God is an Astronaut - Suicide by star

A música do God is an Astronaut é pura poesia para quem se atreve a mergulhar nos acordes de qualquer um dos quatro discos já lançados. Venha descobrir um pouco mais desta banda irlandesa.


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A Irlanda é mesmo uma ilha extremamente peculiar. Terra de grandes literatos, nos últimos trinta anos tornou-se também terra da música, basta citar o U2 como se não o maior, um dos maiores expoentes musicais das últimas décadas.

Além disso, a Irlanda também tem um cenário fervilhantes de novas bandas, dos mais variados estilo, que vai do farofa dos Corrs, ao indie populacho do Cranberries ao synthpop do Dark Room Notes. Um caldeirão de estilos que sempre resulta em hits ou em boas canções. Mas na terra de James Joyce também há um caso peculiar: o God is an Astronaut.

Formado há sete anos pelos irmãos Torsten e Niels Kinsella, o God is an Astronaut é uma banda totalmente instrumental, mas não imagine rock progressivo ou devaneios de guitarra. A banda faz um instrumental de melancolia pura.

A música do God is an Astronaut é pura poesia para quem se atreve a mergulhar nos acordes de qualquer um dos quatro discos já lançados: The end of the beginning (2002), All is violent, all is bright (2005, a obra-prima), Far from refuge (2007) e God is an Astronaut (2008). Canções como “Suicide by star”, de All is violent…, por exemplo, é uma amostra de como um sentimentalismo barato pode ser transposto para a música de maneira inteligente e tocante.

Para os poucos que conhecem a banda, mergulhar nesta discografia é quase a descoberta de um pote de ouro – e falar isso de uma banda de rock essencialmente instrumental é muito difícil. Para tentar entender um pouco mais a banda, fiz um bate-papo via email com Niels. A entrevista você poderá ler no artigo de amanhã.

Artigo da autoria de Danilo Corci

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