escrevendo com a luz

e movendo fotogramas

Julio Benck

Se você leu até o final, significa que consegui captar sua atenção. Muito obrigado e, quando tiver um tempinho, acessa lá meu blog ;-)

O Porto, esse lugar esquecido pela arte

O carioca Rogério von Krüger prova que há beleza até onde, pela ação da máquina trituradora capitalista, a natureza se esconde. O porto é por excelência a síntese de tudo que representa o progresso. Máquinas, ferragens, vagões e veículos.

Portos são locais densos, pesados, industriais, onde se espera encontrar pessoas rudes e até certo ponto inóspitos. Entretanto, não deixam de ter uma certa beleza, desde que suas linhas sejam mostradas pelos ângulos certos, e claro, com a iluminação adequada.

O fotógrafo Rogério von Krüger, que tem como vocações as fotos para casamentos, em eventos e as fotos corporativas, ousou mostrar o Porto de Itaguaí, que até 2006 era de Sepetiba, no Rio de Janeiro, em sua face mais pesada – sim, é possível.

O resultado é um ensaio surpreendentemente rico em cores, cenários variados e ângulos excepcionais de um dos maiores portos da América Latina. Para Rogério, “fazer essas imagens representa um desafio e tanto, já que registrar ambientes requer a escolha da perspectiva que mais valoriza suas qualidades, mas sem deixar de expor o que são realmente. No caso de um porto, o que procuramos mostrar é sua imponência, aspecto fabril e claro, sua proximidade ao mar”.

As imagens compõem a sequência abaixo, que leva a sua grife:

Porto de Itaguaí - Rogério Von Kruger

Porto de Itaguaí - Rogério Von Kruger

Porto de Itaguaí - Rogério Von Kruger

Porto de Itaguaí - Rogério Von Kruger

Porto de Itaguaí - Rogério Von Kruger

Porto de Itaguaí - Rogério Von Kruger


Julio Benck

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