doce menina

a essência daquilo que se é

natally rodrigues

Um ser humano aprendiz da vida, do mundo, das sensações, um ponto sem fim regido pela arte.

somos epifanias constantes

Somos epifanias constantes. E a cada momento o que está ao nosso redor entra em uma via de mão dupla e nos conectamos. Mudamos o mundo e ele nós. Por trás de cada laço há a sinfonia da história de cada um, pois o inteiro é formado de partes. E somos feitos de partidas, em todos os sentidos que a palavra pode ser aceita. De quem parte, do que fica partido, de quando partimos.


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Somos epifanias constantes. E a cada momento o que está ao nosso redor entra em uma via de mão dupla e nos conectamos. Mudamos o mundo e ele nós. Por trás de cada laço há a sinfonia da história de cada um, pois o inteiro é formado de partes. E somos feitos de partidas, em todos os sentidos que a palavra pode ser aceita. De quem parte, do que fica partido, de quando partimos.

A ligação que ocorre em determinada situação, no fundo é feita por algo em comum, o amor. O amor conecta as pessoas, é a matriz da relação humana. Você ama tal lugar e é nele que você encontra o suposto amor da sua vida. Você ama tal música e é ela que faz você ouvir determinado cantor que depois fará com que você tenha amizades em comum que curtem o mesmo som. Você faz um curso por amor e nele encontra pessoas legais. Assim por diante. O amor conecta.

Somos constituintes de um grande tudo e somos construídos por um grande todo, também. Diante singularidades e plurais vivemos. E a cada vivência crescemos. Crescemos tanto que tem dia que nos enxergamos gigantes. E somos. Somos gigantes. Por quê? Cabe a cada um de nós respondermos esta questão.

O viver e o estar em comunicação faz com que sejamos epifanias. A cada momento podemos descobrir ou nos dar conta de algo novo. Algo que já estava ali, mas só conseguimos olhar e enxergar de verdade agora. Pensar na grandeza do mundo e em como somos pequenos. Refletir sobre o que rege cada ser humano que levanta de manhã todos os dias. Compreender que há um mundo dentro de cada um e que devemos respeitar este mundo individual, mas ter a consciência que vivemos em um mundo geral, todos juntos. Somos este todo ou fazemos parte dele? O ser e o fazer tem significado diferente pra você?

Há muito questionamento na vida. Inúmeros. Tem uma canção do duo AnaVitória que diz sobre a felicidade ser um mistério. Faz muito sentido isso. Felicidade é um efeito colateral de vários remédios que estão soltos pelo mundo. Cada vivência é um genérico. E o genérico pode ser tomado sozinho ou com muita gente ao redor.

Há uma frase que diz que somos resultados dos livros que lemos, das viagens que fazemos e das pessoas que amamos. Somos. Porque é a partir deste aconchego no outro ou em sua própria alma que nos sentimos pertencentes. E é isso, não? Queremos pertencer. Ao mundo, ao outro e nós mesmos.

A partir da liberdade a qual nos é depositada, seguimos. Lutamos, enfrentamos, vencemos o dia a dia. E talvez, não percebemos todos os detalhes que nos cercam. Não nos descobrimos e quem dirá o outro. E nos perdemos. E nos deparamos em uma alternância de um dia estar tudo bem e no outro nem tanto. Um dia de cada vez.

Não há uma receita para ser o que desejamos ser. Só há a vocação de ser quem somos, e não podemos ignorar isso. É questão de ser sincero com você para poder ser sincero com o mundo, não é egoísmo o seu leve narcisismo, mas um teor de fidelidade com a essência que te rege e o que você pode fazer para que o mundo seja melhor. Quem dera cada um de nós fôssemos sinceros com o que sentimos e somos. Diante tanta exploração psicológica que sofremos, podemos ao menos tentar explorar a magia que é viver. Há muita coisa linda espalhada pelo mundo esperando que a sua sensibilidade a sinta. Sentiu?


natally rodrigues

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