homo atlanticus

Homo Atlanticus

Alexandre Bazenga

Português, Engenheiro Agrónomo, em Lisboa. Apaixonado irremediável e doentiamente por Livros e leituras, procurando a cura pela Escrita, num jorro de ideia em busca de disciplina. A Pintura, a Fotografia, a Culinária, e esta dispersão toda dando uma vida rica, preenchida, mas difícil de encaixar no tempo disponível. A Escrita é, definitivamente, um caminho sempre me parecendo em início de caminhada. Uma busca sim, mas, afinal um prazer pessoal com que espero contagiar mais alguém. Se ao menos contribuir um pouco para trazer mais alguém ao amor pela Cultura e Leitura, o esforço foi compensado.

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    Estereotipar e ajuizar em plena crise emocional: um erro fatal

    Em crise emocional, ou em acesa discussão, podemos ter uma tendência para comparações infelizes e fatais, ou seja, para usarmos estereótipos que em nada nos ajudarão e muito poderão prejudicar a solução da crise.

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    À procura de um mundo novo

    Num mundo que parece ter andado demasiado perdido, durante demasiado tempo, parece que hoje se fala e procura cada vez mais entender os sentimentos que nos fazem humanos, o amor e tudo o que se lhe associa, no centro das nossas demandas, no encontro um tanto desesperado de uma vida saudável e mais feliz.

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    A expressão pública dos afectos

    A expressão pública da homossexualidade é ainda dificilmente aceite. Mas a expressão dos afectos em geral, também é condenada, com uma veemência que surpreende, em pleno Século XXI.

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    A idade de Adaline

    A idade de Adaline, um filme estranho com um segredo que muda a vida de uma mulher, até o momento em que algo surpreendente lhe muda a vida uma segunda vez. Um acontecimento de grande impacto pode mudar a nossa vida, ou mesmo um acontecimento mais normal, mas que nos impele a uma mudança decisiva no que somos até esse momento.

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    Um amor pela metade?

    Como nos devemos sentir e que lições retirar de uma relação que se pretendia ter iniciado e por força alheia a nós mesmos, tudo se ficou pela metade, pelo caminho? Devemos rejeitar uma experiência mal conseguida, ou dela retirar os melhores momentos e a experiência que nos deixou.

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    Pais, filhos e novos relacionamentos

    Hoje a sociedade muda todos os dias, por via de divórcios e de novos encontros e relacionamentos amorosos ou outros. Pais e filhos e novos relacionamentos, numa sociedade que sente dificuldades com a tolerância e aceitação de novas relações e novas tensões e formas familiares.

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    Chega?

    Devia haver um dia para cada um de nós dizer "basta" ou "chega", aos conceitos obtusos que nos foram condicionando como humanos pensantes e gente saudável e livre. Mas o dia surge para alguns apenas e esses serão sempre os que tresmalharam do rebanho bem comportado.

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    O medo e o limite

    O medo é o inimigo-antídoto do lado melhor da vida. O risco traz satisfações e prazeres que nunca serão conhecidos por quem sempre procura a segurança e afasta o risco, em tudo o que faz.

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    A viagem que vale

    Há momentos propícios a encontrar quem nos arrebata de forma definitiva e nos faz vibrar pensamentos e hormonas e tudo baralha, como num jogo novo, para de novo dar cartas e tudo recomeçar.

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    A noite das noites

    Natal é noite maior e a mais aguardada por mais gente em todo o mundo. É de paz, é de alegrias, é de amor, é de paixão, é de religião. Natal é também de tristeza por quantos se foram e já são apenas memória, boa mas com uma saudade que não tem cura. Ele aí vem de novo e com ele regressam todas as euforias.

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    A procura

    Há hoje uma procura incessante por algo que nem sabemos ser, se existe sequer, se já encontrámos até, que nos faça afirmar sermos felizes.

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    Gabor Maté: pensador da cultura atóxica

    Gabor Mate, húngaro de origem, canadense, sobrevivente ao holocausto enquanto criança. O seu percurso tem sido marcado por intervenções a favor da libertação sobre um materialismo muito marcante das nossas sociedades modernas. Mesmo quando pensamos ser isto uma ideia apenas superficial, uma ideia apenas politicamente correcta, não deixamos de por a hipótese de a aceitar, por tudo o que observamos à nossa volta. Mas Mate aprofundou o seu estudo sobre esta ideia, ligada a uma forma de egoísmo e de interpretação de tudo em função de estatuto social de poder de compra e da estratificação social, por essas vias.

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    A luta de Karl Ove Knausgård

    Um dia, um escritor, aparentemente perdido, no vazio antes da criação da obra, decide escrever sobre a sua vida. A obra, em seis volumes, de Karl Ove Knausgård, é gigantesca, uma epopeia, não uma saga, à esmagadora dimensão de Proust, consegue a proeza de nunca nos cansar, mas antes de nos surpreender A autobiografia é o seu percurso e a sua própria aprendizagem, e um fresco cultural ainda, da literatura nórdica e de alguma filosofia . O primeiro volume é também o primeiro da sua vida e fala-nos do pai e das marcas indeléveis que lhe deixou.

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