caminho entre devaneios

Um espaço para discutir sobre nossa contemporaneidade cotidiana

Adolfo Brás Sunderhus Filho

Entender a fluidez de nossa sociedade nos leva a entender nós mesmos como seres sociais.

SER, BUSCAR, QUESTIONAR, QUERER

Homo sapiens, aquele que pensa, que questiona. Então, pensemos e questionemos a nós mesmos!


road-sign-63983_1280.jpg

O que somos e o que buscamos ser é aquilo que desejamos desde sempre? Aquilo que conseguimos alcançar é o que realmente desejávamos? Até onde atingimos de verdade e conquistamos realmente aquilo que era de nossa vontade? Somos o que queremos ser ou somos aquilo que desejam que sejamos?

Você, assim como eu, já se questionou isso e muitas outras coisas, não tenho dúvidas disso. É uma incerteza constante, que sempre vem a mente de muitos de nós. São reflexões pertinentes e bem vindas para todos nós. Afinal, o que somos nós, seres humanos, que seres que questionam? Somos tão arrogantes e prepotentes que nos demos como nome científico "homem que pensa", como se os que existiram antes de nós, homo sapiens, não tinham a capacidade de pensar, raciocinar, etc.

E, é impressionante como somos arrogantes, prepotentes. Muitas vezes não nos damos conta do quanto somos. No modo de pensar, nos pré-julgamentos, nos preconceitos (e pré-conceitos) que carregamos conosco, no tom de voz, na forma de olhar. Se há algo que o ser humano não é, por natureza, é humilde. A arrogância, a prepotência de cada um de nós é inerente a nós mesmos. Contudo, é algo que necessitamos lutar contra, controlar. E como é difícil isso, afinal, queremos ser, queremos ter, queremos superar, queremos, queremos, queremos.

Agora, o que devemos querer? O que realmente necessitamos? O que podemos desejar? O que devemos ser?

Essas perguntas todas feitas aqui eu não tenho as respostas prontas, não para você que está lendo, e nem para mim totalmente. São perguntas que faço diariamente a mim mesmo, repetidamente, constantemente. São perguntas que muitas vezes me sacodem, me dão um choque, travam meu pensamento, me levam ao choro, ao desconforto, me tiram do meu próprio prumo. Pois isso muitas vezes é necessário.

Sair da zona de conforto nos coloca a pensar sobre nós mesmos, sobre aquilo que fizemos em nossa vida, que buscamos, que alcançamos. E, muitas vezes, ao pensar sobre isso tudo, aos fazermos todas essas perguntas (e outras mais que forem de sua particularidade fazer) conseguimos enxergar alguma luz sobre nós mesmos, ter alguma ideia sobre aquilo que queremos e devemos querer. Daquilo que somos ou devemos ser.

Agora, acima de tudo, lembre-se que as perguntas são suas, as respostas são suas, a vida é sua, apenas sua e de mais ninguém.


Adolfo Brás Sunderhus Filho

Entender a fluidez de nossa sociedade nos leva a entender nós mesmos como seres sociais..
Saiba como escrever na obvious.
version 1/s/sociedade// //Adolfo Brás Sunderhus Filho