Susiane Canal

Uma incorrigível sonhadora que, ao perder-se nas palavras, busca encontrar um sentido para sua existência.

VOCÊ É UM ÍNDIGO?

Y nunca quise ser igual
Nunca me latió ser del rebaño
Pensar tan diferente hoy
Hoy me tiene vivo combatiente
Soy combatiente
Nadie me va a parar

(Maná)


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Você, há tempos, se sente “um estranho” ou “desencaixado” neste mundo? Tem uma sensibilidade exacerbada? Sente uma incompletude mesmo que a sua vida esteja muito bem, segundo os padrões ordinários? Não se sente realizado com os trabalhos considerados “normais”, pensa que possui uma missão nesta vida, procura sua verdadeira vocação?

Denominam-se índigos seres humanos que seriam um tanto diferentes, pode-se dizer especiais. Recebem essa nomenclatura, pois se acredita que a sua aura possua, predominantemente, a cor azul índigo. Segundo estudos, sua chegada ao planeta Terra teria intensificado por volta das décadas de 1970 e 1980 e ocorre em todas as raças e níveis sociais.

Os índigos costumam ser líderes e tomar iniciativas. São questionadores natos, algumas vezes considerados transgressores de sistemas (os que consideram ineficazes) e não se conformam com uma ideia apenas porque provém de uma autoridade.

São combatentes natos, com personalidades muito intensas. Não suportam injustiças, mas não gostam de conflitos, tendendo a ser mediadores. Procuram compreender a existência e dar significados para suas vidas. Além disso, têm um desejo profundo de colaborar para que o mundo seja um lugar melhor.

Sua missão é quebrar paradigmas, desestabilizar estruturas falidas, trazer o novo, a evolução. Teriam a função de auxiliar na mudança da frequência vibratória do planeta, despertar a consciência das pessoas, resgatar os valores espirituais e promover a união. Geralmente são dotados de dons artísticos, que são utilizados nessa empreitada.

Além disso, tais seres possuem um amplo sentido das coisas, inclusive - e especialmente - as invisíveis. Têm um coração puro e uma base espiritual forte, mesmo que ainda não a tenham propriamente desenvolvido. Sabem que há um poder maior e que há muito mais do que os olhos podem captar. São intuitivos e o sobrenatural lhes fascina.

Outra característica dos índigos é serem inteligentes, mesmo que alguns tenham sido rebeldes na escola, por não se encaixarem nos métodos tradicionais de ensino. A empatia também é uma característica marcante. Podem ter passado por períodos de depressão e ter problemas com a raiva (notadamente quando têm seus direitos violados). Além disso, é possível que tenham dificuldade de concentração, ansiedade e estresse, notadamente quando ainda não alinhados ao seu propósito.

Lhes faz muito bem toda atividade que promova o equilíbrio das emoções, a simplificação da vida, a livre expressão da sua criatividade, o estudo e a compreensão da sua condição, a meditação, a musicoterapia, a homeopatia, a ioga, exercícios de enraizamento, reiki e tratamentos com cristais, entre tantas outras.

Pesquisar a respeito desse tema - tão rico e cheio de desdobramentos - pode ser libertador para muitas pessoas. Abre um mundo novo e amplia horizontes. O autoconhecimento, de um modo geral, é essencial para se trilhar uma caminhada evolutiva feliz e bem sucedida. Descobrir-se, compreender-se e conhecer as ferramentas certas para o autodesenvolvimento pode auxiliar sobremaneira o viver.

Nessa esteira, especificamente acerca do tema Índigos, interessante a leitura do livro “Adultos Índigos”, de Ingrid Cañete, do qual foram extraídas muitas das informações contidas nesse artigo.

Por fim, é importante ressalvar que “ser índigo” não é um conceito fechado, e que rótulos não são apropriados. Na verdade, todas as pessoas tem acesso a uma frequência vibracional elevada, basta querer, se engajar e desenvolver.


Susiane Canal

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