Chema Madoz - fotógrafo surrealista

Licenciado em História da Arte pela Universidade Compultense de Madrid, Madoz oscila entre o surrealismo e o conceptualismo. Troca o sentido dos objectos com a fotografia, muitas vezes com uma ponta de humor que nos faz sorrir. Veja aqui as fotografias.


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O Dali da fotografia é também espanhol: mas de Madrid. Apesar de ter começado a sua carreira com imagens humanas, foi na fotografia de objectos comuns que Chema Madoz imprimiu a sua marca na área. Os seus trabalhos são considerados surrealistas: ele tira os objectos do seu contexto habitual, dando-lhe significados e percepções diferentes dos habituais.

As suas fotografias são simples, sempre a preto e branco ou a sépia, que ganham destaque pela sua estranheza. Há, por exemplo, uma colher com sombra de garfo, que nos lembra a falsa aparência das pessoas. Uma escada suportada por uma muleta e uma tesoura por uma agulha. Um cachimbo com furos de flauta e uma mala cheia de areia. Ou simplesmente uma escada encostada a uma espelho ou uma mulher com um copo de cocktail que nos leva a outros sentidos.

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Madoz recebeu já diversos prémios, como o Prémio Kodak e o Prémio Nacional de Fotografia de Espanha, tendo ganho importância também em França, nos Estados Unidos e no Japão. A máxima para o seu trabalho também é muito simples: nem tudo é o que parece.

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Diana Caldeira Guerra

A Diana gosta de caracóis temperados no verão, canja de galinha no inverno e autores clássicos em todas as estações do ano
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