dênis athanázio...

Textos, poemas reflexões e boa conversa.

Dênis Athanázio

Psicólogo, palestrante, terapeuta de família e casal. Gosto de futebol e de

“arranhar” minha guitarra. Escrevo primeiramente para me ajudar e quem sabe, talvez,

ajudar outras pessoas. Escrevo aqui no Obvious e semanalmente no meu blog

denisathanazio.wordpress.com

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    A morte da admiração

    Lacan certa vez discorreu que o desejo fundamental do ser humano é ser desejado pelo outro. Necessitamos desse olhar desejante, mas não é um olhar qualquer, é um investimento afetivo por parte do outro em relação a nós.

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    Rara vida

    Arrisco dizer que aquela rolada na cama antes de se levantar para ir trabalhar, o tapa no despertador e a procrastinação, é um protesto (consciente ou não), contra esse tempo que corre desvairadamente. É como se não nascêssemos pra tanta velocidade.

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    Brasil e o sentimento de não pertencimento

    Quem não se sente pertencente no processo de construção e crescimento do país pode não ver sentido no que faz, mesmo sendo a força motriz da sua pátria que não é mais tão amada assim.

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    Re-parar

    Sabemos que, ao nos esforçar para melhorar e reparar qualquer tipo de relacionamento, começamos a perceber algumas questões mais profundas dentro de nós mesmos e do outro que nem sabíamos que existiam.

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    Pois quem quer, “dá seus pulos”

    Quem deseja, cria, reinventa o tempo-espaço, flexibiliza sua agenda. Eu mesmo já fiz ou presenciei casos lindos de pessoas que se esforçaram para estar na presença de alguém querido. E não estou falando daqueles encontros forçados em velórios ou aniversários de família, mas sim daquele encontro ou visita do dia comum, onde simplesmente pensamos naquela pessoa e no prazer que é estar ao seu lado, ouvir a sua voz e o que anda fazendo da vida.

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    Parece cocaína mas é só paixão

    A mente dessa pessoa apaixonada pode funcionar psiquicamente de forma parecida à do dependente químico. O objeto de “amor” é uma droga potente e não raramente causa estragos na vida do apaixonado (no caso, o usuário) e das pessoas que convivem com ele. A dependência do outro é tão grande, que a sua ausência pode desencadear sintomas físicos como falta de ar, arritmia cardíaca e dores de cabeça, além de sintomas emocionais e existenciais como depressão, ansiedade e vazio.

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    Sobre amar e sofrer


    Pensar que alguém que amamos possa nunca “mudar” dói bastante. É difícil olhar para alguém que está se afundando em alguma situação ou prática que consideramos errada sem podermos fazer quase nada. Tentamos de tudo, mas nossa humanidade e limitação mostra-nos que muitas vezes, somos impotentes perante a vida, essa mesma que não permite ensaio, é ao vivo, é na hora.

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    O natal das mulheres

    Os poetas são os seres que mais percebem os encantos femininos. Pois descobriram que elas são pura poesia em forma de gente, cada uma com seu jeito único e misterioso de ser.

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    O que a razão desconhece

    O coração tem razões que a própria razão desconhece.

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    Grupos, estranhezas e esquisitices

    O outro sempre causa uma revolução de sentimentos e sentidos dentro de nós. Amor, ódio, medo, repulsa, desejo erótico, aconchego, paz. As pessoas que são vistas como esquisitas podem ser atacadas porque servem de espelho para os que desferem seus golpes. Deve-se perguntar o porquê a presença desse outro nos causa tanto incômodo.

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    Quando nossos pais adoecem

    Após o adoecimento de nossos pais (sejam eles pessoas boas ou não), possivelmente eles estarão sob nossa responsabilidade. Será que conseguiremos retribuir o cuidado? Ficamos impotentes vendo-os impotentes. Seus corpos nos alertam que daqui a pouco vão embora e que o resto é com a gente. O presságio dessa despedida corta nossa alma e rasga o peito.

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    Depois de você, os outros são os outros

    Acredito que muitas desses seres “especiais” são aqueles que, mesmo com suas imperfeições inerentes a todo ser humano, tentam manter certa autenticidade e gostam minimamente do que são. Suas atitudes e pensamentos nos dão a impressão de fluírem naturalmente como o rio Amazonas. Esses poucos nos indicam, sem perceberem, que ainda existe gente boa por aí. É só achar ou ser achado por elas.

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    Sensibilidade manipulada

    Contraditoriamente, divulgamos e, em certo ponto, até nos preocupamos mais com os ricos (esses que usufruem de maior acesso às diversas formas de serviços de cuidado), do que com os pobres (mais necessitados dos mesmos serviços). É como se alguém fosse levado para a área de emergência do hospital por ter sido baleado, e o médico o mandasse esperar na fila para priorizar um paciente com dor de garganta.

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    Morrendo aos poucos

    O dia 10 de setembro foi estabelecido como dia mundial da prevenção do suicídio. Ao ouvir essa última palavra sentimos peso nos ombros e na alma. Segundo a OMS cerca de 805 mil pessoas cometem suicídio por ano. Esse número só não é maior porque nesses dados é claro, não estão computados as pessoas que tentam tirar a vida mas não conseguem.

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    Velho interior

    Quase ninguém escuta gente velha. Muitos os maltratam. Alguns se deprimem, pois a todo tempo o mundo pós moderno diz a eles que são inúteis para esse século. Então, o que sobra para eles? Tentarem sempre serem “jovens”. Uma das maiores batalhas de hoje não é contra a fome e sim contra o envelhecimento.

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