
Será Irina Kuznetsovas uma designer com um próspero futuro à sua frente ou simplesmente alguém que se diverte com o photoshop? Não sabemos, por enquanto. A única coisa que conhecemos dela são as fotografias digitais manipuladas que aparecem na rede.
Kuznetsovas cria o seu próprio mundo impossível em que, muitas vezes, se inclui a ela mesma - e daí também depreendemos que é jovem e elegante. Ela cria imagens geradas por computador, aproveitando também as suas fotografias, interagindo com o objecto que cria. A variedade é grande e o ponto comum é o facto da impossibilidade das imagens que cria serem transformadas em objectos do mundo real.
Existem fotografias de sobreposições, de triângulos e janelas impossíveis, de chuveiros infinitos, de desenhos vivos. O melhor mesmo é ver as imagens e distinguir as ilusões ópticas: atenção, os olhos podem enganar!




Comentários
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TARCISIO TAMBOSI
Esses efeitos de ilusão de ótica são formidáveis, este blog está de parabéns pelas diversas notícias de extrema qualidade.
Herberth Amaral
Intrigante e pertubante.
Anonimo
Lol, essas ilusoes de optica já existem há seculos, criadas por diversos artistas... revê o post ;)
Gastão de Brito e Silva
Embora estas imagens sejam sempre curiosas, já foram exploradas por vários artístas, são na sua maioria da autoria de Mauritius Conrelius Escher e a sua adaptação neste trabalho, além de ser um "truque fácil" não traz nada de novo, é aliás um trabalho de Photoshop pouco técnico, como se pode avaliar pelas imagens do site da "artista", as peças têm pouco volume e profundidade, os recortes não estão fantásticos... poderia ao menos fazer uma pequena referência ao mestre, o que demonstraria alguma gratidão e humildade...
António C.
quem se fascina com isto, não deve conhecer o trabalho de Escher onde parece que Irina Kuznetsovas se inspira...
Hans
M.C. Escher.
Alexandre Carvalho
É pena o dado (3/4). A pessoa não se deu ao trabalho de observar o objecto que trabalhou.
Para esclarecer um pouco mais, num dado os lados antagonistas somam sempre 7 (6 + 1, 5 + 2, 3 + 4), no entanto, o dado do topo da imagem apresenta o 3 e o 4 lado a lado. #FAIL
Fabiana Alves
Faço minhas as palavras de Gastão!
Edson
De fato, é bem legal, mas datado. Escher puro.
jorge nascimento
Na verdade esta "artista" nada traz de novo que
o grande gravador Escher com toda a sua criati-
vidade e pesquiza já demonstrou.Na realidade
este plágio nada dignifica quem o utiliza.Concordo com os outros comentários feitos em que esta menina podia e deveria ter
citado aquele artista extraordinário cuja obra nos
espanta e delicia. Aproveitava a oportunidade para sugerir ao Obvious a apresentação de algu-
mas imagens de Escher, que estou certo todos
gostariam de ver e apreciar.Eu estou documentado para tal só não apetrechado informaticamente para o fazer aqui.G.Birth
Tiago - Agent Maverick
Kaaaaaaaaaaaaracas!!!
Muiiiiiiiiiito Punk!!!
Puts, muito loko!!!
Marcelix
Realmente a materia pecou em não citar nem mostrar as imagens de Escher, cujas imagens são idênticas.
Não se trata de inspiração nem de cópia, apenas uma citação de trabalhos talhados em madeira e depois gravados, através destes, produzidos com a tecnologia de tratamento de imagens.
Obvious tem que se preocupar mais com referências importantes, senão acaba dando crédito a quem não merece.
Neste caso. Simples tratamento de imagens, nada mais.
Peter Zimmermann
Olá amigos do Obvious
Sim, todos estão com a razão quanto a não mencionarem os créditos de Escher, em relação à origem criativa das imagens.
Mas, não precisamos ignorar o trabalho de Irina, afinal ela gastou tempo e dedicou-se ao que fez, e me parece que ela não se diz artista, apenas posta imagens na rede. Além do mais ficou claro que muitos não conhecem o trabalho original, tornando-se então um forma de divulgação, e as imagens estão bonitas, não denigrem o trabalho do mestre.
Ela merece cumprimentos pelo empenho e um puxãozinho de orelhas, caso realmente não tenha informado o crédito da imagem original.
Grande abraço.
Pete
obvious
Não é necessário falar aqui sobre o óbvio, isto é, sobre a obra de Maurits Cornelius Escher. Toda a gente conhece, supomos. No entanto, já abordámos assuntos relacionados:
http://obviousmag.org/archives/2008/08/as_impossibilidades_de_mcescher.html
http://obviousmag.org/archives/2007/06/se_escher_brinc.html
iurf
curiosa (?) e intrigante perspectiva,esta......perturbadora....talvez....
Roberto Moraes
Fiquei com dor de cabeça olhando pra isso, muito complicado...
Elysio Gomes
O trabalho de Escher se apresentou tão de imediato que me admirei não haver referências sobre este artista no artigo da autora.
Hermano Araruna
Intrigante e extraodinariamente belo e muito trabalhoso. Cratividade Ímpar e a iniciativa do blog sensacional em divulgar trabalhos e curiosidades assim. Parabéns.
Icaro rabelo
Achei barbaro e quase morro intrigado pra entender qual é a da mesa ....
Je Jé
A transgressão e a insolência conscientes e sob contrôle sustentado é uma questão arte.
Parabéns.
gustavo
nao tenho muito a acrescentar, mas M.C. Escher merece os créditos, já que na mente de quase todos foi seu nome que surgiu!!!
Mario
Achei óbvio e batido... Não apreciei tanto.
Charles
E encrivel essas imagens, qual e os direitos autorais delas, qualquer um pode pegar elas e usar?
Se me responder fico grato.
Gutemberg
Mais uma vez adorei o artigo e vcs estão de parabéns.
Quanto à artista creio que ela conhece, e muito bem, as obras de Escher que são fantásticas (isso não tira o mérito da mesma) e seria muito bom se todos que recebem o Obvious dessem uma espiadinha em www.mcescher.com/ . Creiam-me: vcs vão delirar!
Gutemberg
Jorge Ribeiro
Estas imagens são uma cópia mal feita e de mau gosto do trabalho de M. C. Escher.
Os originais são muito mas muito mais interessantes.
João Tavares
Volto a comentar a fim d'alertar todos quanto aqui teem louvado Escher. Fui ao Google, vi Escher, gostei, mas em nenhum momento vi influência alguma em Irna. Ambos os desenvolvimentos de criatividade circulam por meios e instrumentos diferentes. O totalitarismo está em nós. O possível, a possibilidade são apresentados pela transgressão em Irna, e apenas sugeridos em Escher, ainda que sobre ousadia em suas obras.
A sustentabilidade de seus conceitos só virá da filosofia, igualmente, por muito diferente que seja o Amor em que vivem.
bruno corrente
enfim, tudo já foi dito, mas vale reiterar: escher fazia isso com maior competência e na unha, com photoshop o trabalho merecia maior atenção.
léo
fiquei com a moior dor de cabeça vendo elendo isso é muito complicado
Iasmim
Pois é, Escher já fazia isso há muitos anos, e sem Photoshop!
Branco
Criticar o trabalho da menina por motivos técnicos é ok.
Faz parte do jogo.
Mas, eu gostaria de saber da turma do "Isso o Escher já fez" se:
Quando olham uma pintura não figurativa vcs dizem "Isso o Kandinsky já fez",
Quando vêem uma performance: "Isso o Beuys já fez".
Quando contemplam um trabalho minimalista: "isso o Carl Andre já fez".
Bom, então com essa visão amarguinha não dá mais pra fazer arte.
Só há um problema: "Isso o Duchamp já fez".
Peter Zimermann
Bem...
Agora, "o Branco já fez".
Peter
Jorge Ribeiro
Branco, desculpa lá, mas uma coisa é ser influenciado por o trabalho já existente de um outro artista ou até inspirar-se nele; outra coisa bem diferente é pegar nesse trabalho e fazer imitações em photoshop. A primeira chama-se correntes artísticas ou movimentos, a segunda chama-se plagio. Não tenho nada contra a miúda, até porque, como o artigo disse, ela pode ter feito aquilo só para se divertir com o photoshop. Não entendo é porque lhe atribuem tanto mérito, como se se tratasse de uma grande artista. A qualidade técnica das imagens deixa muito a desejar, e a parte interessante das imagens - o jogo intelectual de brincar ao impossível - já estava feita.
Emília
Apesar de não ser pioneiro, não deixe de ser engenhoso e espetacular...
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