horizontalidades

Navegando fundo nas linhas do oceano imaginativo.

Noédson Santos

Acadêmico em Direito pela Universidade Federal da Bahia, em Regime de Dupla Titulação com a Universidade de Coimbra (Portugal). Vivo entre o chão e o céu. Jogo a vida com calma. Brinco de ser sério. Nego as certezas, eu ando na pista

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    Guerra ao terror seletiva: ou “o que vocês estão fazendo aqui?”

    Esse texto é fruto de uma consciência indolente e de uma série de inquietamentos que nos confrontam diariamente. É, também, um testemunho de uma situação de racismo e xenofobia vivida por dois amigos durante uma viagem a Bélgica.

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    Um sopro insano de sentidos

    A compreensão do Eu-vacante, das inúmeras formas de exílio existencial, provoca em nós uma multiplicidade de formas de encarar a vida em grupo. Convocando-nos a uma reflexão sobre a diferenciação do Eu na sociedade e sobre nossa condição bicho-homem, ora instinto, ora razão, sentimento e emoção.

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    LEITURAS FÍLMICAS E MULTIVISÃO EM “A TERAPIA DE FAMÍLIA VAI AO CINEMA”

    Tomando o cinema como o contexto para construção de sentido, Célia Nunes e Sílvia Guerra, terapeutas familiares e autoras deste livro, entrelaçam, com maestria e estética, conceitos teóricos que permeiam distintas abordagens da terapia familiar e a vida vivida por protagonistas de distintos gêneros literários de filmes exibidos nos nossos cinemas.

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    DESENLACE

    Incontáveis vezes ao dia, ao ano, somos convocados ao jogo do desenlace. São os momentos finais de nossas narrativas ou os inícios incessantes de novos nós desfeitos. É preciso jogo de cintura para conviver com a dinâmica das despedidas e recomeços.

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    Carta aberta à humanidade

    Quando paramos de nos perceber como iguais? Como humanos e indivíduos integrais? Será que a racionalização nos empurrou para um estágio a menos na cadeia evolutiva? Nos aceitar enquanto qualidade de bicho-homem-mulher, talvez, seja a única saída pra nos tirar desse vale escuro pelo qual tem caminhado a humanidade.

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    Com quantas cores se faz um paraíso?

    Lançado em 1999, o filme “A Cor do Paraíso” do diretor iraniano Majid Majid, aborda a questão da cegueira, numa sociedade brutalmente tradicionalista e traça um panorama sobre as múltiplas formas de ser, estar e observar o mundo.

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