cinema pensante

Como um bom filme pode mudar a nossa vida

Sílvia Marques

Paulistana, escritora, idealista em crise, bacharel em Cinema, cinéfila, professora universitária com alma de aluna, doutora em Comunicação e Semiótica, autodidata na vida, filósofa de botequim, com a alma tatuada de experiências trágicas, amante das artes , da boa mesa, dos vinhos, de papos loucos e ideias inusitadas. Serei uma atleta no dia em que levantamento de xícara de café se tornar modalidade esportiva. Sim, eu acredito realmente que um filme possa mudar a sua vida! Autora do blog Garota desbocada. Lancei recentemente em versão e-book pela Cia do ebook o romance O corpo nu.

As diversas faces do amor em 90 filmes

Delicados, picantes, ingênuos, irreverentes, melancólicos, polêmicos, desesperados e brutais. Cada um tem a sua forma de amar e cada roteirista e diretor têm o seu jeito especial para falar sobre o tema que mais habita a vida e o imaginário das pessoas. O conceito de amor quase que se confunde com o da própria vida, tornando-se uma ideia fixa para muitos. A seguir, listei 90 filmes para diversos gostos e obsessões.


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Sophie Merceou como Anna Karenina. Entregar-se ao amor e desafiar o status quo são crimes inafiançáveis

Hoje faço uma lista de filmes românticos que me impressionaram muito. Como qualquer lista, esta carrega a sua dose de subjetividade. Não estranhem a ausência de alguns filmes famosos e a presença de outros nem tanto. De qualquer forma, tentei trazer à tona obras que marcaram a História do Cinema. A lista apresenta títulos de diversas épocas, países e diretores. Alguns filmes são bem comerciais, outros nem tanto.

Delicados, picantes, ingênuos, irreverentes, melancólicos, polêmicos, desesperados e brutais. Cada um tem a sua forma de amar e cada roteirista e diretor têm o seu jeito especial para falar sobre o tema que mais habita a vida e o imaginário das pessoas. O conceito de amor quase que se confunde com o da própria vida, tornando-se uma ideia fixa para muitos. A seguir, listei 90 filmes para diversos gostos e obsessões.

Para alguns cineastas e roteiristas, o amor é doce, suave e joga luz sobre o nosso lado corajoso, bondoso e altruísta. Para muitos artistas não existe amor sem honra, sem profundo senso de dignidade e ternura.

Amores delicados

A princesa e o plebeu

Amor á flor da pele

Becoming Jane

Caminhando nas nuvens

Orgulho e preconceito

Os guarda-chuvas do amor

Nunca deixei de te amar

Sabrina

Tarde demais para esquecer

Um toque de infidelidade

Uma janela para o amor

Verão de 42

Vestígios do dia

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Cena de A princesa e o plebeu. Audrey Hepburn descobre o amor como plebeia.

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Cena de Becoming Jane, traduzido para o português como Amor e inocência. O filme fala sobre a célebre autora inglesa Jane Austen.

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Cena de Caminhando nas nuvens. A beleza e o poder de ser amada por um homem altruísta e honrado.

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Orgulho e preconceito. O amor ponderado e honrado de Jane Austen.

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Cena de verão de 42. A força avassaladora do primeiro amor.

Para muitos artistas, o amor é sensual, irreverente e desnuda o nosso lado mais instintivo. Sem meias palavras e com extrema sensualidade mostram muito mais do que corpos nus. Mostram almas nuas.

Amores sensuais

A amante do rei

Atame

Azul é a cor mais quente

Diabo no corpo

Em carne viva

Lúcia e o sexo

Meu amor de verão

O amante

O destino bate à sua porta

O piano

Perdas e danos

Último tango em Paris

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Cena do filme O amante, baseado no romance de Marguerite Duras , que por sua vez o escreveu a partir das memórias de seu primeiro amor.

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Cena do filme Perdas e danos. Quando o desejo desmedido atropela a todos.

Para alguns cineastas, o amor é perigoso, imprevisível e pode machucar muito. Sem nenhum tabu ou receio de chocar, podemos encontrar filmes altamente polêmicos na sua forma de mostrar o amor, o sexo e o prazer.

Amores brutais

Amantes

Império dos sentidos

Lua de fel

Matador

Os amantes da Pont-Neuf

Paixão e perigo

Pecado original

Secretária

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Em Pecado original, Angelina Jolie arrasta Antonio Banderas para um mundo decadente, brutal e altamente passional.

Para alguns cineastas, o amor é intrigante, confuso e não cabe em nenhuma teoria ou explicação. Ele simplesmente acontece mesmo contra todas as probabilidades.

Amores intrigantes

Marnie, confissões de uma ladra

Não amarás

Nosso amor de ontem

Sommersby

Um corpo que cai

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Cena de Um corpo que cai, de Alfred Hitchock. Apesar de classificado como suspense, este filme narra uma perturbadora história de amor onde a obsessão e a necrofilia assumem o primeiro plano.

Para a maior parte dos artistas o amor é triste pois é dificilmente realizável no plano concreto do cotidiano. O mundo conspira contra o amor e muitas vezes tudo o que resta é viver de lembranças de um tempo mágico.

Amores tristes

A essência da paixão

A época da inocência

A letra escarlate

As pontes de Madison

As violetas são azuis

Adeus às ilusões

Asas do amor

Casablanca

Clamor do sexo

Como água para chocolate

Cyrrano de Bergerac

Dentro do coração

Desejo e reparação

Em algum lugar do passado

Esta mulher é proibida

Fim de caso

Ghost, do outro lado da vida

Grandes esperanças

Love story

Não se mova

No mundo da lua

O leitor

O segredo dos seus olhos

Os girassóis da Rússia

Porque choram os homens

Quando o coração floresce

Romeu e Julieta

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Baseado em Edith Wharton, A época da inocência ironiza melancolicamente os perversos e sutis jogos sociais.

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A letra escarlate mostra que o mais terrível dos crimes é e continuará sendo o amor.

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Como água para chocolate. O amor é o ingrediente secreto de todos os pratos e da vida.

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Capa do filme Fim de caso. Nada é mais profundo e espiritual do que o amor.

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Love Story. Clássico de 1970 mostra a fragilidade da vida e a magnitude do amor.

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Porque choram os homens mostra o drama dos ciganos durante a Segunda Guerra Mundial e como precisamos renunciar ao amor para proteger quem queremos bem

Amores redentores

Para muitos artistas o amor é um caminho para redimir-se, para tornar-se alguém melhor, mais pleno. O amor nos faz desabrochar para as múltiplas possibilidades da vida ou simplesmente a justifica.

A bela e a fera ( a versão de Jean Cocteau e a de Christophe Gans)

A força do destino

A janela da frente

A mulher do tenente francês

A mulher e o atirador de facas

Diário de uma paixão

Drácula de Bram Stocker

Ligações perigosas

Loucos de paixão

O feitiço da lua

O feitiço de Áquila

O ilusionista

O preço de um prazer

Paixão de amor

Quando setembro chegar

Terra das sombras

Titanic

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Cena do filme italiano A janela da frente. A melancolia do dia a dia e o vazio que tentamos preencher com o outro.

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Cena do filme O feitiço da lua. A calorosa e passional dinâmica italiana para amar e viver.

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Cena do filme O feitiço de Àquila. O poder é rancoroso.

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Natalie Wood e Steve Mcqueen vivem um romance existencialista em O preço de um prazer, de Robert Mulligan, cineasta de Verão de 42 e No mundo da lua.

Amores trágicos

Para alguns cineastas e roteiristas, o amor é o atalho para a tragédia, é a forma mais simples para destruir-se ou destruir o outro quando ele não pode ser vivido plenamente.

Anna Karenina

Cold Mountain

A mulher do lado

Ethan Frome

O morro dos ventos uivantes

Paixão proibida

Um lugar ao sol

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Cena de Ehan Frome, baseado em Edith Wharton. A impossibilidade de viver o amor em uma sociedade fechada leva os protagonistas ao desespero.

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Cena do filme O morro dos ventos uivantes. O amor como força vital.


Sílvia Marques

Paulistana, escritora, idealista em crise, bacharel em Cinema, cinéfila, professora universitária com alma de aluna, doutora em Comunicação e Semiótica, autodidata na vida, filósofa de botequim, com a alma tatuada de experiências trágicas, amante das artes , da boa mesa, dos vinhos, de papos loucos e ideias inusitadas. Serei uma atleta no dia em que levantamento de xícara de café se tornar modalidade esportiva. Sim, eu acredito realmente que um filme possa mudar a sua vida! Autora do blog Garota desbocada. Lancei recentemente em versão e-book pela Cia do ebook o romance O corpo nu..
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