cotidiano

Um olhar em zoom sobre o dia a dia.

Maria Fernanda Paetzel

Expressar-me faz com que eu me sinta menos impotente diante do mundo. Vivo o presente, mas minhas ações também planejam o futuro. Sou Maria

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    Se gentileza gera gentileza, a falta dela gera o quê?

    Repare ao seu redor. Cada vez mais as pessoas andam de cabeças baixas e não é por culpa da tela de seus celulares. A verdade é que os olhos da grande maioria estão voltados ao meio de seus corpos: seus umbigos. Mas isso “só” não basta. Para muitos, tratar o próximo com total falta de educação é rotina, como se não fosse o suficiente “se achar simplesmente o único filho” de Deus, Alá, Eloah, Jeová, Javé ...

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    É preciso racionalizar o amor para que ele sobreviva

    Pode parecer clichê, mas se não houvesse diferenças, incertezas e medos – viveríamos por muito e muito tempo ao lado de um amor. Não racionalizamos o amor, por isso o destruímos. Amor prova ser amor nas dificuldades, mas achamos – na maioria das vezes, o contrário. Colocamos tanta expectativa no outro e na própria relação que qualquer vento vira vendaval.

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    Para sempre Alice: o Mal de Alzheimer nos fazendo repensar a vida

    “Para sempre Alice” rendeu a Julianne Moore o Oscar de melhor atriz em 2015. Richard Glatzer - diretor do filme - que faleceu 15 dias depois da Premiação em decorrência da doença ELA - roteirizou o livro “Still Alice” e mostrou ao grande público a desafiadora doença de Alzheimer. O filme - que mostra a perda de memória como sintoma inicial, deixa no espectador sensações impossíveis de esquecer. Equilibre-se diante do Alzheimer.