Thalita Monte Santo

Sou jornalista e um pouco fotógrafa. Gosto de escrever sobre fotografia, cinema nacional e às vezes algumas crônicas da vida.

Um jeito de conhecer mais de 300 clássicos do cinema brasileiro

Plataforma gratuita disponibiliza clássicos do cinema nacional


Apesar de muitas vezes não ser a primeira opção do público, o cinema brasileiro é muito rico e vasto. Muito pela falta de incentivo ou até mesmo comércio, alguns clássicos não chegam a todos, o que dificulta a sua propagação e valorização.

Porém, uma iniciativa da Secretaria do Audiovisual (SAV) do Ministério da Cultura visa modificar esse cenário. Agora produções brasileiras podem ser assistidas gratuitamente no Banco de Conteúdos Culturais da Cinemateca Brasileira.

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(Cartaz do filme Amei um bicheiro (1952) Acervo Banco de Conteúdos Culturais)

Reunindo mais de 359 títulos, a plataforma virtual reúne uma coleção que varia de longas e curtas-metragens de diversos gêneros e diretores. O conjunto é resultado de uma coleta realizada pelo MinC, além de materiais encaminhados por produtores e realizadores e pode ser vista aqui.

Os filmes estão divididos em quatro seções no site: Silenciosos (curtas e longas da época do cinema mudo lançados entre as décadas de 1910 e 1940); Atlântida (reúne produções da Atlântida Empresa Cinematográfica feitas entre as décadas de 1940 e 1960); Vera Cruz (disponibiliza filmes da Companhia Cinematográfica Vera Cruz S.A., lançados entre 1940 e 1970); e Ince (vídeos feitos pelo Instituto Nacional de Cinema Educativo a partir dos anos 1960).

Entre os clássicos disponíveis estão: É com este que eu vou (1948), Barnabé, tu és meu (1951), Amei um bicheiro (1952), O cangaceiro (1953), Verão de fogo (1969) e o documentário Marcelo Grassmann: 25 anos de gravura (1971).

Na plataforma, também há mais de dois mil cartazes de filmes nacionais e algumas imagens e vídeos de reportagens jornalísticas e cenas de telenovelas da extinta TV Tupi. No site também existe uma página de Projetos Especiais, onde é possível encontrar entrevistas com nomes como Eduardo Coutinho, Caetano Veloso e Mauro Munhoz.


Thalita Monte Santo

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