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Devaneios e reflexões com um leve toque de poesia

Adriana Caló

Reflexiva sobre a vida e as ações cotidianas. Curiosa e intuitiva, rabisca poesias, brinca com pincéis e tintas. Amadora por natureza com uma marcante característica: Liberdade Artística!

Como não se apaixonar por História?

“A memória, na qual cresce a história, que por sua vez a alimenta, procura salvar o passado para servir ao presente e ao futuro. Devemos trabalhar de forma que a memória coletiva sirva para a libertação e não para a servidão dos homens” (Jacques Le Goff)


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“Eu não estou querendo dizer que o aparelho do Estado não seja importante, mas que me parece que, entre todas as condições que se deve reunir para não recomeçar a experiência soviética, para que o processo revolucionário não seja interrompido, uma das primeiras coisas a compreender é que o poder não está localizado no aparelho de Estado e que nada mudará na sociedade se os mecanismos de poder que funcionam fora, abaixo, ao lado do aparelho de Estado a um nível muito mais elementar, quotidiano, não forem modificados.” (Michel Foucault)

Gosta de História?

Eu amo de paixão! Essa é minha formação a qual me preenche, instiga e atormenta. Lembro-me que comecei a gostar desta disciplina durante o Ensino Fundamental, com um professor que era fera e transmitia, sabiamente, o conteúdo e nos despertava à reflexão. Não leciono, por opção nunca quis me aventurar, mas sei de alguns obstáculos que meus colegas ultrapassam ou entregam-se constantemente.

Neste ínterim, em meio este grande avanço das Redes Sociais dos últimos anos, percebo que muitas pessoas precisam conhecer mais História, principalmente a de seu próprio país. Claro que para isso, é preciso conhecer todo o contexto mundial.

E isso por quê?

A quantidade de horas de aulas de História que o professor precisa cumprir, não é suficiente para que todo o conteúdo seja abordado e absorvido pelos alunos. Sem contar que já tivemos essa fase, sabemos bem que no Ensino Fundamental ou Médio, não damos o valor necessário às disciplinas. A meu ver, tendenciosamente falando, História é a principal matéria. É a que deveria ser mais explanada e explorada pelos alunos. Mas como fazer isso com tão pouco tempo e, principalmente, sendo os professores limitados aos conteúdos dos livros didáticos que não retrataram todo o contexto?

E por que devemos estudar e incentivar a História? O vídeo abaixo ajuda esclarecer:

Pois bem, neste vídeo podemos verificar a importância do estudo da História e com isso, neste mesmo ambiente das Redes Sociais, dois amigos, Walter e Ary, uniram-se e decidiram formar um canal no Youtube com objetivo de desenvolver videoaulas em um formato inovador. Com uma didática própria e edição bem elaborada, utilizando uma linguagem ao alcance dos jovens. Estes amigos disponibilizam gratuitamente excelentes conteúdos de História que auxilia além dos alunos do Fundamental e Médio, àqueles que prestarão ENEM, vestibulares, concursos e a todos interessados em manter o conhecimento histórico ativo. E, principalmente, falam um pouco da História que existe além dos livros didáticos, pois segundo o filósofo Walter Benjamin em suas Teses sobre o conceito de História: “Nunca houve um monumento da cultura que não fosse também um monumento da barbárie.”

Para entender melhor o projeto:

Em meio a Era da Colaboração nada melhor do que ver esses indivíduos cheios de determinação e amor, por livre e espontânea vontade, espalhar conhecimentos e técnicas pelas Redes Sociais.

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Gostou da ideia? Conheça o projeto! No canal as playlists são super bacanas, as aulas são separadas por conteúdos, além de resoluções comentadas do ENEM e dicas de como estudar História, disciplina que requer muito interesse e reflexão, onde muitos pensam ser “decoreba”, mas que não é nada disso. Então atenção nas dicas e críticas do Professor Walter e... Se liga Nessa História! ;-)

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Adriana Caló

Reflexiva sobre a vida e as ações cotidianas. Curiosa e intuitiva, rabisca poesias, brinca com pincéis e tintas. Amadora por natureza com uma marcante característica: Liberdade Artística! .
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