Mas toda esta história de repressão convenceu a muitos dos nossos antepassados. Só que veio o iluminismo, o renascimento, o antropocentrismo, hedonismo, revolução francesa, feminismo, revolução industrial, protestantismo, liberação sexual dos gays, etc. E muitos destes dogmas caíram e continuam caindo por terra. Traduzindo - as novas gerações têm mais acesso a informação, fazem sexo com menos culpa, assumem a sua sexualidade (trans, bi, homo, hetero, pan) - mais cedo, saem de casa mais tarde (casam mais tarde), as mulheres estão dominando o mercado de trabalho, nem todas se sentem obrigadas a ter filhos, elas estão entrando na política, etc. Sim, as coisas mudaram, repito. E mais uma vez pergunto: Como a escola, a política, as instituições, a igreja e as empresas enxergam isto?
]]> Ler o artigo completoA questão da ética e da corrupção está muito mais entranhada, é muito mais complexa do que simplesmente olharmos para a TV e elegermos um “bode expiatório” para aliviar a nossa consciência.
]]> Ler o artigo completoEntão se o ser humano é feito de aparelho psíquico que se divide em consciente, subconsciente e inconsciente e possui muito mais recursos do que apenas a fala, a escrita e a matemática, até quando continuaremos fazendo análises e gestão superficial em nossas corporações? Ou até quando contrataremos as pessoas e as deixaremos a esmo, sem valorizá-las pelos seus talentos reais e desenvolvê-las para que sejam plenas e felizes em suas funções?
Nunca me esqueço de uma palestra que assisti em São Paulo de uma das mulheres mais poderosas do mundo segundo a Boston Magazine, professora da Harvard Business School - Rosabeth Moss Kanter: “Em poucos anos só conseguiremos reter talentos se os oferecermos um real senso de propósito”.
Somos desde cedo amarrados, contidos, formatados, castrados, adoecidos, condicionados - pela igreja, escola, sociedade, política, família, hospital, clínica, Estado.
A medicina tem seu CID que "deCiDe" quem é normal ou doente.
Que possamos transpor isto.
Que possamos ser nós mesmos, nos olhar nos espelho e uns para os outros com a coragem e a alegria de conversar e dizer o que se pensa, mas principalmente o que se sente.
Que tenhamos novamente a coragem de sentir.
Eu havia assistido o filme "Garota Interrompida" há uns 13 anos, foi a primeira vez que eu havia ouvido falar do transtorno Borderline.
É um transtorno de personalidade. Diferente do "transtorno de humor", não tem "cura", são características que precisam de ajuda do psicoterapeuta, e muitas vezes de ajuda medicamentosa, indicação do psiquiatra.
Enfim, quando ouvi falar, jamais imaginei que poderia me deparar com esta característica em minha própria vida. Olhá-la no espelho todos os dias.
]]> Ler o artigo completoOlhamos sempre hipnotizados para as vitrines, TVs, pessoas, modelos, horizontes, outdoors, produtos. Ouvimos histórias, contamos histórias, acreditamos em contos e fábulas. As fábulas do empreendedorismo, da autoajuda, da religião, da autoestima, da beleza, do sucesso pessoal e profissional. Acreditamos que a felicidade existe e que deve ser obstinadamente perseguida. Mas, só um pouquinho... Quem nos contou isso? Onde está escrito e por que continuamos acreditando nisso tudo?
Como o cinema nos ajuda a entender tempos, épocas e correlações da história no passado, presente e futuro.
O cinema é uma biblioteca de conteúdos infindáveis e úteis, que nos fazem viajar pela história do conhecimento humano. Além do que, tem uma linguagem acessível e que pode ser acessada por todos os públicos.
As verdades são mutáveis no chão da existência e da experiência, quanto mais caminhamos mais entendemos que cada um é único e que a subjetividade não deve ser julgada, questionada ou mudada. Cada um deve aceitar sua vida, suas características e o vazio que o novo traz, a cada dia, cada passo, cada situação.
]]> Ler o artigo completoTudo parte de uma escolha. E cada escolha demanda uma renúncia.
As nossas maiores dores residem no fato de termos muita, mas muita dificuldade mesmo de escolher.
Mas o que nos dói não é só a “escolha" em si, mas o fato de termos que renunciar algo que não gostaríamos. Temos uma tendência natural, humana, de querer abraçar tudo, queremos ter tudo, não queremos ter que “escolher”.
Física quântica, nanotecnologia, robótica. O que isso tem a ver conosco, com a nossa vida, nossa rotina e nossa saúde? Afinal, a tecnologia é apenas um meio de consumo ou ela realmente pode revolucionar nossa qualidade de vida e devolver saúde ao planeta?
Já exploramos demais e precisamos com urgência devolver ao nosso planeta os benefícios que ele nos tem dado, mas para tanto, mais do que tecnologia e ciência, precisaremos de consciência.