Professor e tecnologia: nunca excludentes, sempre complementares
]]> Ler o artigo completoO plano apresentado pelo MEC para gestão das universidades brasileiras finge pensar no futuro enquanto esquece o presente.
]]> Ler o artigo completoPara criticar a gestão de Vélez Rodriguez, dados não são mais necessários. As denúncias já foram feitas aos montes, e Tabata Amaral nos representou a todos. Resta, agora, o humor.
]]> Ler o artigo completoEsse artigo é uma tradução do artigo de Gundula Bosch, "Train PhD students to be thinkers not just specialists", publicado em 14 de fevereiro na revista Nature.
Link para o texto original: https://www.nature.com/articles/d41586-018-01853-1
O olhar reto e o pescoço que gira X o olhar para baixo e o pescoço parado.
]]> Ler o artigo completoO texto é uma tradução minha do artigo "Humanities teach students to think. Where would we be without them?", da jornalista Francine Prose, na versão estadunidense do grande jornal britânico The Guardian.
Escolhi traduzir este texto porque traz um tema muito importante e que também afeta o Brasil. Por muitas vezes, o que ela nos reporta é também o que acontece na nossa academia. Pensar uma sociedade mais igual, mais respeitosa, mais tolerante e menos violenta é pensar na experiência humana neste mundo. Por que cada vez mais esse pensamento perde seu valor, mesmo nas instituições em que deveriam ser prioridade?
Em momentos de crise, vale a pena voltar o pensamento e olhar novamente para as origens. Será que vivemos em tempos essencialmente democráticos?
Será que as inspirações políticas do século XXI ainda podem ser buscadas na experiência de mais de 2.500 anos atrás? O que fundou a política e a democracia como sistema foram as polis. E hoje parecemos estar cada vez mais distantes de seus ideais.
]]> Ler o artigo completoTalvez um título mais apropriado para o texto seria "O que a esquerda política no Brasil precisa é de um Pepe Mujica". Mas, apesar de partir de uma visão tida como de esquerda, acredito que o escrito é de um tom totalmente conciliatório (assim espero).
]]> Ler o artigo completoO retrocesso do PL 6840/13, em discussão no governo anterior, se torna um desastre total com a MP que reforma o Ensino Médio no país: em comum, várias coisas, inclusive a total rejeição dos maiores interessados - os estudantes - e também de quem trabalha e pensa na educação.
]]> Ler o artigo completoPretendo neste texto defender que a crítica do campo da educação ao Escola sem Partido não é um sinal de satisfação com a instituição escolar. Nossas instituições precisam sim de mudanças, de novas ideias, de um novo pensamento que construa novas possibilidades de se fazer educação. Mas, por favor, sem aberrações. A mudança precisa vir no sentido de evolução para a vida em um mundo múltiplo, diverso e complexo. Mais retrocessos não podem, e não serão, aceitos.
]]> Ler o artigo completoMe proponho aqui à tradução deste texto, publicado no New York Times pelos professores estadunidenses Jay Garfield e Bryan Van Norman.
Eles falam da realidade do estudo da filosofia no seu país - mas acredito que a discussão cabe bastante para a realidade brasileira, na área da filosofia.
Apesar de estarmos em uma região historicamente bem diversa, ainda vejo muito dessa centralidade eurocêntrica e ocidental nos nossos departamentos de estudos em Filosofia. Acredito que tanto a realidade descrita quanto os conselhos que propõem se aplicam aos estudos e departamentos de filosofia no Brasil.
É extremamente necessário que essa discussão tome forma - está em jogo uma real liberdade de pensamento, essência da filosofia como saber.
A reforma do conhecimento que Edgar Morin pensa é essencialmente uma reforma da universidade que de universal não tem nada; de um ensino superior que ao se adequar às demandas da ciência que se fundamenta na técnica, se inferioriza e perde a sua essência: questionar, criticar, escrutinar a realidade posta. Saídas? Viver poeticamente, se autoformar e ser, no sentido mais pleno da palavra, professor.
]]> Ler o artigo completoPor que o futebol desperta tanta paixão? Só podia ser assim! Arte, cultura, política e representatividade aparecem juntas em uma atividade esportiva! Triste aquele que pensa ser o futebol só um jogo.
]]> Ler o artigo completo“Espírito Selvagem”: expressão criada por Merleau-Ponty, na qual o autor quer compreender o que estimula a prática do artista, o que realmente faz a intenção e a visão do artista se tornar ação prática, linguagem. A expressão é bela quando pensada em sua profundidade: espírito me leva à lembrança da alma, do que realmente somos em nossa essência, ou seja, que lembra e nos faz pensar no próprio Ser. Já o termo selvagem vem para trazer a imagem da transgressão, da mudança, da força que impulsiona o diferente, que contempla mas não aceita o pronto. Merleau-Ponty conseguiu, em uma expressão, dimensionar o que deve fundamentar o trabalho do artista e ao mesmo tempo o que essa arte deve ambicionar, ou seja, a busca do Ser e a vontade de transgressão. Poético e sucinto.
]]> Ler o artigo completoQuando impera a dinheirofilia, ou todas nossas relações se resumem a dinheiro, estamos em um poço. Agora, quando o próprio ser humano se torna cifra, já não existe mais perigo, ele já se concretizou: acaba-se a civilização.
]]> Ler o artigo completoAo pensarmos as possibilidades de luta contra o autoritarismo, o fascismo e o preconceito, em prol da autonomia e da liberdade, a esperança sempre está na educação, na formação dos cidadãos que lidarão com esses desafios. Mas quanto ainda resta da política educacional da ditadura militar na educação brasileira ainda hoje?
]]> Ler o artigo completoAfinal, seremos parte da luta pelo Ser, ou protagonistas de seu sumiço?
]]> Ler o artigo completoIndependente da forma como estudamos Platão - aceitando-o, negando-o, discordando de sua metafísica, compreendendo-o ou criticando-o -, há ensinamentos em seus diálogos que são fundamentais para os nossos dias: discutir ideias e praticar a dialética exige o respeito e a aceitação do outro.
]]> Ler o artigo completoO que realmente é a tecnologia? Internet, redes sociais, comunicação instantânea? Sim, mas há uma filosofia para além disso. A tecnologia moderna ganhou influência na ciência, na sociedade e no ser. Mas ela contribui ou dificulta a formação? Nós a criamos e controlamos ou ela nos recria e nos controla? Somos o que realmente
somos na tecnologia? Ou somos prisioneiros?