fragmentos

Da crítica literária à Literatura crítica

Artur Custodio

Professor de literatura e português. Especialista em Cultura e Literatura.

Pero Vaz de Caminha e As Meninas da Gare

Os nativos, desde o primeiro dia de estada dos portugueses nessa terra, foram o objeto de maior interesse de Pero Vaz de Caminha. As diferenças, a ingenuidade, tudo isso o atraiu. No entanto, as moças despertaram no escrivão um interesse especial. Caminha, ao ver as nativas nuas, tinha não só um olhar antropológico, mas também sexualizado delas. Isso deixa marcas na construção da identidade nacional. O Brasil é constantemente apontado como um dos países com maior turismo sexual, um lugar onde as nativas ainda sofrem com um desproporcional abuso do homem branco. Colhemos hoje o fruto maduro de uma lenta, complexa e dolorida gestação de nossa história de país colonizado.


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A Visão Sensual do Escrivão Português Sobre as Nativas, em Sua Carta de Achamento do Brasil e as Marcas Disso, nos Dias de Hoje

Introdução:

Mikhail Bakhtin, ao falar sobre a temporalidade dos textos, diz que “as grandes obras da literatura levam séculos para nascer, e, no momento em que aparecem, colhemos apenas o fruto maduro, oriundo do processo de uma lenta e complexa gestação” (BAKHTIN, 1992, p.364). Na primeira metade do século XX, surge, no Brasil, um grande movimento cultural, que faz uma revolução no ambiente artístico do país, por seu caráter vanguardista e inovador – o Modernismo. Entre seus mentores, há o nome de Oswald de Andrade (1890–1954), considerado o mais rebelde dos modernistas. Ele desenvolve uma poesia que, ao mesmo tempo em que faz uma ruptura dos padrões estéticos tradicionais, faz também uma releitura dessa tradição, produzindo assim sua crítica à arte e à cultura nacionais.

Num de seus poemas, Andrade retoma um dos textos mais importantes da história do Brasil – a Carta de Pero Vaz de Caminha. O texto de Andrade, intitulado “Pero Vaz Caminha”, reescreve trechos da epístola do escrivão português ao El-Rei D. Manuel sobre o Achamento dessa terra, transformando-os em poesia e, além disso, acrescentando um subtítulo que ressignifica cada um desses fragmentos. A última dessas reescritas trata do momento em que Pero Vaz de Caminha descreve as nativas da terra recém-achada:

Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem moças e bem gentis, com os cabelos muito pretos e compridos pelas espáduas e suas vergonhas tão altas, tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de muito bem olharmos, não tínhamos nenhuma vergonha (CAMINHA, 2002, p.98)

Oswald de Andrade transforma a prosa em poesia e acrescenta o título de “Meninas da Gare”, produzindo, dessa forma, um novo sentido ao fragmento:

AS MENINAS DA GARE

Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis/ Com cabelos mui pretos pelas espáduas/ E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas/ Que de nós as muito bem olharmos/ Não tínhamos nenhuma vergonha

Ainda hoje próximo às estações rodoviárias, é possível encontrar casas de prostituição, hotéis e pousadas que são pontos de encontros para esse tipo de relação. Isso tudo, em função do alto fluxo de viajantes, que buscam um lugar para ficar e acabam saciando suas fantasias ou preenchendo um espaço de sua solidão itinerante. No início do século XX, tempos de Oswald de Andrade, esse ponto eram as gares, onde pessoas embarcavam e desembarcavam das longas viagens de trem. O subtítulo do poema remete a essa situação. Ao transcrever o trecho da Carta de Pero Vaz de Caminha, acrescido desse cabeçalho, o enunciado é ressignificado. Isto é, Andrade insinua que o escrivão português via nas nativas potenciais prostitutas.

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As Alteridades:

Pero Vaz de Caminha era o escrivão da armada de Pedro Álvares Cabral, que veio ao Brasil para registrar a tomada de posse dessas terras. Ele era considerado amigo do rei D. Manuel, em função dos serviços prestados por seu pai e avós. Tanto que, ao escrever a Carta de Achamento do Brasil, Caminha faz um pedido pessoal ao rei: “peço que, por me fazer graça especial, mande vir da ilha de S. Tomé a Jorge de Osório, meu genro - o que d’Ela receberei em muita mercê” (CAMINHA, 2002, p.117). Esse genro andara envolvido em furtos e extorsão a mão armada e já havia, em outras ocasiões, sido beneficiado por cartas do rei. Não se sabe se esse último pedido de Caminha foi atendido. No entanto, essa epístola de um viés particular passou para um documento histórico formador de um país. A Carta é como uma certidão de nascimento do Brasil, da forma como conhecemos hoje.

Caminha se propõe a relatar ao rei D. Manuel as novas dessa terra recém-achada. No princípio, conta a primeira visão da região, dos montes, da vasta vegetação e da praia. Porém, é quando avista os homens desse lugar que Caminha se encanta. A carta, que parecia tomar um rumo geográfico e descritivo, torna-se quase um tratado antropológico, repleto de intervenções das impressões do escrivão e de seus conselhos.

A primeira descrição desses nativos é a seguinte:

Eram pardos, todos nus, sem coisa alguma que lhes cobrisse suas vergonhas. Nas mãos traziam arcos com suas setas. Vinham todos rijamente sobre o batel; e Nicolau Coelho lhes fez sinal que pousassem os arcos. E eles os pousaram (CAMINHA, p.91, 2002)

Esse primeiro contato foi extremamente simbólico, pois o pequeno diálogo não–verbal entre os dois povos representa a subjugação de um pelo outro. Os nativos, que num primeiro momento mostraram confiança e imponência, com sua postura rija e seus arcos e setas, a partir de um gesto de ordem do capitão português, desconstruíram sua imagem guerreira. Isso pode ser analisado pelo ponto de vista da alteridade: o nativo pode ter praticado um ato de cordialidade, de receptibilidade. No entanto, o português, certamente, viu de outra forma – um primeiro gesto de superioridade, ao ver a obediência do outro diante de seu sinal.

Exatamente a questão de alteridade que vai ser o grande mote para a análise mais profunda dessa carta. De acordo com Saussure, um dos principais linguistas do século XX, “bem longe de dizer que o objeto precede o ponto de vista, diríamos que é o ponto de vista que cria o objeto” (SAUSSURE, p.15. 1997). Assim, a narrativa é feita através de uma visão específica. O primeiro registro sobre o Brasil, a Carta de Pero Vaz de Caminha, deve ser compreendido, tendo a consciência de que foi escrito por um europeu, homem e católico. Isto é, a perspectiva terá a tendência cultural desse perfil, no século XV e XVI.

Uma das comprovações de que a intencionalidade do discurso europeu sob a alteridade do diálogo entre os povos se sobrepõe é o momento em que Afonso Lopes, o piloto de uma das naus, leva, para a embarcação, dois homens dessa terra, para tentar se comunicar com eles:

Entraram (no navio). Mas não fizeram sinal de cortesia. (...) Porém um deles pôs olho no colar do capitão, e começou de acenar com a mão para a terra e depois para o colar, como que nos dizendo que ali havia ouro. Também olhou para o castiçal de prata, e assim mesmo acenava para a terra e novamente para o castiçal como se lá também houvesse prata. (...) Isso tomávamos nós assim por assim desejarmos. (CAMINHA, 2002, p.94 e 95)

Esse encontro mostra que, apesar das tentativas, muito pouco se ficou sabendo do território encontrado, mas muito se ficou sabendo dos desejos dos portugueses diante do Brasil. A vontade de encontrar ouro e prata, além do intuito de fazer isso ser lucrativo para a coroa, coloca, na fala do nativo, intenções que provavelmente não são dele.

Outro exemplo claro dessa falta de alteridade pelo viés português é a relação religiosa estabelecida desde o princípio do contato. Num período em que a Igreja expande sua doutrina, juntamente com a expansão marítima, qualquer povo recém-conhecido pelos europeus torna-se alvo do processo de catequização. Com os nativos dessa terra não foi diferente. Esse trabalho é feito logo no princípio e, acima de tudo, intencionalmente e sistematicamente, como fica evidente no seguinte trecho:

Quando saímos do Batel, disse o capitão que seria bom irmos direto à cruz (...) e que nos puséssemos todos de joelhos e a beijássemos para eles verem o acatamento que lhe tínhamos. E assim fizemos. A esses dez ou doze que aí estavam acenaram-lhe que fizesse assim, e foram logo todos beijá-la.

Como o diálogo entre os dois povos era muito restrito, praticamente inexistente, uma das estratégias adotadas para o princípio de sensibilização dos nativos com a religião católica foi a imitação. Isto é, o português fazia os gestos típicos de seus rituais e induzia o índio a repetir. No domingo de Páscoa, o capitão mandou celebrar uma missa. Nesse momento a evidência da falta de alteridade do povo português fica clara, pois, no decorrer do ritual, os nativos sentaram-se e olharam o ato. Porém, no final dele, como sinal de compreensão do rito, eles praticaram algo que indica ser parte de sua prática religiosa: “E, depois de acabada a missa, assentados nós à pregação, levantaram-se muitos deles, tangeram corno e buzina e começaram a saltar e a dançar um pedaço” (CAMINHA, p.100, 2002).

Apesar disso, parece que os portugueses desconsideraram as crenças do outro povo, ao ponto de Caminha dizer “Parece-me gente de tal inocência que, se homem os entendesse e eles a nós, seriam logo cristãos, porque eles, segundo parece, não têm nem entendem nenhuma crença”. Isto é, mesmo presenciando, dentro do contexto ritualístico, um ato religioso dos nativos, o escrivão português segue convicto de que somente sua religião é considerada. Em função desse ato, Caminha, no encerramento da Carta, dá aquilo que pode ser considerada a maior influência dele para o povo brasileiro – o conselho ao rei para que traga os jesuítas para catequizar e, assim, salvar a alma desse povo: “Porém o melhor fruto que dela se pode tirar me aparece que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar” (CAMINHA, p.116, 2002).

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As Moças, Bem Moças, e Bem Gentis:

A alteridade é apenas uma das contradições percebidas na Carta de Pero Vaz de Caminha. Advindo de uma cultura diametralmente oposta, o escrivão português, ao se deslumbrar pelo novo, movimenta, dentro de si, uma efervescência de sentimentos contraditórios, principalmente ao tratar do nativo encontrado nessa terra. Sua composição física é alvo de uma análise detalhada pelo europeu, que proveniente de uma sociedade extremamente conservadora choca-se com a nudez e perfeição dos corpos dos índios. Jaime Cortesão faz uma observação sobre isso, na sua tradução da Carta:

Essa perfeição física dos indígenas teria impressionado bastante quem com eles lidou nesses primeiros anos de contato. Assim, a sua nudez demonstraria a sua inocência, pois, como não tinham sido corrompidos pela civilização, eram naturalmente bons, tal como Deus os tinha criado, vivendo ainda no seio de uma natureza sã e acolhedora. Estavam, então, isentos do pecado, e aguardavam apenas que até eles fosse levada a palavra de Deus para que tornassem bons cristãos. (CAMINHA, p.93, 2002)

No entanto, o aspecto inocente do nativo é sutilmente corrompido quando o foco se torna a mulher. Caminha olha para as nativas com um misto de ingenuidade e sensualidade. Esses dois vieses são muito bem construídos pelo escrivão, ao fazer um inteligente jogo polissêmico com a palavra “vergonha”:

Ali andavam entre eles três ou quatro moças, bem moças e bem gentis, com os cabelos muito pretos e compridos pelas espáduas e suas vergonhas tão altas, tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de muito bem olharmos, não tínhamos nenhuma vergonha. (CAMINHA, p.98, 2002)

Nesse trecho, Caminha utiliza duas vezes a palavra “vergonha”, cada uma carregando um sentido diferente. A primeira “vergonha” remete a visão cultural europeia e católica de partes do corpo feminino que são sexualizadas, os seios e a vagina. Já a segunda “vergonha” demonstra o ato desprovido de embaraço de olhar para essas nativas nuas. Nesse trecho já é possível perceber o caráter sensual da descrição escrivão. Um deslumbramento pelo novo, que não foca somente nos aspectos culturais, mas sexuais do homem português com relação à nativa.

Esse fascínio pelas nativas foi tanto que Caminha inclusive as comparou com as europeias:

E uma daquelas moças era toda tingida, de baixo a cima daquela tintura, e certo era tão bem feita, e tão redonda, e sua vergonha (que ela não tinha) tão graciosa, que a muitas mulheres da nossa terra, vendo-lhes tais feições, fizeram vergonha, por não terem a sua como ela. (CAMINHA, p.98, 2002)

Percebe-se que o escrivão ainda segue o jogo polissêmico das “vergonhas” ao dizer “que ela não tinha”. Nesse caso, ele utiliza o primeiro e o segundo sentidos supracitados. No entanto, o grande mote desse enunciado é a comparação dos corpos das nativas com as europeias. A primeira era extremamente graciosa e isso deveria, caso visto pelas europeias, ser causa de um grande constrangimento delas. Não se pode esquecer que Caminha vem de uma visão de mundo em que “o corpo era censurado e reprimido, de acordo com as convicções medievais” (GONZAGA, p.51, 2004).

Diante desses fatos, mais uma vez incorre-se no problema de alteridade. Os portugueses, que viviam sobre o paradigma da Igreja, em que o corpo era um fator pecaminoso e a liberdade sobre ele era vista como heresia, ao se depararem com outra base social completamente diferente, não conseguem percebê-la por outro ponto de vista, senão por aquele que conhecem. A sociedade humana é o resultado das experiências vividas de um coletivo, sendo assim, a comunidade nativa tinha sua organização, sua construção social, religiosa, política e também sexual. A receptibilidade das nativas, que Caminha chama de gentilezas, é, num primeiro momento vista como ingenuidade, porém, isso cai por terra, no momento em que a perspectiva de análise se torna o viés europeu sobre a relação com o corpo.

Dessa forma, não demorou muito para a visão da ingenuidade nativa se transformasse na exploração sexual dessas mulheres. Relatos da época contam que:

Com o objetivo de povoar a terra, a expedição de Martim Afonso de Souza aportou em terras brasileiras com aproximadamente quatrocentos homens e nem uma mulher. Fundou São Vicente em 1532. Ontem, como hoje, são as mulheres as mais atingidas pela sanha dos conquistadores. Mulheres indígenas, algumas ainda crianças, foram usadas e abusadas (IDE, p. 27)

Uma das provas mais evidentes disso é a população mameluca, a mestiça entre brancos e índios, que rapidamente, cresceu no país, mostrando que daquela ingênua gentileza vista com olhos salvacionistas de Caminha, surgiu uma das mais terríveis explorações sexuais acontecidas no território brasileiro. Isto é, de um objeto contemplativo, por sua nudez e ingenuidade, a nativa se tornou um objeto sexual nas mãos de portugueses ávidos por satisfazer suas vontades reprimidas pela rígida moral religiosa, sobre a qual viviam.

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As Meninas da Gare:

Retomando a releitura de Oswald de Andrade, percebe-se que somente cinco séculos depois esses trechos da Carta de Pero Vaz de Caminha foram interpretados pelo viés da alteridade. Andrade ainda trabalha mais esse tema com outro poema:

ERRO DE PORTUGUÊS

Quando o português chegou/ Debaixo de uma bruta chuva/ Vestiu o índio/ Que pena!/ Fosse uma manhã de sol/ O índio tinha despido/ o português

Esse texto faz um jogo semântico com a palavra “Erro”. Ela pode ser o desvio da norma culta, como, por exemplo, o verbo “tinha” usado no pretérito imperfeito, enquanto deveria estar no futuro do pretérito; ou a falha na percepção do europeu ao sobrepor sua cultura à do nativo, sem considerá-la relevante. Pode-se ir mais a fundo nesse enunciado ao perceber que “vestir o índio” é inseri-lo no paradigma Europeu de suas vergonhas. Isto é, se as nativas, quando nuas naturalmente, eram vistas com ingenuidade, agora, vestidas, estão prontas para retornar à nudez com caráter pecaminoso do corpo, com a exploração sexual.

O nativo, historicamente, pagou por esse “erro de português”, pois, em 500 anos, a população indígena sofreu, segundo a FUNAI, um decréscimo imenso: de 3 milhões, na época do descobrimento, passou a 800 mil, no século XXI. As crianças e os adolescentes indígenas são os que mais sofrem com isso. Um relatório do Conselho Indígena Missionário diz que a grande maioria dos estupros, tentativas de estupro, atentado violento ao pudor e prostituição, acontecem com menores de 18 anos. Nesse texto é citado casos como: no Mato Grosso do Sul, em 2013, uma jovem Guarani-Kaiowá foi estuprada por diversos jagunços de uma fazenda, durante um acampamento feito para retomar posse de sua terra tradicional; já no Maranhão, em 2014, uma menina Guajajara, de 16 anos, foi estuprada por vários homens, numa invasão em Bacurizinho, uma terra indígena; entre outros tantos.

Pero Vaz de Caminha encerra sua carta dando um conselho ao El-Rei D. Manuel: “Porém o melhor fruto que dela (essa terra) se pode tirar me aparece que será salvar esta gente. E esta deve ser a principal semente que Vossa Alteza em ela deve lançar” (CAMINHA, p.116, 2002). Quinhentos anos depois, o resultado dessa “salvação” foi a dizimação, o aculturamento, a exploração sexual desses nativos. É possível, que o escrivão português estivesse falando do reino dos céus nesse conselho, pois, na terra, um inferno foi criado para esse povo. As moças, bem moças, e bem gentis foram transformadas em meninas da Gare, seus corpos viraram vergonhas, suas almas foram aprisionadas numa religião estrangeira. O erro de português foi a falta de alteridade. Como no poema de Oswald de Andrade, o pretérito imperfeito – o nativo que ERA livre antes da vinda dos portugueses, foi usado no lugar do futuro do pretérito – TERIA SIDO diferente se o europeu tivesse olhado pelo ponto de vista do outro.

REFERÊNCIAS:

CAMINHA, Pero Vaz, A Carta a El-Rei D. Manuel, sobre o Achamento do Brasil. Ed. Martin Claret, São Paulo – SP, 2002. BAKHTIN, Mikhail, Estética da Criação Verbal. Ed. Martins Fontes, São Paulo, 1992. MORICONI, Ítalo, Os Cem Melhores Poemas do Século. Ed. Objetiva, Rio de Janeiro, 2001. DE SAUSSURE, Ferdinand, Curso de Linguística Geral. Ed. Cultrix, São Paulo, 1997. GONZAGA, Sergius, Curso de Literatura Brasileira. Ed. Leitura XXI, Porto Alegre – RS, 2004. TOSHIE IDE, Iolanda, MULHERES: 500 anos de muitas perdas e alguns ganhos. http://www.cimi.org.br/site/pt-br/index.php?system=news&action=read&id=1961 http://www.funai.gov.br/index.php/indios-no-brasil/quem-sao?limitstart=0#


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