cronismos anacrônicos

Cinema, literatura, política e seus instantes eternos

Raphael F. Lopez

Quase um sociólogo, amante das tantas e boas cervejas artesanais, eterno estudante político. Literário e crítico em tempo integral

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    Todos querem ser heróis!

    “Todo homem é uno quanto ao corpo, mas não quanto à alma.” Hermann Hesse

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    Ode às palavras

    "Quem não vê bem uma palavra, não pode ver bem uma alma” Fernando Pessoa

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    Crônica de tempos inglórios

    “Por que foi que cegamos [...], Queres que te diga o que penso [...], Penso que não cegamos, penso que estamos cegos, Cegos que veem, Cegos que, vendo, não veem”

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    Um brinde à alteridade

    "Ele estava perdido entre milhões de outros corpos, até o dia em que um olhar de desejo pousou sobre ele e o tirou da multidão nebulosa; em seguida, os olhares se multiplicaram e incendiaram esse corpo que desde então atravessa o mundo como uma tocha".

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    Entre Fabianos e Marias Antonietas

    Breve reflexão sobre o Brasil contemporâneo

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    O operário: Quando a culpa é maior que a vida

    Sartre dizia que somos condenados à liberdade, no entanto, o peso da responsabilidade de nossas escolhas pode se tornar insustentável.

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    Sofro de crise temática

    Ode ao homem pós-moderno, ou melhor, aquele que fala de tudo e não fala nada, aquele que sofre de crise temática... aquele que diz como Oscar Wilde "Não tenho nada a declarar a não ser a minha genialidade". (Nem sei se é dele, peguei na internet).

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    O que é a vida?

    "Quem gosta de abismos tem que ter asas!". E responder 'o que é a vida', é um verdadeiro abismo.

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    Ainda há o que se aprender

    "Por mares nunca dantes navegados
    Passaram ainda além da Taprobana
    (...)
    E entre gente remota edificaram
    Novo Reino, que tanto sublimaram"

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    Como me tornei estúpido

    "Você sabe o que há para fazer na margem do rio?
    Ajoelhar-se ou passear, ah!
    Passeie.
    Passeie, Tony! Ah, Passeie!"

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    O sonho da primeira noite sem sonhos

    Se hoje Valerio Zurlini dorme a sua noite sem sonhos, o seu legado habita entre nós, e "A primeira noite de tranquilidade" é, de fato, um belo devaneio.

    – Por que a morte é a primeira noite de tranqüilidade?

    – Porque finalmente se dorme sem sonhos!

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    O discreto charme de todos nós

    Quando um clássico do cinema nos representa em seu desfecho, é preciso assistir, é preciso ler, é preciso refletir. Mesmo que haja a representação de tempos de outrora, haverá sempre uma atemporalidade, a imortalidade de nossos elementos mais essenciais, se é que não seja tudo fluido. Em "O discreto charme da burguesia", há nas entrelinhas, um verdadeiro discreto charme de todos nós.

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