a vela assim sentiu se mal do coraçao e foi pro hospital.e ai tivemos de ir embora pra tratar deles e ver que se passava.meu avo graças a deus melhorou,foi so o choque.minha avo foi lhe diagnosticado alzheimer.mas em estado avançado.agora esta a deixar d ter força nas pernas .vai se abaixo delas,nao se segura.no outro dia minha mae lhe dava banho e ela caiu e bateu coma acara nas torneiras,aleijou se.os sintomas teem sido muitos.ja n conhece quase ninguem,nem o pro prio filho.sabe o nome dele,mas quando ele la ai nao o conhece e diz que nao e o filho dele.pois meu tio ta aqui comigo na suiça.pouco o ve e deve se ter esquecido.mas o mais emprecionante e que ela lembra se de minha tia ,namorada do meu tio,e estranho pois ela so a conheceu,ja tinha alzheimer.e estranho,certas pessoas do passado lembra se e do propio filho nao.e do presente que era normal nao se lembrar ,ela ainda se lembra de algumas pessoas.sera isso normal?eu acho estranho.ela de mim lembra se ,pois quando eu telefono peço sempre pra falar com ela.pois nao quero que ela se esqueça de mim.ela pra mim e como minha mae,tenho a no meu coracao e no meu pensamento.ela usa fralda,pois quando vai ao wc,nao faz e se for preciso 1 minuto depois faz pelas pernas abaixo.porque sera?custa me muito ve la assim.agora sou eu a avo dela.faço tudo por ela.so a quero ver feliz.pois nao sei quando sera a ultima vez que a verem.admiro a coragem da minha mae,deixou o estrangeiro pra tomar conta da mae.nao ha muitas filhas que fariam isso,normalmente metem nas logo num lar.mas a minha mae,deixou tudo e foi pra poortugal tomar conta dela.quero agadecer a minha avo por tudo o que fez por mim e a minha mae a coragem que ela tem.e a todos voces que convivem com esta doenca todos os dias,coragem e força.temos que fazer o possivele o impossivel por estas pessoas que teem a doença de alzheimer.obrigado pela vossa coragem

isabel ramos em 30 de agosto de 2009

gostaria de saber como posso ajudar pacientes com DA,sou estudante de fisioterapia, gostaria de saber masi sobre a DA e o q falta pra se tornarem amsi independentes, obrigada

jeane em 30 de agosto de 2009

tenho uma irmã que há um ano foi dianosticada alzaimer ela tem 49anos tem um quadro de depressão tambem a gente deve ficar atentos aos sintomas da doença para iniciar o tratamento. A familia é primordial .

maria aparecida em 21 de setembro de 2009

Olá
Sou presidente da ABRAZ aqui no Acre Brasil, precisamos de muito materia ilustrativo, principalmente os mais atuais. Sou Especialista em Gerontologia Social, mas, tenho um grande problema aqui em Rio Branco temos apenas uma Geriatra super ocupada e em certos momentos nos angustiamos pela falta de um diagnóstico perfeito para acompanharmos e orientar a familia e cuidadores.
grata,
Maria Leitão

Maria Leitão Bastos em 20 de outubro de 2009

Ola tambem convivo com a DA, minha mae é portadora da demencia e desde o inicio da doença ela e meu pai moram comigo e meu marido, atuo muito com estimulação e a medicação, ela é muito carinhosa, sempre, sou psicologa, gerontologa e neuro psicologa, as formações muito me ajudam a ajuda-la, mas seria muito bom se pudessemos manter um contato onde trocassemos informações... caso alguem queira meu e-mail rose.roma.c@gmail.com

Rose Roma em 22 de outubro de 2009

Olá
Tenho 31 anos e tive a dois dias conhecimento que foi diagnosticado na minha mãe a DA , algo que me custou a aceitar apesar de ela apresentar muitos indícios desta doença .Conheço bem os sintomas da doença no entanto sinto-me incapacitado por não conseguir inverter o seu percurso, sendo ele irreversível . Gostaria na eventualidade de alguém me poder ajudar com opiniões e concelhos para que possa minimizar o sofrimento dela e o de quem a rodeia .
Para tal deixo o meu email “ luís_dias_20@hotmail.com”

luis guerreiro em 20 de dezembro de 2009

gostaria de trocar algumas ideias com familiares de pessoas com a mesma patologia ,o meu pai teve essa doença durante 15 anos ,e uma doença muito complicada e o meu pai já faleceu á 5 anos Na altura não estava tão informada como estou hoje mas gostari de ajudar de alguma forma .gj

gertrudes jorge em 3 de abril de 2010

tenho estado atenta a alguns comentarios de pessoas com o mesmo problema que o meu,no baixo alentejo não há muita informaçao desta patologia tudo o que consegui foi atraves de leitura e de alguns artigos que ia buscar á biblioteca neste momento só para ajudar que precisa dos meus conhecimentos visto já ter perdido o meu pai com o mesmo ,esteve com essa doença durante 15 anos ,precisam de muito amor e dedicaçao neste momento a nossa sociedade e os nossos politicos não estao dispostos a ajudar quem mais precisa ,falta infrastruturas para nos ajudar porque precisamos de trabalhar e não temos quem nos ajude. o meu pai esteve no lar porque eu estava a trabalhar e não tinha quem ficasse com ele ,perdi a minha mãe no espasso de 8 dias e nao sabia o que fazer mas duramte 4 anos teve muito amor e carinho e todos merecem o nosso respeito

gertrudes jorge em 3 de abril de 2010

tenho estado atenta a alguns comentarios de pessoas com o mesmo problema que o meu,no baixo alentejo não há muita informaçao desta patologia tudo o que consegui foi atraves de leitura e de alguns artigos que ia buscar á biblioteca neste momento só para ajudar que precisa dos meus conhecimentos visto já ter perdido o meu pai com o mesmo ,esteve com essa doença durante 15 anos ,precisam de muito amor e dedicaçao neste momento a nossa sociedade e os nossos politicos não estao dispostos a ajudar quem mais precisa ,falta infrastruturas para nos ajudar porque precisamos de trabalhar e não temos quem nos ajude. o meu pai esteve no lar porque eu estava a trabalhar e não tinha quem ficasse com ele ,perdi a minha mãe no espasso de 8 dias e nao sabia o que fazer mas duramte 4 anos teve muito amor e carinho e todos merecem o nosso respeito g j

gertrudes jorge em 3 de abril de 2010

Seu blog é bom demais! Ainda bem que o encontrei.

essebe em 4 de abril de 2010

Eu uso o email que é da minha irmã, ela apresentou essa doença aos 49 anos ela não conhece mais os amigos ela trabalhava como enfermeira , um dia foi dar uma palestra e no meio ja não sabia de nada e até hoje lutamos contra essa doença que acabou com uma pessoa tão inteligente que sabia de tudo e hoje não sabe de mais nada.Estamos sofrendo, mas contamos com o carinho das pessoas quero agradecer por isso.

ana de fatima almeida em 6 de abril de 2010

a science et vie de dezembro, acho, ou novembro de 2009, trazia um artigo sobre a cura iminente desta doença, jr. os tipos falavam de dois medicamentos, em última fase de testes, um capaz de remover as moléculas em torno dos neurónios e outro capaz de impedir a sua formação.

sao em 6 de abril de 2010

ii !! esqueci o que ia postar!!!

Flávio Galdino em 24 de agosto de 2010

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