Existe no teatro uma poética que envolve e nos convida a sentir a vida os gestos de corpos que falam, sentem, gesticulam, dramatizam e fazem a arte pulsar.
]]> Ler o artigo completoA escrita é a etapa seguinte a oralidade, é o registrar narrativas no papel, para que outros olhos possam vivê-las, senti-las e inquietar-se, deixando a imaginação fluir como as águas de um rio, nesse movimento de forças e vibrações.
]]> Ler o artigo completo "O sertanejo é antes de tudo um forte”( EUCLIDES DA CUNHA EM OS SERTÕES,2000,p.16) .
"Meu Quintana, os teus cantares
Não são, Quintana, cantares:
São, Quintana, quintanares.
Quinta-essência de cantares...
Insólitos, singulares...
Cantares? Não! Quintanares!
Quer livres, quer regulares,
Abrem sempre os teus cantares
Como flor de quintanares.
São cantigas sem esgares.
Onde as lágrimas são mares
De amor, os teus quintanares [...]”
(Manuel Bandeira).
"Neste momento de música eles sentiram-se donos da cidade. E amaram-se uns aos outros, se sentiram irmãos porque eram todos eles sem carinho e sem conforto e agora tinham o carinho e conforto da música."
(Jorge Amado).
O coração é a melhor nota musical...
]]> Ler o artigo completoLima Barreto crítico incansável, dono de uma escrita inovadora para a literatura brasileira, nitidamente evidenciada em seus romances e contos.
“Ah! A literatura ou me mata ou me dá o que eu peço dela” ( LIMA BARRETO).
José Saramago foi o primeiro escritor de Língua Portuguesa a ser agraciado com o premio Nobel de Literatura, em 1998, sendo também considerado o responsável pelo efetivo reconhecimento internacional da prosa em Língua Portuguesa.
“ESCREVO PARA DESASSOSSEGAR”( Saramago).
Segundo o dicionário online, Ilha é uma Extensão de terra cercada de água por todos os lados. Metaforicamente falando, devemos ser Ilhas, cercados de horizontes sem fim.
]]> Ler o artigo completo"A gente foge da solidão quando tem medo dos próprios pensamentos." - Érico Veríssimo.
]]> Ler o artigo completoA voz que vem da favela e resiste poeticamente as limitações políticas, sociais, econômicas de uma época e para além dela, mostrando a atemporalidade de versos que se revelam na sutileza dos ditos de uma mulher. Carolina Maria de Jesus, pobre, negra, favelada e mãe. Apesar dessas “limitações”, foi um CORPO cuja força ultrapassou fronteiras e se revelou através de uma escrita subjetiva. O desejo de mudar seu mundo, e o mundo dos seus que ali na favela apenas (sobre)viviam às mazelas sociais, não lhe tirou os sonhos, mas alimentava-os através dos seus escritos.