cinésie

a poesia como movimento, o movimento como cinema e o cinema como poesia.

Anna Petracca

Curitibana, cursa bacharelado em Cinema e Vídeo na Faculdade de Artes do Paraná. Respira arte, inspira tudo

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    ana cristina cesar: tão mulher quanto poesia

    Ana formou-se em letras pela PUC-Rio e foi mestre em comunicação pela UFRJ. Além de jornalista e crítica literária, traduziu obras de escritoras consagradas como Katherine Mansfield, Emily Dickinson e Sylvia Plath. No entanto, foi a sua poesia intensa, radical, sedutora e subversiva que conquistou os olhos e corações de seus leitores.

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    estabilidade é uma ilusão: a felicidade como forma de controle

    Pra ser feliz, você precisa desacreditar na estabilidade. Ou melhor, antes de tudo desacredite na felicidade. Alegria, talvez. Algo momentâneo, fluido, mas nada permanente. Não existe felicidade plena e contínua, quem afirma o oposto vive na infelicidade velada e ilusão. A tristeza é necessária e pertinente. Claro, o excesso faz mal; não faria sentido acreditar em uma tristeza permanente e felicidade ilusória. No mundo globalizado, onde tudo é de fácil alcance, na era dos aplicativos, todo mundo tem a obrigação de ser feliz.

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    Cinema paquistanês: Sharmeen Obaid-Chinoy

    Jornalista. Ativista. Cineasta. Mas antes de tudo: mulher.

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    oito aspectos a se considerar em os oito odiados

    8 ou 80? “É o melhor filme de Tarantino?” Deveria ser? Este pode ser o filme da sua vida, tanto para melhor quanto pior. Aqui não são elencadas oito razões para se assistir à “Os Oito Odiados” pois uma vez visto, surgirão mil questões para se refletir e pensar até mesmo sobre o próprio cinema (o que já é por si só um bom motivo para assistir ao filme).

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    o devaneio lúcido e o realismo poético de waking life

    "Dizem que o ato de sonhar está morto, ninguém mais sonha. Não está morto, foi apenas esquecido. Removido da nossa linguagem. Ninguém ensina, então ninguém sabe que existe. O sonhador é banido à obscuridade. Estou tentando mudar isso. Espero que você também esteja...sonhando todos os dias. Sonhando através das mãos e das mentes. Nosso planeta está diante dos maiores problemas que já enfrentou. Não se entedie, esta é a época mais fascinante em que poderíamos esperar viver. E está apenas começando." - Waking Life (Richard Linklater, 2001).

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    quatro filmes para conhecer robert morgan

    Quem pensa que animação não é cinema está muito enganado. Há também aqueles que se dizem muito intelectuais para gostar de animação ou aqueles que já “passaram da idade” para isso. Para a felicidade geral, animação é sim uma das inúmeras formas que o cinema pode tomar e Robert Morgan – que é claramente influenciado pelas obras de Edgar Allan Poe, Jan Svankmajer, David Cronenberg, entre outros - está aí para provar que essa arte não é limitada ao público infantil. Para quem gosta de “A Noiva Cadáver” e o “Estranho Mundo de Jack”, Morgan vai além ao melhor estilo horror macabro e bizarro.

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    marilyn monroe: além da beleza americana

    Marilyn Monroe, atriz estadunidense que morreu prematuramente, foi e ainda é conhecida pela sua beleza estonteante. Mas será que seu talento parava por aí? Alguns fatos que a grande mídia sempre tentou esconder provam que ela era mais do que apenas um rosto bonito. Dona de um talento incrível e um passado perturbador, Marilyn nos leva a questionar até que ponto a mulher é dona de si na indústria cinematográfica.