cinema pensante

Como um bom filme pode mudar a nossa vida

Sílvia Marques

Paulistana, escritora, idealista em crise, bacharel em Cinema, cinéfila, professora universitária com alma de aluna, doutora em Comunicação e Semiótica, autodidata na vida, filósofa de botequim, com a alma tatuada de experiências trágicas, amante das artes , da boa mesa, dos vinhos, de papos loucos e ideias inusitadas. Serei uma atleta no dia em que levantamento de xícara de café se tornar modalidade esportiva. Sim, eu acredito realmente que um filme possa mudar a sua vida! Autora do blog Garota desbocada. Lancei recentemente em versão e-book pela Cia do ebook o romance O corpo nu.

Chuta que é macumba

Analise também se a pessoa quando está só contigo é uma coisa e se perto dos outros ela muda. Estilo: quando está contigo apenas é uma fofa, mas chegam outras pessoas, fica te esnobando. Ou o inverso: não liga a mínima para você, mas para impressionar alguém, te dá um baita abraço falso que te dá vontade de fazer um "Vade retro".


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Marido mulherengo que adora fazer elogiozinhos para outras mulheres? Parentes que adoram comentar que você engordou? Carinha casado que se diz apaixonadíssimo por você, mas não deixa a esposa nem sob decreto? Ex-namorado bundão querendo um segundo round com você? Amiguinho sanguessuga que adora se aproveitar da sua boa vontade? Chuta que é macumba!

Coleguinha de trabalho que rouba as tuas ideias? Empresa que não valoriza a sua dedicação? Gente que adora te botar pra baixo? Amiguinha que adora sensualizar perto do seu namorado só para competir contigo? Chuta que é macumba!

Gente sem palavra, que vive roendo a corda? Gente que se acha perfeita e nunca pede desculpas? Gente que não gosta de nada e sempre mela os passeios? Gente que finge que não entendeu só para criar polêmica e virar subcelebridade por 5 minutos? Chuta que é macumba!

Infelizmente pessoas gentis e prestativas acabam atraindo um monte de parasitas emocionais que vão drenando as nossas energias sem dó nem piedade, confiantes de que as suas vítimas não perceberão nada porque são bobinhas.

Queria saber quem inventou que bondade e burrice são termos sinônimos. Mas, na prática, pessoas boas tendem a demorar mais para perceber que estão sendo feitas de besta porque como tendemos a projetar as nossas características nos outros, quem é generoso tende a achar que todo mundo é e pode se dar mal.

Uma dica valiosa para descobrir se você está acompanhado por um vampiro emocional: depois de sair com um amigo, parente ou namorado/namorada, faça uma breve autoanálise. Pergunte-se como você está se sentindo. Admita para você mesmo se a sua energia está leve, tranquila ou se você está precisando de um quilo de sal grosso para mandar para a lua toda a inhaca que o fulaninho ou fulaninha deixou em você.

Descobrimos que uma pessoa nos faz mal da mesma forma que descobrimos que um alimento deve ser evitado. Se como algo e logo em seguida tenho azia, enjoo ou qualquer outra reação desagradável, devo parar de consumir este alimento.

Somos feitos de energia. Independente da crença ou descrença de cada um, somos feitos de energia. Quando alguém não nos quer bem e emite pensamentos negativos, tendemos a ficar mais para baixo, mais cansados ou irritados.

Uma boa companhia recarrega as nossas energias. Se conversar ou sair com alguém te esgota é porque energeticamente falando você foi sugado. Não confunda cansaço físico com cansaço energético. Se você fez uma boa caminhada com o seu amigo e voltou cansado, isso é normal. O mesmo vale para quem passou a noite dançando numa festa ou fazendo compras o dia inteiro. O problema é quando o cansaço atinge a alma e a gente fica se sentindo sem brilho, sem alegria, sem vontade de relembrar o encontro ou marcar outro.

Analise também se a pessoa quando está só contigo é uma coisa e se perto dos outros ela muda. Estilo: quando está contigo apenas é uma fofa, mas quando chegam outras pessoas, fica te esnobando. Ou o inverso: não liga a mínima para você, mas para impressionar alguém, te dá um baita abraço falso que te dá vontade de fazer um "Vade retro".

Fique atento e escute o que o seu corpo e o seu coração estão lhe dizendo. Muitas vezes nós sabemos inconscientemente algumas duras verdades mas nos negamos a admitir. Escute mais as suas sensações. Elas têm muito a te dizer.


Sílvia Marques

Paulistana, escritora, idealista em crise, bacharel em Cinema, cinéfila, professora universitária com alma de aluna, doutora em Comunicação e Semiótica, autodidata na vida, filósofa de botequim, com a alma tatuada de experiências trágicas, amante das artes , da boa mesa, dos vinhos, de papos loucos e ideias inusitadas. Serei uma atleta no dia em que levantamento de xícara de café se tornar modalidade esportiva. Sim, eu acredito realmente que um filme possa mudar a sua vida! Autora do blog Garota desbocada. Lancei recentemente em versão e-book pela Cia do ebook o romance O corpo nu..
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