era uma vez na história

Louis, I think this is the beginning of a beautiful friendship - Casablanca (1942)

Luiza Faria

Porque não ficamos por aqui, tomamos um café, damos uma volta na praça ou vamos no cinema... Pelo resto de nossas vidas?

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Luiza Faria

O que se esconde por trás da câmera do diretor? Quais são as verdades mascaradas ou expressões construídas pelo cinema que não enxergamos durante a primeira sessão? “Era uma vez na História” - como separar o conto de fadas da tão sonhada verdade?

Aqui buscaremos discurtir os limites entre cinema, verdade e ficção – entre o mito e o que aceitamos como realidade. Se considerarmos a história escrita pelos homens como uma reconstrução daquilo que seus antepassados viveram, a compreensão desse passado tem o poder o poder de influenciar a postura cidadã de um indivíduo ou de uma coletividade.

- Certo?

Porém, como manter contato com o envelhecido? Poderia a arte ser a maneira que o homem encontrou para dar sentido ao amontodado de coisas e pessoas que já se foram? Neste raciocínio, podemos ver o cinema como um possível canal entre passado e presente - entre o que somos e tudo aquilo que já não é mais.

E o filme?
Ah! O filme se torna um belo suporte historiográfico.

A leitura, as análises e as abstrações acerca de uma película são, então, encobridas de imensurável responsabilidade. Até que ponto o cinema como arte tem o poder de condicionar o comportamento do telespectador e provocar algum impacto social? Nesse espaço não há lugar para certezas, mas sim para perguntas - muitas perguntas. Afinal de contas, um dia ("A long time ago in a galaxy far, far away....") “O Pasquim” nos ensinou que “Se você não está em dúvida é porque foi mal informado”.

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