AURICIO ARAUJO

Aqui jaz o jornalismo brasileiro!

Poderia ser piada e até seria engraçado se não fosse trágico, mas inacreditavelmente Michel Golpista Temer foi eleito o Brasileiro do Ano pela tão golpista quanto Revista IstoÉ.


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Poderia ser piada e até seria engraçado se não fosse trágico, mas inacreditavelmente Michel Golpista Temer foi eleito o Brasileiro do Ano pela tão golpista quanto Revista IstoÉ.

O governo Temeroso não passa de uma mistura do que houve de pior nos Governos FHC e Sarney, prova disso é que ele foi capaz de se aliar ao que tem de pior na politica para montar a sua base de desgoverno que já nasceu condenado.

Esse senhor é o resultado dos qualitativos em um país onde a grande imprensa se engajou a politica e atua para exterminar partido popular não poupando esforços. Cabe ao jornalista respeitar a dignidade humana, assim o jornalismo não deve ser transformado em uma arma de destruição de pessoas, povos e complementos, também de democracias.

Citemos então os motivos pelos quais o nosso Brasileiro do Ano recebeu tal premio:

Ao anunciar os novos ministros – nenhum deles negro ou mulher -, e oficializar a extinção de ministérios considerados “de segunda classe”, Temer deixou claro que velhos ares conservadores estão de volta ao Planalto.

O retorno do conservadorismo foi confirmado pela extinção dos Ministérios das Mulheres, da Igualdade Racial, dos Direitos Humanos, da Juventude e da Previdência e Assistência Social, e reforçado pelo rebaixamento do status dos Ministérios da Cultura, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento Agrário, evidenciando o compromisso de Temer com o agronegócio e os grandes proprietários rurais.

O presidente ilegítimo ainda nomeou como ministro chefe da Secretaria de Segurança Institucional o filho de um general da ditadura, citado no relatório da Comissão da Verdade, e convidou o secretário de Segurança Pública de São Paulo, estado conhecido por ter uma das policiais mais violentas do país, para assumir o Ministério da Justiça.

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Derrotado nas urnas em 2002, o projeto neoliberal ressurge por meio de um golpe de Estado que avança implacável sobre as políticas públicas dirigidas a minorias excluídas historicamente. Alcançada a deposição de Dilma, a segunda fase do golpe voltou-se agora contra os direitos sociais dos pobres, negros, índios, jovens, homossexuais, mulheres e trabalhadores, uma verdadeira ameaça ao processo civilizatório nacional.

Posando de “Governo da Salvação Nacional”, o Governo dos Sem Votos prepara terreno para impor à Nação uma reforma do Estado que significará um retrocesso aos direitos humanos, sociais e trabalhistas sem precedentes no país. A ordem é “privatizar o que for possível”, começando por todas as empresas públicas até a entrega da exploração do pré-sal – passaporte do Brasil para o mundo desenvolvido – para a exploração privada internacional.

Mais quem é mesmo que precisa saber disso? Afinal moramos em um País tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza.

Fiquemos então a espera de que o espetáculo golpista acabe e desocupem o picadeiro para que possamos colocar ordem nessa bodega.


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