Mikhail Baryshnikov: em busca da liberdade para dançar
por graça c. moniz
Ator, coreógrafo mas, sobretudo, um gigante do ballet. É isso mesmo que Mika (o seu petit nom) é: um gigante. Se o leitor visse Mikhail Baryshnikov a dançar, a primeira coisa que saltaria à vista é a energia, a vibração, a excitação que debitava nos movimentos. A segunda nota é a rebeldia e a ousadia da sua dança. Estas emoções que Mika nos transmite são confirmadas nas entrevistas do bailarino quando confessa que nunca duvidou dos seus impulsos e, claro, pela coragem que revelou ao desertar da URSS, em 1974, em busca de uma melhor oportunidade para se expressar criativa e livremente.