despertando consciências

Uma jornada à nós mesmos

Camila Carrera

Amante de artes visuais, escrita, leitura e de tudo que me instiga a questionar a dita realidade.

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    Tarja Branca: a hora de brincar é agora

    A máquina da sociedade tem como base induzir pessoas a fazerem o que não gostam para se manter viva

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    Onde está o seu Peter Pan?

    Há um dia em que o tempo vem nos visitar, ele surge quando menos esperamos e, de repente, passa a correr com o passar dos segundos assoprando as nossas essências que vão ficando para trás como uma simples lembrança. Até que a criança que vive em nós decide reaparecer firmando o que trazemos de fato conosco, nossos sonhos.

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    Balões de ego

    Sobre egos inflados e inflamados.

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    Relatos de uma manhã de domingo

    Quando a alma transcende o corpo.

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    O hábito de sempre começar e quase nunca terminar

    Para aqueles que possuem o hábito de sempre estar começando algo e nunca finalizando. Para aqueles que desistem antes mesmo de recomeçar.

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    Você já se olhou no espelho?

    Somos projetados desde cedo para seguirmos aos padrões de beleza. Temos a imagem do que é “belo” exposta diante de nós, mostrando que só há uma única forma de ser bonito. Passamos a viver em um mundo de enganações e temos nossas verdades desviadas, e por fim, nos damos conta e começamos a desmistificar essas falsas normas que tanto nos influenciam. Conhecemos então, a real e imensa beleza.

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    O que é a realidade?

    Muitos tentam decifrar a realidade como um todo similar ao que vemos, ou ao que achamos ver. Há quem determine a realidade como única, pertencendo a cada um de nós, mas será que ela pode ser definida? Será que ela é algo que possa ser considerado único? Ou melhor, será que ela existe?

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    O erro é o grande acerto

    Sem dúvidas, ainda vivemos sob as águas passadas que tocaram nossos corpos, ainda somos a textura que perdeu o toque. Temos em nós o medo de errar e a sombra do que erramos. Nos massacramos.

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    Em que espelho ficou perdida a minha face?

    Caminhamos por um trajeto longo até chegar aonde estamos, e durante esse caminhar deixamos pedaços de nós pela estrada devido ao que nos aconteceu. Logo, vamos perdendo nossas essências e ficamos vazios, sem cor e brilho natural, pois evaporamos aos poucos até nos tornar um nada ofuscante que grita no anseio de poder viver inteiramente à vida. Em que espelho ficou perdida a minha face? Essa pergunta despertada por um poema de Cecília Meireles nos traz o abismo de nossas vidas e a porta para a liberdade de nossas mentes. Criem-se!

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    Comer, Rezar e Amar

    E se você notasse estar vivendo uma vida que não gostaria de ter? Ou tivesse a chance de recomeçar e descobrir que pode ser mais? O que faria?

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    O urso Pooh em: O que aparenta pode não ser

    Há quem deixe passar despercebida a história e as metáforas fantásticas do Urso Pooh e de seus amigos, que nos transmitem ensinamentos muitas vezes aplicáveis à vida de muitos de nós. Ensinamentos dos quais nos fazem enxergar o encanto escondido por trás de visões embaçadas e turbulentas que não percebem o quanto a construção do mundo infantil pode ser adulto e sábio.

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    Hakuna Matata

    O filme “O Rei Leão” traz consigo uma bagagem de ensinamentos que foram passados de gerações em gerações, nos ensinando a voltar ao passado para enfrentá-lo e nos mostrando como é fundamental aceitar à quem somos e ao que nos está destinado para podermos seguir em frente.

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    Amor, Liberdade e Solitude

    Ao nos plantar no solo da existência, passamos a negar e esconder à verdade que habita nossos seres, pois fomos domesticados para nunca conhecermos verdadeiramente nossas essências e a não atingir ao belo que mora em nós, afinal, dessa forma iriamos desmistificar o que é e o que foi feito para ser. O amor foi transformado em ego e amparo à carência, a liberdade passou a ser prisão e a solitude confundida com solidão. Nessa desconexão com o divino particular nos focamos no exterior e ignoramos o que vive no interior, pois tememos ao que somos, fugimos de quem somos e do que podemos ser, já que fomos treinados inconscientemente para viver mentiras.