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A Arte tem que ser livre, mesmo que o artista não seja.

Roberto

A arte tem que ser livre, mesmo que o artista não seja

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    Uma câmera na mão, uma ideia na cabeça e fome no coração: popularizar o Cinema!

    Seguindo os recortes sociais de "Que Horas Ela Volta?", o Cinema se restringe a círculos. Os filmes são feitos por Fabinhos, para Fabinhos discutirem em seus cineclubes, sendo Jéssicas apenas exceções (Vals são praticamente inexistentes para o meio cinematográfico). Sorte que algumas iniciativas já vem buscando mudar esse panorama.

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    Pelo fim da cinefilia

    Cinefilia, um estilo de vida criado nos anos 1950, que para a realidade do Cinema do século XXI, se apresenta como uma topografia do elitismo de nossa sociedade atual. Ou seja, a cinefilia tem que acabar.

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    A censura elitista do Cinema nos países em desenvolvimento

    O texto evidencia um grande diagnóstico observado nos países em desenvolvimento. Esses, por serem caracterizados pelas grandes desigualdades sócio-econômicas, acabam repassando tal cenário também para às Artes. Nesse caso, através do elitismo. A "desigualdade artística" se mostra viva através do engajamento na criação, discussão e desenvolvimento do Cinema somente a partir daqueles que tiveram condições sociais avantajadas. Algo que precisa mudar o quanto antes (e que irá mudar).

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    A censura liberal do Cinema nos países em desenvolvimento

    O objetivo desse texto é contextualizar o cenário de plena desigualdade social dos países em desenvolvimento na produção cinematográfica e diagnosticar suas consequências. Essas, que, quando potencializadas por um mercado liberal, sustentam a “desigualdade artística”, condicionando uma censura à liberdade dos artistas. Tudo isso em favor do capital. Ou seja, a mensagem deve ser somente uma: a Arte tem que ser livre.

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    Todos deveriam conhecer a Estética da Fome

    O grito pela independência artística da Semana de Arte Moderna de 1922 ecoou ao longo de todo o seu século fazendo com que os modelos de Arte nacional se desprendessem, cada vez mais, do idealismo eurocêntrico, e, depois, estadunidense. E foi, nos anos 1950, com a maturação do Cinema brasileiro, que esse eco alcançou a Sétima Arte nacional. A Estética da Fome estava viva e ainda hoje continua, porém, não como conhecimento, mas sim ideologia. Por isso, todos deveriam conhecer a Estética da Fome!

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    Desvalorizar o OSCAR

    O status alcançado pelo OSCAR levou grande parte do mundo à imposição de um modelo criterioso na escolha das premiações do que é um bom filme, uma boa direção, um bom roteiro, uma boa atuação. O que não é legal se estamos falando de algo de infinitas facetas que é a Arte. Assim, precisamos que, por aqui em diante - através de algumas perguntas como o que é o OSCAR, na realidade?" "Quem o idealizou? Por quê? Qual a sua função hoje? Seus compromissos? Suas ideias? Suas preocupações? E o Brasil nisso? - desvalorizar o OSCAR.