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crianças da guerra - as fileiras de estaline

publicado em fotografia por | 34 comentários

Durante a Segunda Guerra Mundial, quase toda a população da Rússia foi mobilizada para o esforço de guerra. Muitas crianças lutaram então lado a lado com os adultos, tendo em vista a derrota das forças invasoras alemãs. Estaline utilizou não apenas o sacrifício dos pequenos combatentes como até o aproveitou para fazer propaganda do regime. Eram as crianças da guerra.

guerra criancas cccp urss russia

Em qualquer conflito armado somos surpreendidos por fotografias de crianças a empunhar armas. Essa visão provoca a nossa indignação perante a exploração a que são sujeitas pelos senhores da guerra. E, no entanto, isto sempre sucedeu independentemente do local, da época ou da cultura em particular, em qualquer conflito do presente ou do passado. Há apenas algumas décadas atrás, durante a Segunda Guerra Mundial, foi comum ver crianças entre as fileiras do exército russo que se defendia com todos os seus recursos dos invasores nazis.

Eram tempos diferentes e vivia-se ainda sob o jugo do ditador Estaline. Muitas crianças tentaram fugir das suas casas para ir combater na Grande Guerra Patriótica, como lhe chamou a propaganda do regime. Não obstante, algumas foram capturadas pela polícia militar e devolvidas às suas famílias mas outras acabaram por se conseguir juntar às tropas e lutar. Eram muito novas, algumas com 9 anos apenas, e combateram na frente. As que sobreviveram deixaram o exército após o fim da guerra com 14 ou 16 anos, muitas vezes recompensadas com medalhas de honra.

Os fotógrafos da guerra e da propaganda registaram as imagens destas crianças da guerra, meninos sem infância desprovidos do seu bem mais precioso: a inocência.

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fonte: englishrussia

 

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Mário Martins

Se pensarmos bem acerca do que é uma guerra, podemos concluir que se trata de um "crime", ou melhor, de um "conjunto de crimes".

A única diferença destes crimes para os outros, é que estes são julgados, enquanto aqueles são legitimados. Mas quando é chegado o fim da guerra, por norma, a parte vencida também é julgada por, dizem eles, "crimes de guerra". Portanto, no fundo, eles sabem bem que a guerra é um grande crime. Outro motivo pelo qual julgar a parte vencida é cinismo puro.

Mas não é apenas crime matar alguém. Existem esses outros crimes paralelos. Este é um deles, provavelmente um dos mais graves.

A guerra é isso mesmo.

Ana Pena

O fascínio e a indignação são difíceis de distinguir quando olhamos para estas fotos...mas uma coisa é certa demonstraram uma coragem e responsabilidade raras de encontrar nas crianças de hoje.

Carlos Zander

A Ana só pode estar brincando.

Eduardo Barros

A entorpecência da ideologia militar é de uma vilania estarrecedora: faz homens e meninos a achar a guerra uma grande aventura. Cegos para o flagelo, miram apenas uma idealizada glória.
Este post foi extraordinário.
Parabéns Bjr. Ave Obvius!!

Francisco O Dias

Eu concordo, em parte, com a Ana.
Basta olhar para as fotos e ver as caras de admiração dos miudos que olham para os "amigos" soldados e o júbilo/orgulho/felicidade na cara destes.
É claro que não estamos a falar no sofrimento e horrores por onde devem ter passado e os traumas que na guerra ganharam isto se dela saíram com vida com qualidade suficiente para a ela chamarmos vida.
Crianças com coragem e desejosos de se entregarem a causas faltam o que lhes falta são desafios.

Mario Dourado

Muito impressionantes as fotos do post.

Mario Sergio

Russia não foi a única.

Rute

Estaline não teve o exclusivo. Acaso se lembram das crianças que combateram pela Alemanha na mesma guerra? E dos jovens que no Próximo Oriente actualmente embarcam na aventura insensata e falaciosa da "Guerra Santa"? E daqueles que, estou certa, ainda hão-de nascer para consumar a sua breve existência com uma arma na mão?

Em qualquer guerra as crianças são sempre as grandes vítimas. Se morrem, morrem; se apenas sofrem, levam consigo as feridas para toda a vida.

Zé Manel

Para os que "defendem" a "coragem e responsabilidade raras de encontrar nas crianças de hoje" vão ao psiquiatra e/ou psicólogo.

Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade
a Convenção sobre os Direitos da Criança.

Para quem quiser: http://www.unicef.pt/artigo.php?mid=18101111&m=2

Carlos Zander

Falou tudo, Zé. Esse pessoal parece que não sei!!!

João Tavares

Um único crime em todas estas lindas fotos: - guerra.
Cada foto prova como na infância tudo é erótico, tudo vivido em plena intensidade, tudo é sonho, tudo que parece impossível é encarado com a maior naturalidade e com a maior naturalidade se mostra possível.
O crime de guerra, longe de ter muitos culpados, tem apenas um: - o orgulho em vez do amor-de-si a fazer prevalecer prepotência sobre o argumento, desentendimento sobre a razão, covardia do forte sobre a coragem do fraco, animal sobre o humano, direitos sobre vida.

Lu.moraes

A ana esta brincando com certeza.

Augusto Monteiro

é grave, crime e pecado pór as crianças numa guerra armada. Portanto os senhores da guerra devem ser julgados e punidos a lei

Joao

Claro que temos de concordar EM PARTE com a Ana. Moralmente errado mas extremamente eficazes, são os exércitos de crianças. Aliás, numa guerra tudo o que moralmente for pior é sempre melhor. O exército russo sempre foi o mais patriota e não olhava a meios para atingir os fins. Deixavam cães passar fome, e habituavam-nos a irem comer debaixo de tanques de guerra, assim, em pleno campo de batalha, quando avistassem um tanque inimigo bastava amarrarem uma bomba ao cão esfaimado e largá-lo, porque o animal graças ao treino sabia que debaixo dele iria alimentar-se, e quando ele lá estava detonavam a bomba. Claro que isto é grotesco, mas temos de ver sempre dos 2 pontos de vista e perceber porque é que aconteceram. É apenas o homem a tentar sobreviver com o que tem. Esta característica russa em "desenrascar-se", pode ser facilmente vista como brilhantismo, quando vemos que numa experiencia para provocar chuva, os americanos disparavam nitrato de PRATA para os céus para criar nuvens, enquanto que os russos iam aos urinóis das casernas retirar ureia, a qual usavam para o mesmo efeito. Ou até o classico exemplo de que os americanos gastaram centenas de dolares a desenvolver uma caneta que escrevesse em ambiente de gravidade zero, para ser usada em missoes espaciais, enquanto que os russos usavam o lápis... como já disse, consigo ver este artigo dos dois pontos de vista, do grotesco imoral e do fascinante pelo que o ser humano faz para sobreviver nao olhando a meios. E acho que devíamos todos discordar da primeira parte e concordar com a segunda. E não estou a brincar.

Carlos Zander

Isso é loucura! Procura-se justificar o injustificável. É imoral, é ilegal e abominável utilizar-se da ingenuidade daqueles que não têm idéia do que estão se metendo. Quem deveria estar lá na frente de batalha, os interessados no embate, ficam protegidos covardemente atrás de altas patentes. Pedófilos! Os menores membros de nossa sociedade devem ser protegidos de todas as perversões dos adultos, que parecem estar aflorando abundantemente nos comentários deste post.

João Tavares

Os assassinos do Marxismo promoveram-se e usaram as crianças para isso como se faz bem feito no mundo inteiro.
Nada mais prazeroso para uma criança do que ver um velho a dar-lhe autoridade em vez d'uma repreensão, ou observações que a desconsiderem totalmente.
Na época a novidade conquistou mundos assim como o nazismo ainda hoje se vê na maioria dos detentores de poder nas empresas, na política, na igreja, e em todos os lugares que o dinheiro abunde.

João Tavares

Impossível julgar-se hoje o que há um ano foi julgado ser crime. a complexidade dos fatos a terem concorrido para o fato pontual julgado crime, já há um ano dificilmente poderia ser levada em conta na sua totalidade. E na sua totalidade o réu nada mais terá sido que o fruto do meio.
Vá lá considerar-se culpado o meio, ou, a autoridade dum meio que como no Brasil sustente a ordem jurídica apenas numa cultura, sem consideração mínima pela cultura negra que nunca teve clareza sobre direitos adquiridos segundo La Salle, e, muito menos pela cultura indígena.

João Tavares

Há 100 anos, nenhum de nós tem a menor idèia de quão rudimentares eram os meios ao alcance das pessoas. As crianças eram muito mais corajosas sim. Trabalhavam como adultos sim. Ninguém deixou de ser feliz por isso. A expressão dos rostos é evidente.
Elas são capazes de fazer tudo com mais convicção que adultos.
Triste é cem anos depois, hoje, a guerra ainda ser ensinada, estimulada, praticada por grandes capitais para baratear preços de mercadorias escaças.
Marx foi definitivamente o último filósofo da humanidade, dando os merecidos créditos a todos que de alguma forma contribuiram para o seu legado.
Quem se promoveu às custas dele receberá o atestado de burrice que o tempo lhes reserva.

Carlos Zander

Os comentários a este post são contemporâneos, refletindo opiniões atuais. Ser conduzido a defender interesses de outros e arcar com as consequências do ato até mesmo com a vida, sem ter sequer a capacidade de compreender a dimensão do acontecimento não pode ser descrito como coragem ou bravura. Certamente a humanidade vem se organizando com o tempo, de modo a não permitir mais um mundo colonialista.

No passado o colonizador falido e desmoralizado buscava tomar posse daquilo que já tinha donos, munidos de uma permissão falaciosa, o que hoje pode ser classificado como saque e roubo. Para colocar em prática seus planos de enriquecimento, o colonizador sequestrava seres humanos na calada da noite, empilhava-os em condições sub-humanas nas embarcações para viagens ao final das quais poucos sequer sobreviviam. Sequestrados, esses, usados para construir tesouros desfrutados até os dias atuais, enquanto que os colonizadores faziam nada, nas varandas de suas casas-grandes.

O Brasil tem inúmeras fortalezas construídas com pedras que inexistem por aqui. Pedras originárias de Portugal, que lotavam porões de navios como lastro, para que eles pudessem a Europa regressar abarrotados de ouro, prata e pedras preciosas extraídos às custas do sangue dos índios, verdadeiros donos de tudo, bem como dos negros, também usados como lastro, sequestrados de suas pátrias e obrigados a produzir incessantemente, sob pena de serem chicoteados em troncos até a morte.

Felizmente esses dias se foram. E, atualmente, conveniente pode-se alegar que são tempos passados, onde tudo era justificável, bem como transferir aos herdeiros a responsabilidade pelos crimes cometidos.

João José Martins Tavares

Carlos Zander tem a noção do tempo presente igual ao tempo passado. Os que no passado cometeram crimes transferidos a herdeiros nada mais teriam sido que uns Carlos Zander d'então. A complexidade do que nesta vida consideramos realidade, a ninguém permite julgar.
Por isso resta-nos amar, ter atitude amorosa e construir o Amor sempre e a cada instante. Gente normal dificilmente enxerga além do facto pontual e quando enxerga fá-lo mal. Envolve-se emocionalmente, sem conhecimento e sem ética. O pior está no menosprezo pelo auto conhecimento e pelo Amor.

João

admiro a sua participação e intelecto João José Martins Tavares, indentifico-me absolutamente com a sua opinião e não a conseguiria exprimi-la tão bem como voce

maria do carmo

gosto muito do brasil de hoje, no passado muitos sofreram,muitos ficaram na memoria como exemplos de sua luta por liberdade, ainda contiamos a lutar por uma escola melhor por mas acesso a saude e felizmente pelas continuarem a terem seus direitos garantidos.Havera um dia em que as crianças e todo cidadao teram seus direitos respeitados.........sonhos nao podem morer jamas...

João José Martins Tavares

Crianças no Brasil, iguais às de qualquer canto do mundo, em todo o lugar hão-de ser o que os pais intencionalmente ou sem querer fizeram delas, a moral dos pais faz com elas e o meio faz com elas. Ninguém tem o direito de lhes atribuir alguma culpa ou o que quiser, sem passar pela professora do catecismo primeiro, pela professora da escola e pela família. A solidariedade nada valerá enquanto o estado dar o dinheiro que dá a ONGs e demais instituições a substitui-lo nesses serviços e muitas vezes só de fachada.

maria do carmo

concordo plenamente com joao jose martins no Brasil infelismente tem gente demais vivendo bem as custas do dinheiro que deveria ir para as escolas,melhorar o atendimento nos postos de saude e principalmente as crianças.

A guerra é uma falta de educação. Em todo mundo, em toda parte, se existir uma boa educação, ninguém vai querer por qualquer motivo, invadir o espaço de outrem nem justificar os motivos dessa selvageria. Quando se é bem educado, torna-se fácil, pôr-se no lugar do outro e quando se é bem educado, tem-se vergonha até de se imaginar, tirando o que não nos pertence, desejando o que não nos foi dado por direito natural.
A educação é a única arma que eu aconselho a que todos usem de maneira incisiva e que seja letal a todas as formas de delinquências.
Quanto à participação das crianças, vejo que elas buscam participar para que ajudando seu país, possam acabar logo com tanta briga e maldade. As crianças são afoitas por natureza e tendem ao ideal de paz com mais facilidade que os adultos.
Harmonia e paz!

ricardo luciano

É sempre admirável ver a superação independente da forma que ela se projeta a nossa frente. Não tem como imaginar jamais o que se passou na mente destes pequeninos, mas a superação com certeza foi a ferramenta adotada. Acho que a história acabou provando uma norma básica do ser humano, ele vai se superar no momento certo, seja de forma positiva ou negativa, somos isso, somos seres pensantes, mas antes de mais nada somos seres vivos que fazem qualquer coisa para defender a propria vida, a propria liberdade, seria hipocrisia dizer que isso é uma doença do passado que foi curada com criação dos direitos da criança e do adolescente, sabemos melhor que ninguém que em volta das nossas proprias casas temos essa violação, com crianças que com o mesmo perfil físico das fotos ainda empunham AK's e AR's com a mesma firmesa só quem em nome de causas bem menos nobres do que a liberdade, exemplo, os soldados dos diamantes de sangue na africa, ou mais perto como os soldados mirins do tráfico de drogas do rio de janeiro, viajando pela amazônia é comum se deparar com crianças ribeirinhas armadas enquanto brincam de bola, pois a natureza nem sempre é gentil como vemos em fotos e filmes, então o que temos aqui é isso, retrato da superação do ser humano, que faz o que for preciso para se manter vivo. Que possamos ver com os mesmos olhos os menos protegidos que estão em todas as partes do mundo e em nossa volta: mendigos, drogados, deprimidos, abandonados, loucos, excluidos, ar, água, florestas, bichos, enfim a Vida que nos cerca. Se podermos usar esse foco e energia que foi usado para discutir o que foi visto aqui com crianças com certeza, teremos um mundo melhor.

Eduardo Risoa

Não se julga a guerra, pois o "fator humano" é destruído quando as armas são levantadas.

DNAndressa

Fico pensando qual era o sentimento de cada uma dessas crianças. Tantos sorrisos e ao mesmo tempo tantas armas e tantas mortes.

Vitor

Se há coisa que odeio é tabus, e vejo muito disso aqui.
Temos aqui um tabu, mas esse tabu não se discute, as pessoas deviam pensar no que levou as pessoas a fazer isso, a ana disse algo que vale a pena pensar, se usassem a cabeça para pensar no que ela disse em vez de de a repudiarem iriam ver que naquela altura eram pessoas como nós, não homens das cavernas.
É algo mau, mas é guerra, e a guerra não é algo agradavel.
Pensem nisso.

Raoni de Almeida Vieira

A matéria definitivamente é surpreendente, mostra os horrores a que nós, que fazemos parte de um sistema político, estamos submetidos. No entanto, temos que analisar o tema apresentado sobre uma perspectiva mais sociológica.Não possuo qualificação para tratar do assunto com muita precisão acadêmica , mas penso que essa é a análise correta. Não se trata de erro advindo da URSS, mas sim do próprio ser humano, pois temos que entender que quem produziu isso foi a própria sociedade global. Estamos, infelizmente, presos à linhas territoriais imaginárias que nos dão a possibilidade de nos excluirmos em uma bolha de falso orgulho patriótico.Assim, podemos apontar erros alheios sem nos preocuparmos com a verdadeira dimensão das consequências dos nossos atos.A figura de uma criança empunhando uma arma é algo que nos choca, e logo associamos essa imagem a um País.Ora, não se trata de um país ou um sistema político, mas sim de um algo que todos nós compartilhamos, somos também responsáveis por essa atitude. Pois um dia seremos lembrados como coniventes a esse tipo de atitude.Num futuro próximo, quando a antiga imagem de Estaline estiver ´´esquecida``, as pessoas associarão essa imagem a um dos erros que a humanidade cometeu.

luiz paulo

Agora essas tais crianças estão no Oriente medio ou algum pais da Africa e nada mudou

Cafucanews

Guerras são a prova mais explícita do nosso fracasso em vivermos coletivamente.

Crianças foram, são e serão sempre usadas em guerras. Hoje é assim. Basta ligarmos a tv pela parte da manhã, para vermos a manipulação lançada em cima das crianças diante dos mais convidativos brinquedos existentes no mercado.

Ao assistirem correm para os pais ou responsáveis, loucos pelos mesmos. Se for ficar exemplificando, falaremos o dia todo.

É feio? É triste? Sim, muito. Mas uma coisa é olha um fato não estando nele, sem envolvimento direto com o mesmo.

Telma Coutinho

Concordo plenamente com Carlos Zander.
Para todos os que veem júbilo,orgulho,felicidade, responsabilidade ou coragem nas cara destas crianças, aconselho-os a ver um bocado para além do óbvio - pensem que existiam poderosas máquinas de propaganda; estas manipulavam a verdade, através de imagens que incitassem à defesa da pátria, ou simplesmente à ocultação da verdade, como no caso dos campos de concentração, que eram apresentados como lugares de trabalho e até de diversão.
Por favor, a este propósito vejam o filme russo "Vem e Vê"

Paulo Kancio

A guerra é o que de pior pode acontecer entre os povos, quem paga esse preço é a população. As fotos acima mostram crianças sorridentes, crianças segurando suas metralhadoras Kalashnikov porem a realidade da guerra é outra.
Os soldados russos quando invadiram a Alemanha em 1945 estruparam mulheres e crianças aos milhares semearam o terror por onde passaram, os americanos ao lançarem suas duas bombas atomicas sobre as duas cidades japonesas mataram milhares de crianças no momento da explosão e depois pela radiação. As crianças são as maiores vítimas de uma guerra.

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