cinema pensante

Como um bom filme pode mudar a nossa vida

Sílvia Marques

Paulistana, escritora, idealista em crise, bacharel em Cinema, cinéfila, professora universitária com alma de aluna, doutora em Comunicação e Semiótica, autodidata na vida, filósofa de botequim, com a alma tatuada de experiências trágicas, amante das artes , da boa mesa, dos vinhos, de papos loucos e ideias inusitadas. Serei uma atleta no dia em que levantamento de xícara de café se tornar modalidade esportiva. Sim, eu acredito realmente que um filme possa mudar a sua vida! Autora do blog Garota desbocada. Lancei recentemente em versão e-book pela Cia do ebook o romance O corpo nu.

O amor e o sexto sentido feminino

Parecemos muito mais loucas , instáveis e estridentes porque realmente o somos. Por mais intelectual e racional que seja uma mulher, por mais que ela dedique anos e anos da sua vida debruçada sobre os livros, uma mulher é o grito de amor do mundo. É o sorriso cálido depois do amor. É a mão macia e quente que afaga quem sente dor. É a bofetada ardida que lança na face de quem não a ama.


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Sim, caro leitor. Mulheres são mais intuitivas do que os homens. Obviamente , existem alguns homens extremamente sensíveis e algumas mulheres bastante céticas, que só conseguem ver o óbvio. Mas de um modo geral, viemos com este dom, que de vez em quando, parece mais um fardo bem pesado para se carregar.

Uma vez , vi num lindo filme intitulado "Uma estranha entre nós" uma frase que me paralisou. Os judeus ortodoxos do filme quebravam a cabeça para entender um pensamento que foi decifrado por uma jovem mulher. Não citarei palavra por palavra , mas o sentido geral é o seguinte: Deus conta as lágrimas das mulheres. Por quê?

Porque nós entendemos melhor o mundo. Porque nós entendemos o mundo com o coração. Nós captamos nuances , silêncios , meias palavras. Nós compreendemos a alma e tudo aquilo que vai além da pele , das micagens , sorrisos estudados e frases prontas. Nós entendemos tudo aquilo que vai além dos jogos , das encenações típicas de quem quer parecer uma boa moça. Nós compreendemos a beleza vigorosa da autenticidade. Nós compreendemos que pessoas perfeitas demais são hipócritas.

Parecemos muito mais loucas , instáveis e estridentes porque realmente o somos. Por mais intelectual e racional que seja uma mulher, por mais que ela dedique anos e anos da sua vida debruçada sobre os livros, uma mulher é o grito de amor do mundo. É o sorriso cálido depois do amor. É a mão macia e quente que afaga quem sente dor. É a bofetada ardida que lança na face de quem não a ama.

Sim, caro leitor, mulheres choram à toa na opinião dos homens. Para nós ou pelo menos para a maioria , a traição vai muito além do ato sexual. Para nós ou para quase todas , o amor é praticamente tudo. Mesmo que muitas neguem por orgulho e afirmem que bom mesmo é sexo casual, uma mulher se desenvolve plenamente apenas no amor. Sem amor, nossas vidas são estéreis. Nem deveriam ser consideradas vida. E uma mulher sabe quando outra mulher está amando. Não é preciso dizer nada. Basta uma olhar nos olhos da outra.


Sílvia Marques

Paulistana, escritora, idealista em crise, bacharel em Cinema, cinéfila, professora universitária com alma de aluna, doutora em Comunicação e Semiótica, autodidata na vida, filósofa de botequim, com a alma tatuada de experiências trágicas, amante das artes , da boa mesa, dos vinhos, de papos loucos e ideias inusitadas. Serei uma atleta no dia em que levantamento de xícara de café se tornar modalidade esportiva. Sim, eu acredito realmente que um filme possa mudar a sua vida! Autora do blog Garota desbocada. Lancei recentemente em versão e-book pela Cia do ebook o romance O corpo nu..
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