entre inquietações

Sem a tranquilidade da acomodação

Bia Lopes

Autora do blog Conversa de Gente Fina e do Livro Incondicional. Publicitária e escorpiana, não necessariamente nessa ordem. Coleciono paixões, as maiores delas pela escrita, música e cinema. Inquieta por natureza e sonhadora incorrigível. De passagem por este mundo, tentando, aprendendo, vivendo.

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    Não leia esse texto

    Não leia esse texto. Ainda há tempo de desistir. Há coisas que você não deve saber e eu não quero ser portadora de más notícias. Na verdade esse é um texto bem realista. É sobre o que você não gosta, mas tem que fazer. Sobre gente que você não suporta, mas tem que aturar. Sobre machucados, hematomas e feridas. Esse é um texto sobre a vida.

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    Like a Prayer: polêmica e questionamentos sociais em um single que marcou os anos 80

    Na música, guitarras que se misturam a um enigmático canto gospel. No vídeo, uma jovem católica que presencia o assassinato de outra jovem e procura abrigo em uma igreja. Cruzes incendiadas que remetem à ku klux klan, homens brancos cometem um crime e, em seu lugar, um jovem negro é preso. Uma religiosidade exagerada, obsessiva, que faz com que a única figura masculina na vida da jovem seja a de Deus. Essa é Like a Prayer, cheia de polêmica em sua letra e na composição de seu videoclipe no contexto de uma sociedade que gritava por liberdade, mas ainda estava presa a amarras pra lá de tradicionais e longe de pensar em questioná-las.

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    Vítima ou vencedor: qual o seu papel na vida?

    Você pode escolher entre reclamar ou enfrentar, desistir ou construir uma grande história. A vida não vai passar a mão na sua cabeça e aliviar as coisas apenas porque você acha que é menos capaz do que os outros, porque não, você não é. Tudo é apenas uma questão de como você se enxerga e de como é a sua relação com o mundo. No grande espetáculo da vida há dois papéis principais - as vítimas e os vencedores. E você, já descobriu qual é o seu?

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    Você tem sede de quê?

    Queremos plenitude e o poder de lutar para que tudo mude. Não fomos feitos para ser metade, nem para nos contentar com migalhas. Queremos uma vida estável, tempo favorável, um sistema sem falhas.

    A música "Comida", dos Titãs, traz uma perfeita definição da necessidade de todos nós, brasileiros. Ontem, hoje, sempre.

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    Despedida: chegou a hora. E agora?

    A vida nos pega de surpresa, não importa quantos planos façamos nem o quanto queiramos isso ou aquilo, as coisas acontecerão quase sempre diferentes do que poderíamos imaginar. O pneu fura na estrada deserta ou em meio ao caos do trânsito, aquele funcionário que parecia essencial foi demitido quando você menos esperava e o namoro, quem diria, fazíamos planos até mesmo de casar, acabou.

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    O incrível poder do fracasso

    Fracassamos e simplesmente não sabemos lidar. Vamos ao fundo do poço por causa de uma disciplina reprovada, de um leite derramado, um café mais amargo que o de costume, uma discussão com o namorado. Jogamos fora um dia inteiro porque cedinho, no início dele, perdemos um ônibus. A chuva que caiu inesperadamente, a chave perdida, o compromisso adiado. Seja lá o que for que deu errado, desabamos. É... Não estamos sabendo lidar.

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    Confiar ou terminar? (e esqueça o celular)

    Confiança é a base para qualquer relação. A frase é clichê, porém verdadeira. Não há como construir uma relação sólida, estável, harmônica, se falta esse pilar. É como uma casa sem alicerce, não se sustenta. E o pior: antes de cair vai dando sinais de que alguma coisa não tá bem, vai rachar, balançar, até que aconteça o desastre maior. E sinceramente, é isso o que você quer para você?

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    A quem pertence a verdade?

    Desaprendemos a discutir, não sabemos mais trocar ideias. Nos transformamos em crianças birrentas que, quando contrariadas, gritam, esperneiam e... Batem. As redes sociais que deveriam nos aproximar viraram campo de batalha e disseminação do ódio. E só pra lembrar: intolerância virtual também é violência.

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    Pensamentos e você, quem está no controle?

    Você já se fez essa pergunta? De uma maneira geral, você controla seus pensamentos ou acaba se deixando controlar por eles?

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    Quem se importa?

    Estamos tão apressados, ocupados, distraídos, que acabamos deixando passar oportunidades preciosas de sermos verdadeiramente humanos. Desejamos feliz Dia do Amigo nas redes sociais, mas somos realmente amigos ou para nós tanto faz?

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    Eu não sou obrigada

    Eu não sou obrigada a seguir padrões. Não exija de mim o que para você é o sinônimo de mulher ideal. Aliás, ideal é algo que eu nunca quis (e nem tive talento) para ser. Já nasci meio fora da caixinha.

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    Muros e Grades, a quem pertence essa prisão?

    A violência, resultado de um sistema falho que inclui educação precária e uma imensa desigualdade social, tornou refém a mesma sociedade responsável por esse sistema. O crescimento acelerado (e desorganizado) dos centros urbanos tratou de maneira desigual a quem deveria ser visto com os mesmo olhos. E o resultado está bem definido nessa música dos Engenheiros do Hawaii, escrita nos anos 90, porém mais atual do que nunca.

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    Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo

    Mas talvez seja essa a graça da vida: essa eterna metamorfose que vai se perpetuando ano após ano, geração após geração. E até o que aprendemos com a tradição conseguimos transformar em contradição, porque há sempre uma nova maneira de olhar.

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    A História Sem Fim: o Nada está conseguindo destruir Fantasia?

    É interessante observar que uma obra dos anos 80 nos traga uma reflexão tão atual. Cada vez mais as crianças estão se distanciando do mundo da imaginação, da crença nos sonhos e se tornando seres questionadores e descrentes daquilo que outrora lhes fascinava por completo. Mas de quem seria a culpa?

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    Pressa x Paciência, conflitos de uma geração

    Há uma linha tênue entre o uso sadio e proveitoso das redes sociais e o vício. O que acontece é que muitos de nós não conseguem perceber a diferença e acabam se deixando levar pelo excesso. Perdeu-se o hábito da apreciação e a nova geração não conhece o que é fazer uma coisa por vez, aproveitando cada uma, cada momento, vivendo plenamente cada situação. E o pior: falta paciência.

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