esbónia catedrática

Há um senso crítico (pedagógico) no caos da reflexão! Arte, Política e Sociedade.

Luiz Phelipe Fernandes Morais

Tirando o fato de ser advogado e professor de Direito, a arte e a literatura justificam quase todas as minhas (outras) escolhas. Enquanto entusiasta do conhecimento e das vicissitudes cotidianas, viver tem sido meu melhor ofício

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Luiz Phelipe Fernandes Morais

Nunca me desprendi dos prazeres da arte (em sentido amplo) mesmo após optar por uma graduação tida como formal e dogmática (Direito). À época do vestibular, enquanto fundador de um grupo de sarau literário denominado "Essência", descobria que a arte e a literatura (se se permitem distingui-las) definiria quase todas as minhas escolhas a partir dali. Talvez daquelas experiências apenas a essência tenha permanecido, mas ela é que dá sabor à existência e permite que em meio a processos em tribunais e giz, eu descubra o que há do melhor em mim. O conhecimento me provoca. Em sala de aula tenho a obrigação de construí-lo com o meu coletivo. Aqui, tenho a oportunidade de desfrutar um saber que não demanda sê-lo científico, mas que permite compartilhar todos os seus sentidos. Que consegue tornar artístico as palavras do que lhe é dito.

Arte, política e sociedade. Uma esbórnia, mas catedrática, para que com alguma estética, possamos dialogar sobre a complexa tarefa de existir.

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