e eu aqui, em 2016, vivendo minha vida sem saber de nada.
]]> Ler o artigo completoa hora certa que se espalha em várias
]]> Ler o artigo completoas coisas que deixam a sala antiquada.
]]> Ler o artigo completoquando um pombo insone atravessa caminho supostamente ermo, pare e reveja o que está acontecendo.
]]> Ler o artigo completoLírico. Um livro puramente poético e cheio de sentimento, como tudo o que escreve Rothfuss, caracterizando sem falhas uma de suas personagens mais misteriosas e encantadoras, digna de um momento só seu.
]]> Ler o artigo completoSe as coisas condensarem e ganharem forma no peito doído, há de achar saída (ou não).
]]> Ler o artigo completoSobre como a repetição esgota as poucas energias que restam, quando a ânsia das coisas que esquecemos se revela persistente em forma de peso absurdo sobre a manhã que sempre volta.
]]> Ler o artigo completoA preciosidade do escritor estadunidense John Steinbeck discorre com a delicadeza e a profundidade de palavras ( especialmente compostas para a clareza e a proximidade) que somente alcança quem tem propriedade do assunto que aborda; a novela feita para tocar o coração, que por sua vez é senhor de cada realidade.
]]> Ler o artigo completoEu matei minha mãe (J'ai tué ma mère, 2009) foi o filme de estreia do promissor canadense Xavier Dolan como diretor, e traz uma ideia provocativa desde o título que, ao menos, intriga.
]]> Ler o artigo completoO filme argentino tem o diferencial de ser impactante de forma sutil, empurrando-nos para uma reflexão íntima acerca do nosso papel na sociedade moderna, onde não sabemos direito o nosso lugar e onde fazemos de tudo para acompanhar o ritmo, muitas vezes, rápido demais.
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