e a vida o que é diga lá meu irmão

Pensamentos transformados em palavras

Júlia Scheibel

Mãe do João, publicitária, poetisa mestre em comunicação. Atua em comunicação organizacional. Conheça mais em: www.juliascheibel.com.br

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    Como a sua vida, a de Jesus Cristo e do Buda se conectam?

    Jesus Cristo falou de amor. Buda se iluminou. Um foi crucificado, ou outro meditando, ali parado. Há que se entender que o amor por si mesmo passa por uma fase de descoberta interior. É dor, é revelação. Nesse momento, sem certeza do futuro, a gente se encontra batendo a cabeça naquilo que é vivido. Estamos nós no presente, ausentes de nós mesmos?

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    O indivíduo hipermoderno e esquizofrênico de Lipovestky e a complexidade das organizações

    Como conceber uma comunicação e relacionamentos entre indivíduos dentro uma empresa, um sistema organizacional complexo, preenchido por pessoas hipermodemas, onde existem conflitos vividos de interesses pessoais?

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    O indivíduo hipermoderno, por Gilles Lipovetsky

    Na era hipermoderna, nome criado pelo pensador francês Gilles Lipovetsky, o autor apresenta um mundo contemporâneo que prioriza valores do individualismo, dos problemas relacionados ao exagero, ao hiper, em todos os aspectos, desde o acesso à informação pelas diversas e incontáveis mídias até o exagero do consumismo, do prazer, do imediatismo, o que cria relacionamentos sem vínculos duradouros.

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    E o que te dói, você fala?

    Sobre o expressar, falar dos sentimentos. Falar sobre a dor, sobre si mesmo, sobre suas percepções.
    Abrir-se.

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    A busca da felicidade ou do sentido da vida

    Beira a estupidez, a necessidade constante de felicidade. Uma embriaguez, uma anestesia dos verdadeiros sentimentos e da própria verdade. Por certo, eu e você buscamos isso. Felicidade constante, importante, êxtase, orgasmo. Mas esse desejo sem fim, claro, não permanece em vida longa alguma.

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    Conhecimento ou decoração? Sobre o que se faz da gente ou o que a gente faz

    A educação se esqueceu de educar. Vivemos a fase da infância a decorar: cores, números, tabuada, rotinas, passos. Decoramos nosso interior com a maior quantidade de processos e aprendizados que nosso cérebro possa abarcar. Vivemos sentimentos variados, mas a rotina não nos deixa digeri-los.

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    O efeito bolha social

    A gente já ouviu falar muito sobre o efeito bolha, aquela sensação de estar separado, individualizado de um mundo ao redor. O mundo contemporâneo, a tecnologia, a segurança, os excessos da vida cotidiana nos trazem essa realidade. Da infância ao mundo adulto não vivemos mais a diversidade, nem a paciência, nem o compartilhamento do tempo, do espaço, do heterogêneo.

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