filosofia tecnologia arte e pensamento

Pensando a existência para buscar a essência. O caminho é a beleza...

Bruno Lima

Doutorando em Educação. Apaixonado desde sempre por ler e escrever. Morador e amante de Florianópolis e pai do Minduim.

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    As origens da democracia

    Em momentos de crise, vale a pena voltar o pensamento e olhar novamente para as origens. Será que vivemos em tempos essencialmente democráticos?

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    O nascimento das polis na Antiga Grécia: inspirações para o mundo em crise

    Será que as inspirações políticas do século XXI ainda podem ser buscadas na experiência de mais de 2.500 anos atrás? O que fundou a política e a democracia como sistema foram as polis. E hoje parecemos estar cada vez mais distantes de seus ideais.

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    O Brasil precisa de um Pepe Mujica

    Talvez um título mais apropriado para o texto seria "O que a esquerda política no Brasil precisa é de um Pepe Mujica". Mas, apesar de partir de uma visão tida como de esquerda, acredito que o escrito é de um tom totalmente conciliatório (assim espero).

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    Reforma do ensino médio: retrocesso transformado em desastre total

    O retrocesso do PL 6840/13, em discussão no governo anterior, se torna um desastre total com a MP que reforma o Ensino Médio no país: em comum, várias coisas, inclusive a total rejeição dos maiores interessados - os estudantes - e também de quem trabalha e pensa na educação.

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    Criticar o Escola sem Partido não significa dizer que está tudo bem com a escola

    Pretendo neste texto defender que a crítica do campo da educação ao Escola sem Partido não é um sinal de satisfação com a instituição escolar. Nossas instituições precisam sim de mudanças, de novas ideias, de um novo pensamento que construa novas possibilidades de se fazer educação. Mas, por favor, sem aberrações. A mudança precisa vir no sentido de evolução para a vida em um mundo múltiplo, diverso e complexo. Mais retrocessos não podem, e não serão, aceitos.

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    Se a filosofia não vai se diversificar, vamos chamá-la do que realmente é

    Me proponho aqui à tradução deste texto, publicado no New York Times pelos professores estadunidenses Jay Garfield e Bryan Van Norman.
    Eles falam da realidade do estudo da filosofia no seu país - mas acredito que a discussão cabe bastante para a realidade brasileira, na área da filosofia.
    Apesar de estarmos em uma região historicamente bem diversa, ainda vejo muito dessa centralidade eurocêntrica e ocidental nos nossos departamentos de estudos em Filosofia. Acredito que tanto a realidade descrita quanto os conselhos que propõem se aplicam aos estudos e departamentos de filosofia no Brasil.
    É extremamente necessário que essa discussão tome forma - está em jogo uma real liberdade de pensamento, essência da filosofia como saber.

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    Edgar Morin, complexidade e universidade

    A reforma do conhecimento que Edgar Morin pensa é essencialmente uma reforma da universidade que de universal não tem nada; de um ensino superior que ao se adequar às demandas da ciência que se fundamenta na técnica, se inferioriza e perde a sua essência: questionar, criticar, escrutinar a realidade posta. Saídas? Viver poeticamente, se autoformar e ser, no sentido mais pleno da palavra, professor.

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    A filosofia e a arte do futebol, a guerra pacífica

    Por que o futebol desperta tanta paixão? Só podia ser assim! Arte, cultura, política e representatividade aparecem juntas em uma atividade esportiva! Triste aquele que pensa ser o futebol só um jogo.

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    O espírito selvagem de Paul Cézanne: inspirações para a teoria e a filosofia

    “Espírito Selvagem”: expressão criada por Merleau-Ponty, na qual o autor quer compreender o que estimula a prática do artista, o que realmente faz a intenção e a visão do artista se tornar ação prática, linguagem. A expressão é bela quando pensada em sua profundidade: espírito me leva à lembrança da alma, do que realmente somos em nossa essência, ou seja, que lembra e nos faz pensar no próprio Ser. Já o termo selvagem vem para trazer a imagem da transgressão, da mudança, da força que impulsiona o diferente, que contempla mas não aceita o pronto. Merleau-Ponty conseguiu, em uma expressão, dimensionar o que deve fundamentar o trabalho do artista e ao mesmo tempo o que essa arte deve ambicionar, ou seja, a busca do Ser e a vontade de transgressão. Poético e sucinto.

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    Já esquecemos de Aylan Kurdi: Dinheirofilia e o poço da alteridade

    Quando impera a dinheirofilia, ou todas nossas relações se resumem a dinheiro, estamos em um poço. Agora, quando o próprio ser humano se torna cifra, já não existe mais perigo, ele já se concretizou: acaba-se a civilização.

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    O legado da ditadura militar na educação superior brasileira

    Ao pensarmos as possibilidades de luta contra o autoritarismo, o fascismo e o preconceito, em prol da autonomia e da liberdade, a esperança sempre está na educação, na formação dos cidadãos que lidarão com esses desafios. Mas quanto ainda resta da política educacional da ditadura militar na educação brasileira ainda hoje?

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    A filosofia do Ser em Wish You Were Here

    Afinal, seremos parte da luta pelo Ser, ou protagonistas de seu sumiço?

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    O que ler Platão ainda nos ensina sobre educação?

    Independente da forma como estudamos Platão - aceitando-o, negando-o, discordando de sua metafísica, compreendendo-o ou criticando-o -, há ensinamentos em seus diálogos que são fundamentais para os nossos dias: discutir ideias e praticar a dialética exige o respeito e a aceitação do outro.

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    A dimensão filosófica da tecnologia: voltamos à caverna de Platão?

    O que realmente é a tecnologia? Internet, redes sociais, comunicação instantânea? Sim, mas há uma filosofia para além disso. A tecnologia moderna ganhou influência na ciência, na sociedade e no ser. Mas ela contribui ou dificulta a formação? Nós a criamos e controlamos ou ela nos recria e nos controla? Somos o que realmente
    somos na tecnologia? Ou somos prisioneiros?

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