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Daqui, por aqui, até lá

Eduardo Almeida

Professor apaixonado por educação e historiador em formação, louco e apaixonado pela história das coisas. Viajante até das ideias fantasiosas. Escrevo sobre tudo, desde amor até política. Sou humano da forma mais humana possível.

A sociedade que não conhece o AMOR

A imagem ou expressão mais próxima do fim de qualquer coisa, é o chamado "fundo do poço". Uma sociedade que conhece a crítica, mas não o amor ou ainda os diversos sentimentos bons que permeia essa vida, não pode se considerar desenvolvida. Parece rudimentar. (...) Uma sociedade que não cativa nenhum sentimento bom, que carrega em si, o gosto intrínseco e – aparentemente – agradabilíssimo em distribuir pontapés por onde quer que seja, não pode se considerar civilizada, quiçá poderia se considerar uma sociedade (...)


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Temos nos deparado todos os dias, com uma diversidade de notícias de intolerância, de destruição e de desgraça que nos leva a pensar que, não estamos no fundo do poço, uma vez que, já ultrapassamos o limite.

Uma sociedade que não cativa nenhum sentimento bom, que carrega em si, o gosto intrínseco e – aparentemente – agradabilíssimo em distribuir pontapés por onde quer que seja, não pode se considerar civilizada, quiçá poderia se considerar uma sociedade. Todos nós, vivemos num ambiente de destruição total e de uma guerra constante a qualquer custo, para destruir aquilo que nos é semelhante. Trabalhamos sem cansar sob a égide de um povo que segue o caminho da implosão social, muito breve e sem precedentes na história. Falta-nos algum sentimento que nos dê condições de reverter a situação.

Não se ama mais. Se observarmos ao cabo de cada situação de intolerância, poderíamos chegar à conclusão de que, nos apegamos aos defeitos variados, próprios da condição humana e, num ato incrivelmente equivocado, nos transformamos nos juízes do mundo, como se tudo que foi criado até aqui, não tivesse o mínimo de humanidade possível, sendo totalmente passivo de erros e tropeços.

Quantas vezes no dia pensamos e realizamos uma boa ação, leia-se: boa ação, não é necessariamente enviar 5 toneladas de comida para conter a fome na África, até porque, num mundo em que as pessoas simplesmente aceleram seus carros, quando estão próximas de uma poça d’agua só para molhar o coitado do pedestre, já encharcado de seus problemas diários e que está indo trabalhar, não há esperança para conter qualquer malefício maior que o desrespeito indecoroso.

Desconhecemos o valor de um “bom dia” simplesmente porque o seu cabelo não amanheceu no formato que você gostaria ou pela simples razão de você achar que seus problemas são maiores que o do outro. Não se engane, felicidade não é sorrir o tempo inteiro, mas é ter uma razão a mais para viver todos os dias.

Com tantas notícias desanimadoras, há esperança?

- Há esperança, aonde existir vontade.

Tomei a liberdade de contar os cinco quesitos para segurar essa barra que é gostar de você, iê sair do fundo do poço:

1. Deseje bom dia:

Não é tão difícil dizer bom dia para você mesmo, além de desejar bom dia aos que você considera importante.

2. Sorria

As pesquisas mostram que sorrir (clique aqui para saber mais) é um ótimo mecanismo para se tornar mais feliz e saudável.

3. Tenha gratidão

Embora concorde que seja esse, o sentimento mais difícil de lidar, pelas diversas condições que o compõe, gratidão é a forma mais humilde de agradecer o que você tem, o que não quer dizer que você não possa buscar mais. Ex: Quando ganhar um presente, sorria. Depois dele poderá vir mais.

4. Respeite e opinião alheia:

A sua opinião vale tanto quanto a dos outros, não importa o seu grau de instrução. Debata ideias, mas nunca sobreponhas as suas às dos outros. Sua voz pode ser mais alta, mas as suas possibilidades são as mesmas de todo mundo.

5. Ame:

Já dizia Carlos Drummond de Andrade:

"Que pode uma criatura senão,

entre criaturas, amar?

amar e esquecer, amar e malamar,

amar, desamar, amar?"

Não guarde o seu amor, distribua o que tem de mais lindo na vida.

O que estamos esperando para vivermos longe do poço? Cada um sabe o que te deixa mais longe do fim.


Eduardo Almeida

Professor apaixonado por educação e historiador em formação, louco e apaixonado pela história das coisas. Viajante até das ideias fantasiosas. Escrevo sobre tudo, desde amor até política. Sou humano da forma mais humana possível..
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