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Indiferente

Chega de mentiras (De negar o meu desejo)

Ó senhores, finalmente me entrego ao meu desejo e assumo minha posição ao lado direito rumo à justiça! Este é o relato de mais um que se afogou no mar de ilusões da esquerda e finalmente respirou a verdade por de trás dos fatos! "Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem"...VEJAm, ó senhores!


Aletheia

para Jacy Probst e Janaína Paschoal, com amor.

E nessa loucura de dizer que não te quero. Finalmente, nobre leitor, fui convencido de que a verdade existe e pode até ser transmitida para além dos mosquitos vetores de dengue. Percebi graças a Aldo Sena e Olavo de Carvalho que a razão é uma guitarrada precisa afinada do genial Ximbinha, uma fábula que deve ser rodopiada pelas saias (ao contrário) de Clara Nunes e a espada de tupiniquim da guerreira angelical Janaína Paschoal. Remoo em remorso por não ter compreendido antes as maneiras pela quais as informações urgiam para serem repassadas nesse paraíso líquido infernal do presente na terra de Bengala de pau brasil: é na lomba de quem ainda se portar maroto e contra o vilipêndio da jurisprudência disponível, que correrá o golpe certeiro (acachapante) contra a razão de todos os males da humanidade: a república da serpente. E a verdade precisa desse delírio báquico, que não surge e nem passa, e aparece na espuma da boca da musa Janaína!

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Vou negando as aparências. Era loucura. Era desejo desejante negando a negação. A crítica impermanente estava pela metade. Não pensava, logo não era. A lula do mal (Cthulu e seu pentagrama invertido) me ludibriou todo esse tempo! Estava eu, perdido em pensamento sobre meu cavalo. Iludido com meus desesperos. Foi quando o sangue sagrado tomou meu corpo e enfim estava eu lançado ao chão. Estava cego e não via. Saulo. Era escravo do que falava, sabia menos de mim do que de Pedro Collor. Finalmente, a liturgia fazia sentido: o impedimento, a glória (Mimesis/Meneses/Pires de pedra pós março, águas e éguas...) daquele passado carapintada era o spoiler da salvação de ontem e hoje! Pelo amor de uma Elba. Fiat lux! Ramalhos, remelas e galhos pagãos entre as velas coloridas no jardim da Dinda. Os sacrifícios não foram em vão! Sarna e Itamar para se coçar de encrenca e se lançar de fuscas e seus capôs carnavalescos! "Temer": nada mais é que a verdade na boca do filho!

Integrem essa verdade!

Disfarçando as evidências. Na chancela da nova ordem mundial, o trabalho de luto da verdade: a fechadura para a porta da casa da viúva! Mestres cansados de desigualdade iluminaram os labirintos para encontrarmos o UFC REAL do Minotouro! Estava toda linha de Perséfone e Hades escandalizando a Inês Brasil para o povo e para o mundo profano! Todos fazendo a egípcia para as claras evidências das verdades supremas. O povo não percebeu a falange das pomba-giras da Burschenschaft Paulista! Tudo está mais claro agora! A bênção foi consagrada e o rito do exorcismo da ilusão foi consumado. Que os doentes vermelhos e filhos da desordem progressista petista apodreçam nos corredores dos hospitais! O bom curador de corpos e almas tem por obrigação esterilizar a raça desgraçada que vive marsupiando de bolsa em bolsa! Não se esqueçam, minha gente: a verdade foi desvelada na boca da dominatrix na noite de todas vacas pardas do Largo São Francisco do dia 04 de abril de 2016 (era vulgar).

a "esquerda"...

Mas pra que viver fingindo? Recolho-me a minha insignificância e ignorância adquirida nos porões marxistas satanistas da academia brasileira de iletrados. Eu fingia saber a dialética da malandragem e trançava para lá e pra cá entre os engrupes da esquerda falida. Essa “chiquice” cultural que fomos submetidos cálice abaixo! Decorando hinos de revolução para pompear nas rodas de samba e bar, belchiorizando gils e caôtanos da podre indústria global. Vivia eu na mentira universal onde o centro estava em todo "plimplim" e a circunferência em lugar nenhum! Chega de vocalizar os patetas versos de Vinicius! Era tudo conversa fiada sartreana pra “pegar muié”, sejamos Gustavos Francos! Nada mais que Meirelles para centralizar o banco de dados Malan-dros da concupiscência pura da luxuria...Era (Aeon) presente de quem? Da jararaca! Ela ataca novamente sem URV e sem vergonha de parear dólar com cruzeiro novo! Ah, Roberto Carlos...lateral certeiro dos gols incríveis ("à distância") de um tempo que não volta mais! Kfouri e Kim Katagari no octógono! Libertas Quæ Sera Tamen!

gênio incompreendido (até agora) "Percebe Ivair, a genialidade da juventude..."

Se eu não posso enganar meu coração? Pare! Até quando você quer mandar e esquerdificar minha vida? Left-Dog days are over! Foi-se o tempo de escandalizar a meritocracia e todo “oba-oba” de direitos iguais nos aeroportos da consciência livre. É chegada a hora do sol nascer também para mim! Voto quimera, pemedebê(hoje é dia de rock, bebê)! Renuncio a pobreza armada dos assentados que querem saborear o bolo que nunca foi para divisão! Meu coração é verde-amarelo-cbf e corrupção é coisa de Rousseau-passado. A desigualdade é coisa de quem não tem o que tomar, ora! A riqueza das nações dos helicópteros com pó e os paraísos fiscais mundo à fora que nos amparem de agora em diante. Justiça só para os iguais na passeata dominical protegida pela pujança do braço forte policial da era dourada, vulgarmente chamada de “ditadura”. Era aquele tempo real a “dita-liberdade”: cidadão de bem trabalhava sabendo que voltaria para casa para assistir capítulo inédito de "Milagre Econômico"! Hoje eu quero a rosa mais bonita para calar boca de petralha-orc e por fim entregar meu amor ao lado da verdade! Sou o quarto elemento do ménage à troi com Reale Jr., Bicudo e Paschoal...

Se ajeitar, todo mundo protocola! Se ajeitar, todo mundo protocola!

Eu sei que te amo! Ergo meu braço direito rumo aos céus e cumprimento o reino do amanhã! A mão direita chega a tremer para saldar o sol da liberdade em raios fúlgidos! Amo minha pátria e morrerei por ela ao lado do meu irmão-puro sangue marchador de espírito de gado que cavalga (percebe, Ivair?) para os verdes campos da minha terra no patonalto central! Meu hino é de Lobão que faz "daora" e não espera tuítar(essa noite não, S2)! A história, que tanto os esquerdopatas gritam, sempre foi a narrativa dos perdedores e de agora em diante, começa a reescrita pelos melhores e preparados vencedores-copistas! Exterminaremos esse “mimimi” de minoria que não cola (e não sai da escola, vive mamando no dinheiro público com mil bolsas para vangloriar a pobreza e o comunismo e bolivarices)! Já posso escrever tudo sem crase e celebrar o Z dos Estados Unidos do Brazil? Como Serra, como Cunha, como dona Maria, como Caco, como Mainardi também e como todos os acentos que cruzarem o caminho da liberdade... Quem não estiver satisfeito com essa verdade verídica cientificamente comprovada pelo grupo Abril, que censure outra! Ame-o ou deixe-o, canalhas! Repassem via whatsapp antes que censurem meu texto: saibam, corja humanista, que bala-de-coco será a serventia da casa para adocicar as veias abertas pelas chicoteadas no corpo dos comedores-de-peixe, aqueles que não fizeram o dever de casa do FMI e não aprenderam pescar. Hail Inca! O Brasil para os brasileiros! Integrem logo essa verdade em seus corpos, laia canhota da serpente. A família – é bíblico! – deve ser preservada até o último dízimo. Quem se arrepender, será poupado da riqueza mas poderá servir aos justos homens de bem, estes que controlam suas mulheres, as rainhas dos lares e fiéis companheiras! Com amor no coração encerro meu testemunho mandando um Salve para o movimento do Brasil Livre, pholhas de São Paulo, rede Marinho do Ministério da Verdade, igreja FIESP, à tradicional família burguesa (com orgulho!) do Unidos do Pacuri (tamo junto!) e principalmente para os gênios americanos, irmãos Koch de liberdade de expressão financeira! O petróleo é nosso! Aletheia e Aleluia!

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Pois minha querida direita, quando eu digo que deixei de te amar é porque eu te amo! Quando eu digo que não quero mais você nas urnas é porque eu te quero. Eu tenho medo de te dar meu coração, e confessar que eu estou na sua mão destra... Mas não posso imaginar o que vai ser de mim se eu te perder um dia, Janaína!

OBSERVAÇÃO:

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Há alguns meses atrás escrevi um texto "livre" sobre o discurso de "ódio" propagado pela internet mediante as crises várias instaladas no Brasil. Nos comentários, um personagem vociferou sua amargura (imagem acima). O presente texto é apenas um outro, como aquele, literário, que também não tem vocação de ser "sério" ou fidedigno à realidade. Entretanto, a ironia que permeia as linhas acima são apenas mais liberdades para rir das desgraças e tristezas que nos cercam nos últimos tempos. Obviamente, não é um texto neutro ou isento de críticas, mas não deve ser tomado por fúria de alguns que desejam pessoas fuziladas por suas ideias. Dedico o meu bom humor e meus desejos de vida a Jacy Probst, autor do comentário que me fez querer viver e amar muito mais!

E pur si muove...


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